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Notícias, Dicas e Curiosidades sobre Tecnologia e Meio Digital

Afinal, o que faz o modo avião?

Quem viaja frequentemente de avião já está acostumado: antes da decolagem, os comissários de bordo orientam todos os passageiros a colocarem seus celulares no modo avião. Mas o que isso realmente significa?

A ativação do modo avião faz que o celular pare de emitir todos os sinais que geralmente emite, como Wi-Fi, 4G, bluetooth e outros. Isso garante um “caminho aberto” para que o piloto se comunique com a central de voo.

Do ponto de vista do piloto e daqueles que comandam o voo, celulares que não estão em modo avião emitem sinais que podem interferir na comunicação da equipe com os sistemas dos aeroportos.

No caso de apenas um aparelho estar sem o modo avião ativado, os sinais emitidos por ele não devem ter impacto significativo no voo. Já em um cenário em que dezenas de dispositivos estejam emitindo sinais ao mesmo tempo, isso vai causar uma sobrecarga. E é aí que está o problema: isso pode afetar o avião quando ele estiver em momentos críticos, como quando ocorre a comunicação remota e digital com os aeroportos.

Isso porque, assim como qualquer tecnologia, existe um limite de quantidade de sinal que o sistema de um avião pode suportar. Durante um voo, o modo avião reduz consideravelmente esse volume e permite que diferentes interfaces funcionem normalmente. É uma situação semelhante à que ocorre quando muitas pessoas utilizam o sinal de um mesmo roteador: algumas delas podem não alcançar a conexão desejada.

Os momentos de maior comunicação entre piloto e central de voo ocorrem na decolagem e na aterrissagem. Por isso, é importante que os celulares a bordo da aeronave estejam em modo avião nessas ocasiões.

As aeronaves modernas têm uma grande quantidade de sistemas, que estão cada vez mais digitalizados. Todas as interfaces presentes na cabine de voo se comunicam o tempo todo, seja por fibra ótica, comunicação sem fio ou cabo. E elas podem ser afetadas se uma carga de sinal muito grande atuar sobre elas. Seria exatamente o que ocorreria se houvesse diversos smartphones em um mesmo lugar com o modo avião desativado.

Desligar apenas o Wi-Fi ou o 4G diminui a quantidade de sinais emitidos pelo celular, mas não garante a mesma segurança que ativar o modo avião.

Para quem acha ruim a necessidade de ativar o modo avião ao embarcar para uma viagem, as notícias são boas: ele não deve durar para sempre. Com o avanço das tecnologias de blindagem de sinal das aeronaves, é provável que em algum momento os passageiros não precisem mais ativá-lo em decolagens e pousos.

Fonte: Olhar Digital

Ransomwares: da insanidade ao modelo de negócios

Um malware de trinta anos que virou modelo de negócio para startups do cibercrime

Apesar de terem sido apresentados ao público de maneira mais ampla por volta de 2017, quando, em um espaço de poucos dias, o WannaCry atingiu o NHS, sistema público de saúde inglês, a matriz da Telefónica na Espanha e outros alvos diversos, os ransomwares não são algo propriamente novos.

A ideia de criptografar os arquivos de uma máquina e depois cobrar um resgate (em inglês: ransom) para ceder a chave que reverte o processo vem lá de trás, em 1989, quando Joseph Popp criou o “AIDS Trojan”, que vinha em um disquete que supostamente traria informações sobre a doença, mas infectava o autoexec.bat de PCs (primeiro arquivo a ser executado nos tempos do DOS).

AIDS Trojan, o primeiro ransomware

O malware fazia com que, na nonagésima vez em que o computador fosse iniciado após a infecção, executasse uma rotina que escondia arquivos e diretórios, criptografando seus nomes, para em seguida dizer que a licença de um software chamado “PC Cyborg” havia expirado e que um pagamento de US$ 189 deveria ser enviado para uma caixa postal no Panamá, junto com um disquete, que seria usado para remeter uma nova “licença”.

Obviamente não foi uma ação muito bem-sucedida. Popp, que era um biólogo evolucionista formador por Harvard e ligado a várias instituições médicas, foi preso em 1989 na Inglaterra e considerado mentalmente incapaz de enfrentar julgamento. Eventualmente foi extraditado para os Estados Unidos, onde passou a viver em isolamento.

Depois do “AIDS Trojan” tivemos um hiato de mais de quinze anos. Foi só em 2005 que surgiu outro ramsonware, desta vez agindo de forma mais agressiva e criptografando dados, não apenas nomes. Mas, mesmo àquela época, ainda era difícil para o “ator” (cibercriminoso) lucrar com isso: o rastro de dinheiro não é algo fácil ser apagado, que o digam os milhões de dólares que Pablo Escobar enterrou por toda a Colômbia.

Apenas em 2013 os resgates em Bitcoin passaram a ser adotados. E, em 2017, veio o infame sucesso. Aliás, uma curiosidade é que o WannaCry teve seu poder de devastação mitigado por um hacker britânico chamado Marcus Hutchins, que descobriu que o malware tentava contactar um site remoto, cujo domínio havia vencido e não havia sido renovado. Hutchins registrou o domínio e criou uma resposta que impedia a ação do malware, evitando um cenário devastador.

A explosão do ransomware e o fomento ao cibercrime

Principalmente nos EUA, empresas e entes dos mais variados níveis de governo começam a fazer seguro contra malwares, e isso terminou por gerar um novo ramo de negócios no submundo, o “Malware As A Service”. Nesta versão deturpada de startups, atores criam o malware e distribuem para afiliados versões personalizadas com códigos de identificação, para que eles infectem vítimas institucionais. Os afiliados irão então tentar vitimar o máximo de pessoas. Sempre que a startup recebe um resgate, ela é capaz de identificar a origem e pagar o quinhão do afiliado, que varia entre 60% e 70%.

Na realidade tal seguro faz com que estes entes deixem de tomar medidas preventivas necessárias para a guarda adequada de dados. Em meados de 2019, não foram poucas as escolas norte-americanas que tiveram problemas no final das férias de meio de ano, ficando com suas infraestruturas completamente comprometidas.

Mas vai além: o seguro que é pago aos cibercriminosos, em última instância, fomenta o próprio crime. Hoje temos criptomoedas que não podem ser rastreadas – ao contrário da crença popular, o Bitcoin é rastreável –, o que torna muito fácil a transferência de recursos financeiros. Não é à toa que em 2021, o cibercrime deverá ultrapassar o faturamento do tráfico internacional de drogas, se tornando a atividade criminosa número 1 do mundo.

Imagem de Katie White, por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=3998798">Pixabay

Aprofundamento das invasões, GDPR, CCPA, LGPD e outros

Some isso ao método de atuação que vem se desenvolvendo nos últimos anos, em que invasores não atuam de imediato, mas ficam por longos períodos de tempo pesquisando a rede interna de suas vítimas: em pelo menos um caso, um ator operou por quatro anos na infraestrutura de uma rede hoteleira, antes de roubar os dados de 500 milhões de hospedes. Ou seja, há uma sofisticação crescente, tanto na tecnologia, quanto na forma de perpetrar ataques.

Alguns atores passaram não apenas a criptografar dados. Desde novembro de 2019, eles passaram a adicionar extorsão ao sequestro de dados. Veja, qualquer empresa com um mínimo de consciência de cibersegurança trabalha com pelo menos um backup de seus dados. Então em alguns casos a empresa pode se dar ao luxo de ter um dano minimizado ao recuperar um backup.

O que os atores estão fazendo agora é ameaçar expor os dados sensíveis da empresa ao público. Na realidade, em pelo menos dois casos que eu conheça, grupos liberaram lotes de informações de algumas empresas para quem quisesse baixar.

Quando colocamos isso sob a ótica das legislações de proteção de dados, o que poderia ser um caso grave de perda de segredos comerciais, passa a ser também uma violação ainda mais severa a estas legislações. E não apenas no caso de empresas com operação online: a primeira empresa europeia a ser multada por violação à GDPR foi um hospital, cujas medidas para proteger os dados dos pacientes foram consideradas insuficientes pela Autoridade Holandesa de Proteção de Dados.

Por aqui a LGPD ainda não entrou em vigor. Isso deverá ocorrer em 15 de agosto de 2020, caso ela não seja adiada, mas seu vigor em algum momento é inevitável, até porque a PEC 17/2019 quer tornar o direito à privacidade de dados um direito fundamental e, em algum ponto, será necessário este tipo de compliance para se fazer negócios com a União Europeia. E ela, LGPD, vem com multas pesadas.

Ao contrário da maioria dos países do mundo, que tem em atores estrangeiros a origem da maioria de seus ataques, no Brasil, pelo menos 60% do cibercrime é cometido por atores nacionais.

Cibersegurança nunca foi um luxo, mas agora tende a se transformar numa questão de sobrevivência corporativa.

Fonte: tecnoblog

Claro, Oi, TIM e Vivo limitarão número de chips pré-pagos por CPF

Medida foi anunciada pela Anatel e pelas operadoras na CPI das Fake News; objetivo é prevenir fraudes

Na audiência, a Anatel esclareceu que trabalha junto às operadoras para combater os cadastros fraudulentos. Tudo começou com o recadastramento obrigatório do pré-pago, no qual clientes com dados incompletos tiveram que regularizar a situação.

Em 2020, foi disponibilizado o site Cadastro Pré, onde é possível verificar a existência de linhas móveis pré-pagas associadas a um CPF nas operadoras Claro, Oi, TIM, Vivo, Algar e Sercomtel.

Além disso, uma futura etapa prevê a conexão das operadoras com a Receita Federal para verificar a validade e veracidade do CPF. Isso dificultaria a ação de empresas de marketing digital como a Yacows, que utilizou dados obtidos sem autorização, inclusive de idosos e falecidos, para registrar linhas no WhatsApp e disparar mensagens de propaganda política nas eleições de 2018.

Facilidade de adquirir linha permite ativações indevidas

Adquirir uma linha de celular no Brasil é uma tarefa bem simples: basta comprar um chip em pontos de venda como banca de jornal, farmácias ou padaria; e fazer a ativação pelo próprio aparelho informando o CPF e endereço, sem se deslocar a uma loja física da operadora. (O endereço não era exigido até o processo de recadastramento do pré-pago.)

Com essa facilidade, dados de terceiros foram — e continuam sendo — constantemente utilizados para ativar linhas a fim de cometer algum tipo de irregularidade, desde trotes até criação de contas no WhatsApp para enviar spam.

Durante a audiência, o senador Angelo Coronel (PSD/BA) levantou a possibilidade de exigir que os cadastros de linhas sejam feitos apenas presencialmente, nas lojas da operadora. No entanto, as empresas informam que isso dificultaria o acesso ao serviço, principalmente para consumidores de baixa renda.

Se o cadastro presencial fosse exigido, as operadoras teriam de ampliar muito o número de lojas apenas para atender os clientes, o que geraria uma alta despesa. Em 2021, as empresas pretendem digitalizar a coleta de documentos, como é feito atualmente com contas digitais em instituições bancárias.

Com informações: Teletime.

Fonte: tecnoblog

Impactos da Reformulação na Lei da Informática

A Lei de Informática concede incentivos fiscais para empresas do setor de tecnologia, especialmente hardwares e componentes eletrônicos.

Lei da Informática
Crédito: Divulgação

O principal incentivo é a redução do IPI nos produtos habilitados, de acordo com a habilitação prévia dos produtos que possuem o código do NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) incentivado. A lei é um dos mecanismos federais para fomentar a inovação no setor de hardwares e automação em toda indústria nacional.

Em 26 de dezembro de 2019, foi aprovada a Lei 13.969, que dispõe sobre a política industrial para o setor de tecnologias da informação e comunicação e para o setor de semicondutores, alterando o texto legal das Leis nº 8.248/1991 (Lei de informática), nº 11.484/2007 (PADIS e PATVD), nº 10.637/2002 (PIS e Pasep) e nº 8.387/1991 (Lei de informática da ZFM). Ou seja, a partir dessa aprovação, a Lei de Informática foi reformulada. Tendo em vista esse fator, é imprescindível entender quais são os impactos que as novas regras terão para as empresas.

As alterações legislativas impostas na nova lei decorreram das contestações das políticas tributárias aplicadas nos incentivos previstos na Lei de Informática e na Lei do Padis. Essas contestações foram levantadas pela Organização Mundial do Comércio (OMC), que julgou ilegais os benefícios tributários oferecidos nos programas de fomento e informou não estar alinhadas com as regras do Comércio Internacional, prejudicando assim as empresas de outros países.

Dentre as regras questionadas na Lei de Informática é possível apontar o benefício fiscal concedido sobre o recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e alguns dos requisitos impostos pelas portarias interministeriais de Processo Produtivo Básico (PPB), as quais estão em atualização desde junho de 2019.

As mudanças previstas na legislação entram em vigor apenas em 1º de abril de 2020, portanto, até essa data as empresas poderão continuar aplicando as regras antigas impostas pela Lei 8.248/1991. É importante destacar que a maior e mais drástica mudança implementada pela Lei 13.969/2019 foi a alteração do incentivo de redução do IPI. O novo benefício fiscal será aproveitado por meio de créditos financeiros que levam em conta o valor do investimento de Pesquisa, desenvolvimento e inovação das empresas PD&I, e o valor do faturamento em produtos que cumpram as regras do processo produtivo básico (PPB) das empresas habilitadas no programa.

É possível também apontar as alterações na forma de cálculo da base de obrigação de investimento de PD&I, nas limitações de investimento por ICTs e na abrangência do escopo dos depósitos em programas e projetos de interesse nacional nas áreas de tecnologias da informação e comunicação considerados prioritários. As mudanças apontadas preveem uma padronização do incentivo, uma vez que não existem mais diferenças no percentual final 4% sobre o faturamento bruto de produtos que seguem o PPB de cumprimento da obrigação em investimentos de PD&I, antes variável conforme a região e o tipo do produto.

Outro ajuste está relacionado aos valores de créditos financeiros, que agora necessitam de certificação por parte do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) antes do usufruto do benefício por parte da empresa. Contudo, esse é um tema que ainda vem gerando uma série de receios, uma vez que a apesar da Lei mencionar que o MCTIC teria um prazo de 30 dias para emitir a certificação dos valores para as empresas, o documento não menciona nenhuma penalidade ou saída para o uso do benefício fiscal em caso de descumprimento do prazo de análise por parte do MCTIC.

O novo cálculo beneficiará as empresas que possuem produtos enquadráveis na Lei de Informática e que dispõem de uma alíquota de IPI baixa, a qual não terá mais nenhum impacto na geração do incentivo fiscal, podendo assim aumentar o retorno do benefício fiscal de tais empresas.

É importante ressaltar que a lei informa que o crédito fiscal deverá ser aproveitado para abater os valores de recolhimento do IRPJ (na proporção de 80% do total do crédito) e para os valores de recolhimento da CSLL (na proporção de 20% do total do crédito). Porém, muitas empresas não possuem lucros para realizar o recolhimento desses impostos, e almejam utilizar o crédito para o abatimento dos demais impostos administrados pela Receita Federal. Vale notar que a nova lei já prevê uma saída para esses casos, que é a possibilidade de ressarcir os valores dos créditos financeiros ganhos com a Lei de Informática nos termos aplicados pela Receita Federal.

Desta forma, o melhor é aguardar o texto do novo decreto, que começou a ser redigido agora em janeiro, a fim de disciplinar este e os outros pontos que a Lei 13.969/2019 ainda deixou em aberto. Independentemente das mudanças, incentivos como a Lei de Informática são fundamentais para impulsionar a competitividade das empresas, além de um passo importante na direção de uma economia mais estável e inovadora.

*Especialista de Produtos do FI Group

Fonte: Diário do Comércio

Galaxy Z Flip está em processo de homologação pela Anatel

Novo celular dobrável da Samsung deve ser mais acessível que seu antecessor Galaxy Fold

Galaxy Z Flip está em processo de homologação pela Anatel

A Samsung anunciou seu primeiro smartphone dobrável, Galaxy Fold, pelo preço de R$ 12.999. Porém, a empresa já anunciou o seu segundo smartphone com a tecnologia, o Galaxy Z Flip, e espera-se que ele seja lançado no evento Unpacked, que vai acontecer em 11 de fevereiro, e mais acessível que seu antecessor. Para aqueles que estão interessados, o modelo já está em processo de homologação pela Anatel.

O sitePinguins Móveisencontrou o número de modelo SM-F700F/DS, apontado por diversas fontes por ser referente ao Galaxy Z Flip, no sistema da Agência Nacional de Telecomunicações. O aparelho ainda não foi aprovado e não recebeu nenhuma documentação ainda.

As características do smartphone já estão vazando na internet. Segundo Ishan Agarwal, o modelo será equipado com uma tela dobrável de 6,7 polegadas com painel Dynamic AMOLED. Além disso, o celular deve ter processador Snapdragon855+, 256 GB de armazenamento, Android 10 com One UI 2.1 e câmera “frontal” de 10 MP.

Segundo o siteXDA Developers, a tela vai possuir o vidro ultrafino da Samsung, conjunto de câmera externa com dois sensores, um principal de 12 MP e outra lente ultra-wide, além de leitor de digital na lateral. Na parte externa, uma pequena tela de uma polegada pode servir como visor para selfies e mostrar a hora, data e nível de bateria.

Fonte: Olhar Digital

O fim do Windows 7: por que o sistema é tão amado e usado até hoje?

Lançado em 2009, o sistema só fica atrás do Windows 10 entre os mais usados para desktops e notebooks

Esta terça-feira (14) é o último dia de “vida” do Windows 7. É a data em que a Microsoft deixa oficialmente de suportar o sistema operacional, com algumas raras exceções. A data marca o fim de uma trajetória de sucesso de um software lançado há mais de 10 anos, no longínquo ano de 2009.

A saga do Vista

Lançado em 2007, o Windows Vista foi inicialmente projetado para chegar ao mercado apenas três anos após o XP, lançado em 2001. Isso dá uma dimensão de como as coisas não estavam caminhando bem dentro da Microsoft, na época dirigida por Steve Ballmer. O executivo viria alguns anos no futuro admitir que o Vista era o seu maior arrependimento como líder da companhia.

E, de fato, não faltaram erros que fizessem o Windows Vista ser ignorado pelo público. O fato mais marcante foi o momento em que Ballmer e sua equipe determinaram um “reset” na base de código do sistema operacional durante sua fase de desenvolvimento. Isso mesmo: foi necessário recomeçar o desenvolvimento do Vista, porque a Microsoft não estava confiante nos rumos que a versão anterior estava tomando, o que significou um atraso enorme na produção e fez com que vários recursos que haviam sido previamente prometidos em público acabassem abandonados.

É claro que uma decisão desse porte afeta a qualidade final do produto, e o mercado reagiu de acordo. O Vista foi instalado em pouquíssimos computadores e até hoje leva a fama de ser um dos piores produtos da Microsoft; ele era visto como lento e pesado e causava uma série de incompatibilidades que atrapalhavam a vida de empresas e usuários, ao mesmo tempo em que o Windows XP funcionava bem o suficiente para justificar uma não-atualização de sistema.

A chegada do Windows 7

Ainda que o Vista tenha sido o fracasso que foi, ele teve uma importância enorme: servir de base para o Windows 7. As ideias que a Microsoft não conseguiu implementar de forma satisfatória seriam refinadas e ajustadas para a nova versão do sistema operacional.

Só de comparar as interfaces já é possível perceber as similaridades com clareza. A identidade visual Aero, implementada no Vista, finalmente chegou a sua versão completa com a versão 7. Isso incluía recursos essenciais da plataforma que são indispensáveis até hoje, como o UAC (Controle de Conta de Usuário), que chegou em um momento em que as ameaças para Windows estavam completamente fora de controle e minimizou o transtorno, o Windows Media Center, o Windows Defender.

Claro que houve novidades o suficiente para justificar uma nova versão do Windows. Boa parte delas solucionava a questão mais grave do Vista: o desempenho. Vários benchmarks da época do lançamento do Windows 7 mostram como o sistema acelerou o tempo de ligamento e desligamento do computador, e os ganhos também eram notáveis para a realização de tarefas no PC, proporcionando melhor usabilidade tanto para os computadores mais potentes quanto para os desktops e notebooks mais simples.

A vida longa do Windows 7

Não é possível falar do sucesso do Windows 7 apenas olhando para o seu antecessor. Ele precisa ser diretamente comparado com seus sucessores para entender por que até hoje ele figura alto na lista de sistemas operacionais mais usados do planeta.

Parece um passado distante, mas de lá para cá, a Microsoft lançou o Windows 8, e a resposta do público não poderia ter sido pior. A empresa viu que os smartphones e tablets estavam ganhando força e decidiu transportar a interface dos blocos dinâmicos do Windows Phone, otimizada para o toque, para os desktops, o que não agradou nem um pouco os usuários de PC.

A remoção do Menu Iniciar fez com que muitos, do dia para a noite, desaprendessem a usar seus computadores. Isso foi especialmente problemático para empresas que precisaram investir em treinamento de seus funcionários para que pudessem fazer o que sempre fizeram sem qualquer transtorno.

Então, não é surpresa que muitas pessoas evitaram o Windows 8 e até mesmo o seu sucessor, o Windows 8.1. A versão 7 ainda funcionava perfeitamente, rodava todos os programas normalmente, era familiar e totalmente suportado pela Microsoft.

O resultado foi simples: um computador sair de fábrica com o Windows 8 era um fator negativo, e não positivo. Consumidores preferiram não migrar e continuaram usando seu Windows 7 enquanto foi possível, e muitas empresas, percebendo essa tendência, continuaram vendendo PCs com Windows 7 até a chegada do 10.

Ainda há quem o prefira no lugar do Windows 10

E há bons motivos para isso. O Windows 10 solucionou boa parte dos problemas que fizeram as versões 8.x serem um fracasso, mas ele também trouxe uma série de outros transtornos que não existiam no passado.

O modelo de negócios da Microsoft com o Windows 10 mudou bastante. Em vez de lançar novas versões pagas a cada três anos, a empresa praticamente deu o Windows 10 para a maioria dos usuários, liberando atualizações semestrais regulares e gratuitas, com novos recursos e novidades.

Isso tem uma implicação: fazer com que a Microsoft procurasse outras fontes de renda para monetização do Windows. Ao usar o sistema operacional, não é muito difícil encontrar publicidade embutida na interface. A dependência de aplicativos distribuídos em uma loja centralizada também não convence o público do PC, por mais que a companhia insista pesado nesse formato.

Talvez mais grave seja a questão da privacidade dos usuários. Com o Windows 10, a Microsoft coleta volumes enormes de dados do público, o que pode ser uma preocupação maior para quem se preocupa com a forma como essas informações são usadas. Nada disso era um problema com o Windows 7.

Não é seguro usar o Windows 7

Apesar de toda essa apreciação pelo sistema operacional, o fim do suporte ao Windows 7 significa que todas as vulnerabilidades que existem no sistema, por mais graves que elas sejam, permanecerão abertas. Muitas delas sequer são conhecidas por enquanto e só serão notadas quando começarem a causar dor de cabeça para os usuários afetados.

O fato é preocupante, porque, segundo a Net Applications, 26% dos usuários de PC ainda estão usando o Windows 7, e pode demorar para esse número chegar a um ponto em que deixe de ser interessante para o cibercrime explorar suas vulnerabilidades.

Essa é uma proporção bastante similar ao que víamos com o Windows XP na época em que ele foi abandonado pela Microsoft, em 2014. A Net Applications registrava uma participação de quase 30% do mercado para o XP nas semanas que antecederam o fim definitivo do suporte. Em 2016, dois anos depois, a participação ainda era de mais de 10%. Foram necessários muitos anos para que o XP finalmente se aproximasse ao patamar de participação desprezível, contando hoje, quase seis anos após o fim do suporte, com 2% do mercado.

Fonte: Olhar Digital

Microsoft encerra assistência ao Windows 7

Microsoft deixa de oferecer suporte ao Windows 7 a partir desta terça

Segundo o site “Net Market Share”, 26,6% dos computadores do mundo segue operando com Windows 7

Windows 7
Windows 7: razão fundamental que explica a quantidade de pessoas que segue utilizando o Windows 7 é a satisfação geral dos usuários com o sistema (Oli Scarff/Getty Images)

São Francisco — O sistema operacional para computadores Windows 7, um dos mais populares da história, deixará de ter suporte técnico da Microsoft a partir desta terça-feira.

A partir da data, o sistema deixa de receber atualizações, atualizações, o que deixará aqueles que o sigam utilizando mais vulneráveis a ataques de hackers.

Segundo o site “Net Market Share”, 26,6% dos computadores do mundo segue operando com Windows 7, apesar de a Microsoft ter alertado há mais de um ano que deixaria de atualizá-lo no início de 2020.

Microsoft recomenda que aqueles que continuam com o Windows 7 que o atualizem para um sistema operacional mais recente se possuem um computador comprado há menos de três anos. Caso contrário, a sugestão da empresa é a aquisição de uma nova máquina.

Na prática, como ocorreu há alguns anos com o popular Windows XP, a decisão de deixar de atualizar o sistema deixará aqueles que não fizerem a troca mais vulneráveis a possíveis vírus, trojans e ataques por parte de hackers.

Segundo dados de dezembro de 2019, mais da metade dos computadores do mundo usa o Windows 10.

Os outros 25% são compostos por usuários de Macs, de Linux, de alguns fãs do Windows XP que resistem em abandoná-lo e de Windows 8 e 8.1, que nunca tiveram grande popularidade entre os clientes da Microsoft.

Segundo a imprensa especializada, a razão fundamental que explica a quantidade de pessoas que segue utilizando o Windows 7 é a satisfação geral dos usuários com o sistema. A impressão ruim que parte deles também teve do Windows 10 é outro fator apontado.

Apesar de deixar de oferecer assistência técnica para o Windows 7 ao público geral, a Microsoft seguirá dando suporte a empresas e órgãos governamentais que desejem manter o sistema e estejam dispostos a pagar por isso.

Fonte: Exame

Veja por onde começar na hora de migrar do Windows para o Linux

O Olhar Digital reuniu algumas informações e dicas importantes para quem está pensando em migrar do Windows para o Linux. Confira!

Cada vez mais, o Linux e as suas distribuições têm ganho bastante espaço e novos usuários devido a mudanças importantes, inclusive, 2019 sendo um ano extremamente importante para ele. Por sua vez, o Windows 7 ainda continua sendo um sistema amplamente utilizado, mas ainda em janeiro de 2020, ele deve parar de receber atualizações, sendo necessário recorrer as atualizações pagas do Extended Security Updates para manter o sistema atualizado, um tipo de “programa” de atualizações pagas oferecido pela Microsoft.

Por sua vez, apesar de ser uma boa hora para trocar o Windows pelo Linux, muita gente ainda não sabe exatamente o que esperar do novo sistema ou até mesmo por onde começar com a migração. Assim, para lhe ajudar, o Olhar Digital preparou uma matéria com algumas dicas para quem quer migrar para o Linux.

Fazendo o backup no Windows

Antes de partir de fato para o Linux, é claro, você deve querer salvar os seus arquivos, que estão no Windows para que eles continuem sendo acessados no novo sistema. Aqui, vale lembrar, o Linux utiliza tipos de partições diferentes, mas reconhece os formatos utilizados pelo Windows.

A forma mais fácil de fazer um backup é em um HD externo, realizando mesmo uma cópia manual de seus principais arquivos. Caso prefira uma opção mais robusta, é claro, você pode utilizar algum serviço como o Google Drive, que oferece 15 GBs gratuitos de espaço de armazenamento na nuvem e um aplicativo para o Windows, que facilita o backup de suas pastas e arquivos.

Reprodução

Após ter feito o backup, já no Linux, algumas distribuições como o Linux Mint, por exemplo, trazem a opção de sincronizar a sua conta do Google, incluindo o serviço do Google Drive com os seus arquivos. Assim, após fazer essa configuração no sistema, os seus arquivos ficam disponíveis no gerenciador de arquivos e podem ser copiados de volta para a sua máquina, caso deseje. Além do Google Drive, outra opção interessante para o Linux é o Mega, que também possui um cliente oficial para a plataforma, o Mega Desktop App.

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Apesar de termos mencionado aqui opções com integrações mais diretas com o Linux, vale lembrar, também, que praticamente todos os serviços de armazenamento de arquivos na nuvem, é claro, podem ter o seu acesso realizado pelo navegador.

Teste a distribuição antes de instalá-la

Uma dica importante para você achar com mais facilidade uma distribuição que lhe agrade, é rodando-a a partir de um pendrive, que pode ser preparado com a ajuda de ferramentas como o Rufus ou o UNetbootin. Dessa forma, você poderá mexer no sistema antes de instalá-lo sem afetar a cópia do seu sistema operacional atual.

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Caso você ainda esteja reticente em fazer uma migração, mesmo tendo testado ela, lembre-se que você pode instalar o Linux em dual boot, ou seja, você terá na mesma máquina o acesso ao Windows e ao Linux.

Escolhendo uma distribuição

Para você utilizar o Linux, existem diversas distribuições na internet, que trazem suas próprias características, pacotes de programas etc. Algumas delas, inclusive, tem outras mudanças e podem, por exemplo, serem mais indicadas para um PC antigo, um PC novo, um PC gamer, profissionais que trabalham com edições e outros cenários.

Aqui, nessa matéria, o Olhar Digital listou alguma das principais distribuições do momento e que podem ser boas alternativas para ficar no lugar do Windows 7. Veja quais são elas:

Linux Mint

Uma das principais distribuições do momento, que leva como base o sistema do Ubuntu é o Linux Mint, que consegue na maioria dos casos oferecer um bom desempenho com um baixo consumo de memória RAM. Caso esteja pensando em usá-lo, não deixe de conferir este tutorial do Olhar Digital de como fazer a sua instalação, que apesar de ser de uma versão um pouco mais antiga, não teve muitas mudanças no processo.

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Elementary OS

Se você já tem um computador mais potente e procura uma distribuição, que já venha com um apelo visual maior, o Elementary OS também é uma ótima opção. Assim como o Linux Mint, o sistema base do Elementary OS é o Ubuntu, que faz com que você tenha um acervo generoso de aplicativos.

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ZorinOS

Já quem não consegue abdicar do visual do Windows pode achar o ZorinOS uma opção bem interessante. Essa distribuição utiliza o ambiente gráfico do Gnome Shell com um tema próprio, que lhe deixa bem intuitivo e, de certa forma, similar com o Windows em alguns aspectos. Apesar de ser gratuito, o Zorin OS conta com uma versão paga que traz alguns benefícios extras.

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Ubuntu

Uma das distribuições mais utilizadas é justamente o Ubuntu, que se destaca por ter o suporte a diversos ambientes gráficas e até mesmo imagens específicas para ser usado em computadores do tipo Desktop ou em servidores.

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Linux Deepin

A última distribuição de nossa lista é a chinesa Deepin, que se destaca por conta de seu visual bonito e foco na facilidade de uso. Recentemente, o Deepin até chegou a ser destaque por estar sendo instalado em computadores da Huawei como o seu sistema operacional padrão.

Reprodução

Quais programas utilizar no Linux

Uma grande preocupação que existe na hora de sair do Windows para o Linux fica por conta da questão de programas a serem utilizados no sistema do pinguim. Apesar de alguns programas populares no Windows ainda não terem uma versão nativa para Linux, a verdade é que existem diversas alternativas eficientes por lá e até mesmo uma chance de fazer o seu programa em específico rodar através do Wine.

Para você ter apenas alguma ideia de por onde começar, assim como feito com as distribuições, o Olhar Digital também fez uma lista de aplicativos que são boas opções para o Linux e que podem substituir algo que estava em uso no Windows. Veja:

Clientes de e-mail

O Windows sempre incluiu opções de clientes de e-mail instalados no seu sistema. Já o Linux, na maioria das distribuições, também vem com um cliente de e-mail instalado, sende esse, na maioria dos casos, o Thunderbird, que é desenvolvido pela Mozilla. Já outra opção interessante e bem completa para essa categoria é o Mailspring, que apesar de ser gratuito, tem uma opção de assinatura para ter acesso a alguns recursos extras.

Compressores de arquivo

Na hora de enviar um arquivo pela internet, é bem comum recorrer a algum compressor para deixar tudo em apenas um arquivo ou só para diminuir o seu tamanho. Para alguns tipos de arquivos específicos, assim como o Windows, o Linux já tem ferramentas nativas para essa tarefa. Entretanto, para outros formatos, o PeaZip pode ser um grande aliado.

Editores de áudio

Alguns editores de áudio populares para o Windows, como o Sound Forge não estão disponíveis para o sistema do pinguim. Entretanto, outra opção famosa, como o Audacity marca presença no sistema. E, se somente ela não for o suficiente para o seu trabalho, com certeza o Ardour e o LMMS lhe ajudarão.

Reprodução

Editores de imagem

Aqui, está mais uma categoria onde o principal programa do Windows, o Adobe Photoshop, não tem uma versão nativa para Linux. Em seu lugar, é claro, pode se usar o famoso e tradicional GIMP. Também, é claro, não pode faltar nessa lista o Inkscape.

Navegadores

Nessa categoria, praticamente não existem muitas diferenças em relação aos programas utilizados no Windows. No Linux, sim, você poderá usar os navegadores ChromeFirefoxOperaVivaldi e outros. Também, não se esqueça que praticamente todas as distribuições já vem pelo menos com um ou dois navegadores pré-instalados.

Players de áudio

Quem está se preocupando em escutar músicas no Linux, pode ficar tranquilo, pois além de ter o cliente do Spotify, o sistema do pinguim também tem opções bem interessantes para quem quer escutar músicas armazenadas localmente no PC. Para essa categoria, as recomendações ficam com o Clementine e o Banshee, que além de reproduzir arquivos de áudio, também conta com o suporte para vídeos.

Reprodução

Players de vídeo

Diferente da última categoria mencionada, o Netflix não possui um aplicativo oficial como o visto no Windows 10, mas ele roda normalmente a partir de navegadores no sistema do pinguim. Já as recomendações de programas para rodar os arquivos que estão na sua máquina ficam para o popular VLC Player e para o SMPlayer.

Suítes Office

Outro aplicativo bem popular no Windows, é claro, fica por conta do Microsoft Office, que ainda não tem uma versão oficial para Linux, mas conta com opções à altura. Em primeiro lugar, se você não quer trocar o Microsoft Office, vale a pena dar uma chance para o Office Online e ver se ele atende suas necessidades.

Já uma das opções mais completas e populares para o Linux fica por conta do LibreOffice, que recebe atualizações constantes e é compatível com os arquivos criados com o Microsoft Office, assim como o WPS Office. Já uma menção honrosa também fica com o Apache OpenOffice.

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Essas foram apenas algumas dicas para quem está pensando em migrar do Windows para o Linux. Lembre-se, é claro, que os sistemas possuem algumas diferenças de uso. Caso você, leitor, já tenha passado por essa experiência ou queira agregar mais informações de como migrar do Windows para o Linux, deixe o seu comentário e sugestão para nós!

Fonte: Olhar Digital

Seis novidades esperadas para o WhatsApp em 2020

Além do tão esperado - e já atrasado - modo escuro, WhatsApp deve ganhar nova forma de navegação, mais filtros para imagens, entre outras funções; confira a lista de novidades

Por Cesar Schaeffer 24/12/2019 11h20 Via Olhar Digital

 

O aplicativo de troca de mensagens mais popular do mundo vai ganhar novas funções. Em 2020, muitas das novidades anunciadas (e prometidas) devem finalmente chegar ao WhatsApp para todos os usuários.

Confira uma lista das mudanças esperadas para o WhatsApp em 2020:

1) Modo escuro (finalmente)

modo escuro (dark theme) deve ser, finalmente, liberado para todos os usuários do WhatsApp logo no início do ano. Segundo informa o site WABetaInfo, diversas melhorias do modo escuro foram feitas na versão beta do aplicativo e agora o modo escuro estaria pronto para ser oficialmente liberado. Além de alterar as cores do app, o recurso também promete reduzir o consumo de bateria dos celulares. Recentemente, o Olhar Digital ensinou como ativar o modo escuro do WhatsApp de forma "não oficial".

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2) Perfil em QR Code

Seguindo o exemplo do que já foi adotado no Instagram - outro aplicativo sob o guarda-chuva do Facebook -, o WhatsApp vai ganhar uma nova forma de compartilhar contatos. A partir de 2020, os usuários vão podem enviar seu perfil para outras pessoas através de um QR Code; simples e prático.

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3) Novas mensagens de áudio

As mensagens de voz continuarão funcionando da mesma forma. A novidade prometida - e já experimentada também na versão beta - é a possibilidade de escutar as mensagens de áudio sem a necessidade de entrar no aplicativo; ou seja, vai ser possível acessar os áudios a partir das notificações do WhatsApp.

4) Novos filtros para fotos

O WhatsApp já oferece alguns filtros para fotos. Ainda que não sejam tão populares, a ferramenta deve trazer novidades neste campo também em 2020. O recurso mais esperado e que já faz grande sucesso no “irmão" Instagram é a função “Boomerang" para vídeos curtos.

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5) Navegação aprimorada

Hoje, quando você recebe um link para uma página ou um vídeo qualquer na internet pelo WhatsApp, ao clicar no endereço, outro aplicativo é aberto. Este “incômodo" também vai ficar na história. A partir de 2020, toda vez que o usuário quiser abrir um link, vai ser possível fazê-lo no próprio WhatsApp; uma janela pop-up no estilo do Facebook vai abrir para oferecer uma melhor experiência de navegação.

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6) Mensagens que se auto destroem

Esta é outra promessa para o WhatsApp em 2020: mensagens com tempo de duração. Com esta função, o usuário vai poder definir o “tempo de vida” de determinadas mensagens para que elas desapareçam automaticamente após o prazo escolhido pelo remetente.

Piores Senhas de 2019

25 piores senhas de 2019: lista inclui 123456, qwerty e password

SplashData reúne senhas expostas em vazamentos na internet e lista as mais comuns; muitas pessoas usam 1q2w3e4r e 123qwe

Por Felipe Ventura | 19/12/2019 às 10h34 | via Tecnoblog

Piores Senhas de 2019

 

Todo ano, a SplashData reúne senhas expostas em vazamentos na internet e lista quais são as mais comuns: muita gente ainda está usando 123456123456789qwerty e password para fazer login. Além disso, diversos usuários resolveram adotar senhas aparentemente mais seguras como 1q2w3e4r e 123qwe — são padrões de teclado que um hacker conseguiria descobrir com facilidade.

Em comunicado, a SplashData dá uma boa notícia: password era uma das duas senhas mais utilizadas em todo levantamento desde 2011; no entanto, em 2019, ela caiu para o quarto lugar. Óbvio, ela sequer deveria ser utilizada, mas parece ser um avanço. As senhas admin e welcome também caíram de posição.

Há alguns itens novos na lista como dragon, provavelmente por influência de Game of Thrones; como a série acabou (e muita gente reclamou do final), imagino que essa senha não estará entre as mais usadas de 2020.

A lista também inclui novidades como qwertyuiop1q2w3e4r e 123qwe. Aparentemente, muitas pessoas decidiram seguir conselhos como "use senhas longas" e "use letras e números". No entanto, essas sequências correspondem ao layout da maioria dos teclados no mundo e são terrivelmente fáceis de descobrir — especialmente agora que estão no ranking da SplashData.

"Embora muitos programas de computador agora impeçam a criação dessas senhas, aplicativos mais antigos e alguns sites ainda permitem que as pessoas usem senhas perigosamente fracas", explica a empresa.

Lista reúne 25 senhas que você deveria evitar

A SplashData estima que quase 10% das pessoas usaram pelo menos uma das 25 piores senhas da lista deste ano; e 3% usaram a pior delas (123456). Ela elaborou esta lista após analisar mais de 5 milhões de senhas vazadas na internet ao longo de 2019, principalmente na América do Norte e Europa Ocidental; não foram considerados os vazamentos provenientes de sites adultos.

A lista das 25 piores senhas de 2019 segue abaixo:

Posição Senha Quantas posições subiu (ou caiu) desde 2018
1 123456 não mudou
2 123456789 subiu 1
3 qwerty subiu 6
4 password caiu 2
5 1234567 subiu 2
6 12345678 caiu 2
7 12345 caiu 2
8 iloveyou subiu 2
9 111111 caiu 3
10 123123 subiu 7
11 abc123 subiu 4
12 qwerty123 subiu 13
13 1q2w3e4r (nova)
14 admin caiu 2
15 qwertyuiop (nova)
16 654321 subiu 3
17 555555 (nova)
18 lovely (nova)
19 7777777 (nova)
20 welcome caiu 7
21 888888 (nova)
22 princess caiu 11
23 dragon (nova)
24 password1 não mudou
25 123qwe (nova)
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