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Energia Solar

3 razões para investir em energia solar durante a crise

A energia solar é uma saída limpa e barata de abastecer a sua residência ou a sua empresa

Energia Solar

A energia solar é uma excelente opção para quem busca reduzir os gastos com energia elétrica. Neste material, vamos apresentar as principais razões para investir na tecnologia e gerar economia neste momento.

Economia

No Brasil, o mercado de energia solar está em plena ascensão. De acordo com o Plano Decenal de Energia (PDE) 2029, divulgado pelo Ministério de Minas e Energia em fevereiro deste ano, estima-se que a participação fotovoltaica na matriz energética brasileira saia de 2% para 8% até 2029. Um cenário extremamente promissor e com números otimistas que têm como principal fator de crescimento a economia na conta de luz dos brasileiros.

Investir em energia solar em tempos de crise é sinônimo de economia. E como isso é possível? Simples. A partir do momento em que passamos mais tempo em casa, consumimos mais energia elétrica. Nesta situação, a geração própria faz toda a diferença, reduzindo em até 95% o valor da fatura, já no primeiro mês de instalação do gerador, além de livrar o consumidor das oscilações tarifárias das concessionárias. E o melhor: o valor investido no sistema tem retorno garantido, com rendimento superior à poupança ou qualquer outro fundo de aplicação.

Acessibilidade

A aquisição da tecnologia é ainda mais atrativa pelas facilidades de financiamento e as linhas de crédito específicas para geradores solares, tornando-a possível para todos. Atualmente, trocar a conta de luz pela parcela do financiamento é algo totalmente viável. Isso porque, com a economia gerada na fatura elétrica todos os meses é possível pagar a parcela financiada.

Outro fator que contribui para a escolha da energia solar pelos brasileiros é a facilidade de instalação. O sistema pode ser instalado em residências, condomínios, comércios, indústrias, entre outros, sem a necessidade de grandes obras na estrutura já existente e com flexibilidade para qualquer tipo de telhado ou solo. Além disso, possui até 25 anos de desempenho com baixo custo de manutenção.

Sustentabilidade

Quando o assunto é meio ambiente, a energia solar é um dos maiores aliados no caminho para um futuro sustentável.

O Brasil é abundante em termos de radiação solar, tornando a aquisição do sistema vantajosa e confiável. Além da redução de CO 2 na atmosfera e do uso de água, a geração de energia por meio do sol é limpa, renovável e infinita, preservando as espécies e os recursos naturais.

Fonte: Administradores.com

Amazon aposta em tablets baratos em meio à pandemia do coronavírus

Os novos tablets Fire HD 8 e Fire HD 8 Plus foram lançados pela empresa nos Estados Unidos custando 90 e 110 dólares cada um

Por Maria Eduarda Cury | Publicado em: 13/05/2020 às 15h55 - Alterado em: 13/05/2020 às 16h12 (Fonte: Exame.com)

Amazon: novas versões de tablet serão vendidas a partir de 3 de junho (Kyodo News/Getty Images)

Amazon anunciou, nesta quarta-feira, o lançamento de dois novos tablets durante a quarentena. Os novos modelos Fire HD de 8 polegadas já estão em pré-venda pelo site oficial e serão comercializados a partir do dia 3 de junho. O preço se inicia em 90 dólares, sendo esses dispositivos mais acessíveis do que o usual.

O modelo mais avançado, Fire HD 8 Plus, custará a partir de 110 dólares. O dispositivo pode ser carregado sem fio e tem uma memória RAM de 2 gigabytes e um armazenamento de 64 gigabytes. Caso o usuário deseje, existe a opção de comprar um pacote com uma assinatura de seis meses do Kindle Unlimited, serviço de assinatura de livros da Amazon.

Já o modelo básico, Fire HD 8, também com preço inicial de 90 dólares, terá um processador mais rápido do que o primeiro modelo — será um quad-core de 2 GHz que garante uma interface 30% mais rápida, além de um armazenamento de 32 GB. Os dois dispositivos podem ter sua memória expandida para até 1 terabyte por meio de um cartão microSD. Dessa forma, os tablets podem ser utilizados tanto para leitura como jogos.

Amazon Fire 8 HD
 (Amazon/Reprodução)

A tela dos novos modelos tem um tamanho de 1280 x 800 pixels, o que faz com que os dispositivos sejam mais confortáveis para utilização do que os smartphones. A decisão da empresa de lançar os produtos durante a quarentena se deu pelo aumento das vendas de produtos eletrônicos nos Estados Unidos — as vendas de maio deste ano aumentaram 33% se comparadas com as de maio de 2019.

modo escuro chrome

Modo noturno do Chrome vai ficar ainda mais escuro; entenda

Novidade deve chegar primeiro aos usuários de smartphones Android

modo escuro chrome

Google trabalha para atualizar o modo escuro do Chrome com um novo recurso, que torna a pesquisa na web ainda mais confortável à noite. Os usuários de celulares Android serão os primeiros a se beneficiar, mas é de se esperar que a novidade seja lançada em todos os sistemas operacionais em breve.

O Google lançou o modo escuro do Chrome pela primeira vez no ano passado, facilitando a alternância entre a interface branca e algo mais confortável para os olhos à noite. Porém, há um problema: a configuração não afeta nenhum conteúdo do site, ou seja, quando você realiza uma pesquisa no Google, a página de resultados ainda é toda branca.

Reprodução
Foto: 4gnews

Agora parece que em breve teremos uma solução adequada para o problema. Conforme o 9to5Google relata, uma alteração recente no código do repositório de origem do Chromium mostra que o navegador receberá em breve um novo sinalizador, chamado "#enable-android-dark-srp", que deve resolver esse problema.

Quando ativado, ele mostrará uma página de resultados de pesquisa escura (SRP) se o navegador já estiver no modo noturno.

Muitas pessoas preferem o modo escuro, já que interfaces brancas são mais duras para os olhos, principalmente ao usar o smartphone à noite.

A atualização deve chegar em breve aos usuários de celulares Android.

Via: Techradar

Fonte: Olhar Digital

Aplicativo alerta sobre aglomeração de pessoas e preços abusivos

O alerta de “Aglomeração de Pessoas” foi criado para ajudar a evitar pontos de aglomeração na cidade, principalmente em áreas públicas.

O Be On é um app gratuito de segurança colaborativa que foi lançado em 2018. Disponível para Android e iOS, o app já contava com funcionalidades de alertas sobre desastres naturais, roubos e furtos, atividades suspeitas, além de irregularidades urbanas. Agora, a plataforma do Be On está incluindo recursos que ajudam no enfrentamento à covid-19, como as ferramentas de alerta sobre “Aglomeração de Pessoas” e “Preços Abusivos”.

O alerta de “Aglomeração de Pessoas” foi criado para ajudar a evitar pontos de aglomeração na cidade, principalmente em áreas públicas. O distanciamento social físico é uma das medidas mais importantes para conter o avanço do contágio do novo coronavírus, mas também é um dos maiores desafios enfrentados por órgãos de saúde e segurança.

Alerta de "Aglomeração de Pessoas". (Fonte: Be On/B9/Reprodução)
Alerta de "Aglomeração de Pessoas". (Fonte: Be On/B9/Reprodução)Fonte: Be On/B9

O alerta de “Preços Abusivos” é útil para denunciar estabelecimentos comerciais que estão praticando preços acima do normal. A ferramenta foi lançada porque houve um aumento significativo desse tipo de reclamação nas últimas semanas.

Alerta de "Preços Abusivos". (Fonte: Be On/B9/Reprodução)
Alerta de "Preços Abusivos". (Fonte: Be On/B9/Reprodução)Fonte:  Be On/B9 

No Be On, as ferramentas de alertas utilizam a geolocalização para registrar as ocorrências, criando um mapa que pode ser acompanhado por outros usuários. Esses alertas são enviados para todos aqueles que se encontram próximos à ocorrência, dentro de um raio de um quilômetro. Adicionalmente, o app compartilha as ocorrências com os órgãos responsáveis, a fim de que as medidas cabíveis sejam tomadas com eficácia e agilidade.

Para criar um alerta, o usuário precisa identificar o local, escolher a categoria e descrever o caso. Tudo é feito de forma anônima, para proteger a privacidade dos usuários.

Fonte: Tecmundo

Medidas de segurança em meio à necessidade do trabalho remoto

Como empresas de tecnologia podem se preparar para a implementação do home office durante a pandemia de coronavírus

A evolução da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) gerou uma série de mudanças e readaptações. No setor corporativo não foi diferente. Em uma pesquisa feita no ano passado, li que apenas 31,9% das empresas brasileiras permitiam o trabalho remoto. Já em uma outra pesquisa, feita em março deste ano pela Robert Half, 41% dos entrevistados afirmou que o regime de home office só ocorreu após a determinação da quarentena.

E o que isso prova?

Basicamente que, com um novo modelo de trabalho, a implementação do home office se tornou uma necessidade e uma tentativa de manter a produtividade durante o período de isolamento social - recomendado pela Organização Mundial Saúde (OMS) para evitar a disseminação da doença. 

Ainda que trabalhar no conforto de casa pareça bastante convidativo, é importante que tanto empresas quanto os próprios profissionais estejam atentos às ameaças cibernéticas que têm crescido junto ao número de casos de infectados pela doença ao redor do mundo. Isso porque um ambiente de trabalho digital ideal vai muito além do simples acesso a e-mails e ferramentas colaborativas. É preciso um bom planejamento corporativo, capaz de garantir o suporte do grupo de funcionários da empresa e, também, uma série de medidas de segurança para evitar ciberataques.

Considero que, além da instalação de um bom antivírus, uma outra sugestão é a conexão dos funcionários à rede corporativa, por meio das VPNs (Virtual Private Networks). Porém, vale salientar que elas podem não estar preparadas para lidar com a tensão causada por milhares de colaboradores trabalhando remotamente, por exemplo. Por isso, considerar a atualização no servidor ou firewall que está fornecendo as soluções VPN é essencial. 

Além disso, é de suma importância verificar se o acesso remoto não apresenta mais riscos tanto aos dados pessoais do funcionário quanto da própria corporação. A necessidade de se disponibilizar acesso remoto deve estar acompanhada da prevenção, ou seja, as empresas devem confirmar se o firewall está configurado para responder apenas a determinados endereços IP que poderão ser acessados remotamente pela equipe de TI.

Uma outra forma de prevenir ciberataques é utilizar o duplo fator de autenticação em todos os dispositivos da empresa.

Isso faz com que o nível de segurança seja maior e garante mais uma camada de proteção na luta contra cibercriminosos que se aproveitam de possíveis vulnerabilidades para fazer vítimas. Por falar nisso, recomendo que alertas sobre golpes dos mais diferentes tipos sejam sempre assunto de relevância e conscientização dentro das empresas. Especialmente no atual momento em que vivemos, estar ciente das ameaças que estão ocorrendo faz uma grande diferença na prevenção de riscos. 

E embora o acesso a dispositivos e sistemas corporativos seja imprescindível durante o período de trabalho remoto, acredito ser fundamental que os funcionários contem, também, com políticas de segurança que incluam respostas a perguntas como: quais sistemas podem ser acessados remotamente, quais podem ser acessados por meio de dispositivos móveis, etc. Para além de mecanismos de segurança, a comunicação efetiva é uma aliada na manutenção de serviços e tecnologias.

Fonte: Olhar Digital

Intel lança processador mais poderoso do mundo para notebooks

Nesta quinta-feira (02), a Intel anunciou seis novos processadores Core de 10ª geração para dispositivos móveis.

Além de ser os primeiros chips do mundo, para notebooks, a quebrar a barreira dos 5 GHz, eles trazem várias tecnologias que otimizam seu desempenho e consumo. Um deles, inclusive, é o mais poderoso do mundo nessa categoria, segundo a empresa.

Processadores móveis Intel Core 10ª geração Série H

Fonte: Intel/Divulgação

Processadores para notebooks sempre são apresentados como chips que entregam desempenho otimizado, mantendo o foco na economia de energia. Afinal, para quem precisa se locomover, não adianta ter uma super máquina que precisa ficar ligada na tomada o tempo todo.

Dessa vez, os novos chips móveis da Intel têm um apelo maior no desempenho. Isso não significa que eles não são econômicos, mas o fato é que a empresa parece ter focado na alta performance, inclusive, incluindo recursos para overclocking.

Especificações dos chips

São seis novos chips desta linha H, onde todos eles suportam memória DDR4 de 2933 MHz em dual channel. Os modelos Core i9 e i7 são compatíveis com a tecnologia Intel Thermal Velocity Boost, que aumenta a frequência turbo além do especificado (até 200 MHz), caso haja margem térmica (CPU com 65º ou menos) para o Intel TVB atuar.

Fonte: Intel/DivulgaçãoFonte: Intel/DivulgaçãoFonte:  Intel 

O chip mais poderoso é o Core i9-10980HK, que tem 8 núcleos, 16 threads e clock turbo que chega a incríveis 5,3 GHz. Vale lembrar que essa frequência não é atingida em todos os núcleos ao mesmo tempo. A marca diz que esse chip é o mais poderoso que se pode colocar em um notebook no momento.

Esse processador também é desbloqueado para overclocking e suporta o recurso Intel Speed Optimizer, que pode elevar as frequências base de forma automática com apenas um clique, segundo a companhia.

Intel Adaptix Dynamic Tuning

Outra característica que ajuda a nova plataforma da Intel a ter desempenho otimizado, sem desperdiçar energia, é o Intel Adaptix Dynamic Tuning, uma ferramenta utilizada pelas fabricantes de dispositivos para extrair a máxima performance de um chip, por meio do monitoramento de variáveis como temperatura, rotação da ventoinha, modo de uso, estado atual do processador, etc., e ajustando o poder de processamento dinamicamente, de acordo com o design térmico do equipamento.

Disponibilidade

Nas próximas semanas, os parceiros da Intel devem começar a disponibilizar seus equipamentos baseados nos novos chips Intel Core 10ª geração Série H, que terão características como: modelos gamer com menos de 2 cm de espessura, modelos híbridos (com duas telas), e modelos com painéis que poderão ter 17” com bordas finas, além de HDR 1000 e taxa de atualização de até 300 Mhz.

Todos eles serão compatíveis com as tecnologias Thunderbolt 3 e o Intel Wi-Fi 6 (Gig+).

Fonte: Tecmundo

Tecnologia do aplicativo Coronavírus SUS será compartilhada com outros países

Argentina, Equador e Panamá foram os primeiros a solicitar e receber o código do aplicativo do Governo Federal

Publicado em 13/03/2020 13h41 Atualizado em 16/03/2020 11h21

Aplicativo está disponível de graça na loja virtual do Governo Federal, nas plataformas App Store e Play Store

O Governo Federal liberou o código do aplicativo Coronavírus SUS, desenvolvido pelo Ministério da Saúde e disponível gratuitamente na loja virtual do governo, na Apple Store e na Play Store. Com isso, outros países podem adotar a tecnologia e oferecer as informações para seus usuários, adaptando a língua e geolocalização.

Países como Argentina, Equador e Panamá já entraram em contato com o governo brasileiro e receberam o código do aplicativo. O app será liberado para outras nações que fizerem o pedido também.

De acordo com o secretário de Governo Digital, Luís Felipe Monteiro, os avanços na transformação digital do governo brasileiro potencializam não só a melhoria dos serviços públicos, mas também servem de referência para iniciativas de governos ao redor do mundo. “É motivo de orgulho podermos ajudar a população mundial a prevenir situações de crise, como a do coronavírus”, complementa.

Segundo o diretor do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus), Jacson Barros, o aplicativo foi desenvolvido em apenas dois dias, usando a base tecnológica de um app que estava em desuso, o que facilitou o processo de atualização. “Estamos adaptando a aplicação para que possa ser utilizada em qualquer momento de crise. Hoje, é coronavírus. Amanhã, pode ser tuberculose, influenza, etc. Já estamos na fase de desenvolvimento”, afirma Jacson Barros.

Conscientização

O aplicativo Coronavírus SUS foi lançado em 28 de fevereiro para conscientizar a população sobre o coronavírus. Acessando o app, o cidadão vai saber como se prevenir e o que fazer em caso de suspeita e infecção. Também pode conferir se os sintomas que está sentindo são compatíveis com o da doença. A ferramenta, que conta com serviço de geolocalização, indica unidades de saúde próximas ao usuário.

Segundo a brasiliense professora de matemática, Gabriela Parreira, que baixou recentemente o aplicativo sobre o coronavírus, a ferramenta é importante também por tratar sobre fake news, que acabam prejudicando o conhecimento da população. "É bom que todos tenham acesso às informações corretas e de forma clara, explicou.

Com informações do Ministério da Economia

Tecnologia que sequenciou coronavírus no Brasil permite monitorar epidemia

Monitoramento permite identificar as regiões do genoma viral que menos sofrem mutações, algo essencial para o desenvolvimento de vacinas

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (28/02) no site Virological.org, um fórum de discussão e compartilhamento de dados entre virologistas, epidemiologistas e especialistas em saúde pública. Além de ajudar a entender como o vírus está se dispersando pelo mundo, esse tipo de informação é útil para o desenvolvimento de vacinas e testes diagnósticos.

“Ao sequenciar o genoma do vírus, ficamos mais perto de saber a origem da epidemia. Os casos confirmados no Brasil veio da Itália, contudo, os italianos ainda não sabem a origem do surto na região da Lombardia, pois ainda não fizeram o sequenciamento de suas amostras. Não têm ideia de quem é o paciente zero e não sabem se ele veio diretamente da China ou passou por outro país antes”, disse Ester Sabino, diretora do Instituto de Medicina Tropical (IMT) da USP.

De acordo com Sabino, a sequência brasileira é muito semelhante à de amostras sequenciadas na Alemanha no dia 28 de janeiro e apresenta diferenças em relação ao genoma observado em Wuhan, epicentro da epidemia na China. “Esse é um vírus que sofre poucas mutações, em média uma por mês. Por esse motivo não adianta sequenciar trecho pequenos do genoma. Para entender como está ocorrendo a disseminação e como o vírus está evoluindo é preciso mapear o genoma completo”, explicou.

Vigilância epidemiológica

Ao lado de Nuno Faria, da Universidade de Oxford, Sabino coordena o Centro Conjunto Brasil-Reino Unido para Descoberta, Diagnóstico, Genômica e Epidemiologia de Arbovírus (CADDE). O projeto, apoiado por FAPESP, Medical Research Council e Fundo Newton (os dois últimos do Reino Unido), tem como objetivo estudar em tempo real epidemias de arboviroses, como dengue e zika.

“Por meio desse projeto foi criado uma rede de pesquisadores dedicada a responder e analisar dados de epidemias em tempo real. A proposta é realmente ajudar os serviços de saúde e não apenas publicar as informações meses depois que o problema ocorreu”, disse Sabino à Agência FAPESP.

Segundo a pesquisadora, assim que o primeiro surto de COVID-19 foi confirmado na China, em janeiro, a equipe do projeto se mobilizou para obter os recursos necessários para sequenciar o vírus assim que ele chegasse no Brasil.

“Começamos a trabalhar em parceria com a equipe do Instituto Adolfo Lutz e a treinar pesquisadores para usar uma tecnologia de sequenciamento conhecida como MinION, que é portátil e barata. Usamos essa metodologia para monitorar a evolução do vírus zika nas Américas, mas, nesse caso, só conseguimos traçar a origem do vírus e a rota de disseminação um ano após o término da epidemia. Desta vez, a equipe entrou em ação assim que o primeiro caso foi confirmado”, contou Sabino (leia mais em: agencia.fapesp.br/25356/).

Quebra de barreiras

O primeiro caso de COVID-19 no Brasil (BR1) teve diagnóstico molecular confirmado no dia 26 de fevereiro pela equipe do Adolfo Lutz. Trata-se de um paciente infectado na Itália, possivelmente entre os dias 9 e 21 deste mês. O sequenciamento do genoma viral foi conduzido por uma equipe coordenada por Claudio Tavares Sacchi, responsável pelo Laboratório Estratégico do Instituto Adolfo Lutz (LEIAL), e Jaqueline Goes de Jesus, pós-doutoranda na Faculdade de Medicina da USP e bolsista da FAPESP.

“Já estávamos prevendo a chegada do vírus no Estado de São Paulo e, assim que tivemos a confirmação, acionei os parceiros do Instituto de Medicina Tropical da USP. Já estávamos trabalhando juntos há alguns meses no uso da tecnologia MinION para monitoramento da dengue”, contou Saccchi à Agência FAPESP.

“Conseguimos quebrar algumas barreiras com esse trabalho. A universidade treinou equipes e transferiu tecnologia para que o sequenciamento pudesse ser feito no lugar certo, que é o centro responsável pela vigilância epidemiológica. É assim que tem de ser”, disse Sabino.

Além do Lutz e da USP, participam do Projeto CADDE integrantes da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen) e do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), ambos ligados à Secretaria de Estado da Saúde.

Plano de contenção

O infectologista e professor da FM-USP Esper Kallás tem auxiliado a Secretaria de Estado da Saúde, desde meados de janeiro, a elaborar a estratégia de atendimento de pacientes eventualmente infectados pelo SARS-CoV-2. O Instituto de Infectologia Emilio Ribas e o Hospital das Clínicas da USP foram escolhidos como instituições de referência para atender os casos graves no Estado.

“O HC segue um protocolo para contenção de catástrofe chamado HICS [sistema de comando de incidentes hospitalares, na sigla em inglês], que já foi acionado no atendimento a vítimas do massacre escolar em Suzano [ataque que deixou dez mortos em 2019] e durante a epidemia de febre amarela de 2018. Agora, sabendo que possivelmente há uma epidemia de coronavírus a caminho, já estabelecemos todos os fluxos de atendimento”, contou.

Ainda segundo Kallás, foi criado um grupo de trabalho para discutir protocolos de estudos clínicos que serão feitos com os pacientes diagnosticados e atendidos na rede pública estadual.

“Esse planejamento estratégico e a rápida publicação do genoma viral são indicadores da capacidade que o Estado de São Paulo tem de responder com ciência de alta qualidade e de contribuir para o entendimento das ameaças à saúde da população”, afirmou.

Fonte: Exame.com

WhatsApp: Modo Escuro finalmente chega para todos

Tão mítico quanto o Curupira, o Modo Escuro do WhatsApp finalmente saiu da dimensão das lendas da internet para se fazer presente na vida dos seus bilhões de usuários ao redor do mundo nesta terça-feira (03).

O mensageiro já vinha testando a interface alternativa no Android e no iOS com grupos seletos de usuários, e agora começou a liberar gradualmente sua primeira versão estável com o modo escuro para todos.

É importante notar que essa atualização está em processo de distribuição, e pode ser que você ainda não tenha a recebido ou mesmo a tenha disponível para baixar na Play Store ou App Store.

whatsapp
Imagens oficiais da nova interface do mensageiro (Reprodução/WhatsApp)

Seja como for, o design da nova interface escura é exatamente aquele que já vimos nos testes do recurso nas versões beta do app. Em seu blog oficial, o WhatsApp destaca que essa mudança foi pensada para reduzir o cansaço visual do usuário que interage com seu smartphone por muito tempo.

Em um vídeo promocional feito especialmente para o Modo Escuro, o WhatsApp mostra pessoas usando o novo celular em quartos escuros, destacando a vantagem que a nova interface traz.

Como ativar o Modo Escuro no WhatsApp

Os usuários do Android 10 e iOS 13 podem ativar o modo escuro diretamente nas configurações de seus aparelhos. No Android 9 ou versões anteriores do Robô, é preciso abrir as “Configurações” do próprio WhatsApp, tocando em “Conversas” e, em seguida, selecionando “Tema”. O Modo Escuro estará disponível em seguida.

Em outra oportunidade, nós ainda ensinamos você como usar o Modo Escuro no WhatsApp mesmo que seu celular ainda não tenha recebido a nova atualização.

E aí? Gostou do modo escuro ou você ainda não conseguiu baixar a novidade? Conta pra gente na seção de comentários.

Fonte: Tecmundo

Afinal, o que faz o modo avião?

Quem viaja frequentemente de avião já está acostumado: antes da decolagem, os comissários de bordo orientam todos os passageiros a colocarem seus celulares no modo avião. Mas o que isso realmente significa?

A ativação do modo avião faz que o celular pare de emitir todos os sinais que geralmente emite, como Wi-Fi, 4G, bluetooth e outros. Isso garante um “caminho aberto” para que o piloto se comunique com a central de voo.

Do ponto de vista do piloto e daqueles que comandam o voo, celulares que não estão em modo avião emitem sinais que podem interferir na comunicação da equipe com os sistemas dos aeroportos.

No caso de apenas um aparelho estar sem o modo avião ativado, os sinais emitidos por ele não devem ter impacto significativo no voo. Já em um cenário em que dezenas de dispositivos estejam emitindo sinais ao mesmo tempo, isso vai causar uma sobrecarga. E é aí que está o problema: isso pode afetar o avião quando ele estiver em momentos críticos, como quando ocorre a comunicação remota e digital com os aeroportos.

Isso porque, assim como qualquer tecnologia, existe um limite de quantidade de sinal que o sistema de um avião pode suportar. Durante um voo, o modo avião reduz consideravelmente esse volume e permite que diferentes interfaces funcionem normalmente. É uma situação semelhante à que ocorre quando muitas pessoas utilizam o sinal de um mesmo roteador: algumas delas podem não alcançar a conexão desejada.

Os momentos de maior comunicação entre piloto e central de voo ocorrem na decolagem e na aterrissagem. Por isso, é importante que os celulares a bordo da aeronave estejam em modo avião nessas ocasiões.

As aeronaves modernas têm uma grande quantidade de sistemas, que estão cada vez mais digitalizados. Todas as interfaces presentes na cabine de voo se comunicam o tempo todo, seja por fibra ótica, comunicação sem fio ou cabo. E elas podem ser afetadas se uma carga de sinal muito grande atuar sobre elas. Seria exatamente o que ocorreria se houvesse diversos smartphones em um mesmo lugar com o modo avião desativado.

Desligar apenas o Wi-Fi ou o 4G diminui a quantidade de sinais emitidos pelo celular, mas não garante a mesma segurança que ativar o modo avião.

Para quem acha ruim a necessidade de ativar o modo avião ao embarcar para uma viagem, as notícias são boas: ele não deve durar para sempre. Com o avanço das tecnologias de blindagem de sinal das aeronaves, é provável que em algum momento os passageiros não precisem mais ativá-lo em decolagens e pousos.

Fonte: Olhar Digital

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