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Notícias, Dicas e Curiosidades sobre Tecnologia e Meio Digital

Novo recurso do WhatsApp ajuda a verificar se algo é Fake News

O WhatsApp anunciou nesta segunda-feira (3) um novo recurso para combater o espalhamento de notícias falsas e outras formas de desinformação no mensageiro.

1 min de leitura | TecMundo Por Nilton Kleina via nexperts
Imagem de: Novo recurso do WhatsApp ajuda a verificar se algo é Fake News
Imagem: Pixabay

A partir de agora, mensagens que são consideradas suspeitas pela plataforma (ou seja, que são encaminhadas em massa e entre vários usuários) receberão um ícone de lupa ao lado da janela com o link.

Ao clicar no botão, o aplicativo sugere uma pesquisa sobre o assunto na internet. A ideia é que, com uma consulta rápida a fontes confiáveis, você possa descobrir se aquilo é falso ou não. Caso o usuário concorde, ele será direcionado automaticamente à busca pelo navegador padrão do celular ou computador.

Como o WhatsApp possui criptografia de ponta-a-ponta, o servidor do app não armazena e nem consegue ver o conteúdo das mensagens — o julgamento do que é suspeito é baseado somente no espalhamento do link. O exemplo postado no blog da empresa, entretanto, é diretamente relacionado com a pandemia do novo coronavírus, o que indica que essa é uma das grandes preocupações atuais da plataforma.

Um exemplo de mensagem encaminhada em massa e buscada na internet.
Um exemplo de mensagem encaminhada em massa e buscada na internet. Fonte:  WhatsApp 

Também na tentativa de reduzir a disseminação de conteúdos enganosos, o WhatsApp já limitou mais de uma vez a quantidade de encaminhamentos de mensagens.

Por enquanto, só algumas regiões começaram a receber a novidade: Brasil, Espanha, Estados Unidos, Irlanda, Itália, México e Reino Unido estão entre os primeiros, com o recurso liberado quanto no app para Android ou iOS quanto na versão WhatsApp Web.

Fonte: TecMundo

Xiaomi traz celular com bateria que dura dois dias ao Brasil

O novo Redmi 9 é um smartphone Android que tem câmera traseira tripla e uma das maiores capacidades de bateria do mercado na atualidade

Por Lucas Agrela (EXAME.com)| Publicado em: 29/07/2020 às 19h38 | Alterado em: 29/07/2020 às 19h54

Xiaomi: Redmi 9 tem bateria de mais de 5.000 mAh (Xiaomi/Divulgação)

A Xiaomi traz ao Brasil nesta semana o novo Redmi 9, um smartphone intermediário com bateria de 5.020 mAh, uma das maiores capacidades do mercado na atualidade. A fabricante promete duração de bateria para dois dias de uso com uma única recarga.

O celular tem sistema operacional Android, tela de 6,2 polegadas com resolução Full HD+, processador octa-core MediaTek Helio G80, 64 GB de armazenamento e 4 GB de RAM.

A câmera traseira do Redmi 9 é tripla, sendo uma delas comum (com ângulo de captura de 80 graus e 13 megapixels), uma ultra-grande angular (com 120 graus de captura e 8 megapixels) e uma macro, de 2 megapixels, para tirar fotos a 3 cm de distância.

O novo smartphone da Xiaomi compete com o Galaxy A51, da Samsung, que também conta com câmera traseira tripla e bateria com capacidade de 4.000 mAh. O preço sugerido do Redmi 9 é de 1.899 reais.

Xiaomi além do celular

A chinesa Xiaomi está no país desde 2019 e conta hoje com 22 modelos de smartphones diferentes e um total de 372 produtos, entre eles balança inteligente, patinete elétrica e pulseira para exercícios físicos.

Fonte: EXAME.com

TikTok: Anonymous pede que usuários deletem o app; entenda

Aplicativo é acusado de integrar uma ação massiva de espionagem operada pelo governo chinês; aplicativo teria acesso ao hardware e informações de rede do telefone

De acordo com o Anonymous, o TikTok estaria ligado ao governo chinês; aplicativo nega. Imagem: Pixabay

Se, por um lado, o TikTok sobe nos rankings de aplicativos mais populares de 2020, por outro, sua reputação sofre ataques constantes. Nos últimos meses, repercutiram denúncias de que o app compartilharia informações dos usuários com o governo chinês. Isso inclusive levou o governo dos Estados Unidos a anunciar que avalia bani-lo de seu território. Agora, a famosa rede de hackers Anonymous endossa a lista de entidades que desaconselham seu uso.

No dia 1º de julho, o grupo publicou em sua conta no Twitter: "deletem o TikTok agora; se você conhece alguém que o utilize, explique que é essencialmente um malware operado pelo governo chinês que está conduzindo uma ação massiva de espionagem".

O tuíte foi feito em resposta a outra publicação na rede social, que expunha o que um usuário do fórum Reddit supostamente havia descoberto ao revirar o código do aplicativo. De acordo com o autor do post, essas são as informações às quais o TikTok teria acesso:

  • Hardware do telefone (tipo de CPU, dimensões e resolução da tela, uso de memória, espaço de disco, entre outros)
  • Outros aplicativos instalados no celular, incluindo aqueles que foram recentemente deletados
  • Informações de rede, como Wi-Fi e IP do roteador
  • A presença de root ou jailbreak no dispositivo
  • Localização em tempo real atualizada a cada 30 segundos

O autor do post diz ainda que o app dificulta a análise do código com um algoritmo que muda a cada atualização, "para que ninguém saiba as informações que eles estão obtendo".

"Já fiz o mesmo procedimento com os aplicativos do Twitter, Reddit, Instagram e Facebook. A quantidade de dados coletados por eles não chega nem perto do que é feito pelo TikTok, e eles com certeza não tentam esconder o que estão fazendo. É como comparar um copo d'água ao oceano", completa ele.

De acordo com o Anonymous, o TikTok estaria ligado ao governo chinês; aplicativo nega. Imagem: Pixabay

Em declaração a um jornal espanhol, o aplicativo afirmou que "leva a sério as acusações feitas", e que fechou parceria com empresas de segurança de nível mundial para avaliar e corrigir os possíveis problemas relacionados à privacidade dos usuários.

Sobre a associação ao governo chinês, o TikTok alegou que é liderado por um CEO americano e possui centenas de funcionários — inclusive do setor de segurança — nos Estados Unidos.

Via Fayer Wayer

Fonte: Olhar Digital

Três tendências de Tecnologia para o mundo pós-pandemia

O coronavírus mudou completamente a nossa vida e após três meses de rotina alterada, a pandemia já trouxe alguns ensinamentos para empresas e a sociedade como todo.

Por Daniel Peralles, diretor de engenharia de produto da ao³

Mas aqui falando do nosso universo de tecnologia, o que aprendemos? Um meme que circula nas redes sociais e aplicativos de conversa exemplifica o momento atual. Ele diz que não foi o CEO, CIO e/ou CDO que acelerou a tão falada transformação digital, e sim, a Covid-19. Para o mercado corporativo, a possibilidade de ganho mais visível, até agora, é o home office, por outro lado, o isolamento também abriu espaço para outras tendências de Tecnologia, e aqui listo três:

1. DevOpSec

No momento atual, quem se adaptou mais rápido, conseguiu minimizar os impactos da crise. Com isso, daqui para frente, um movimento que deve ganhar força é adoção da DevOpSec. Quando falamos do ciclo de desenvolvimento de software, a interação humana deixa espaço para falhas – por isso, o feedback rápido e seguro é a chave para adaptação exigida. Com DevOpSec, a união das práticas de Desenvolvimento, Operação e Segurança com automatização, as validações são contínuas a cada alteração. O código é compilado, os requisitos de segurança são checados e as regras funcionais validadas. Uma vez que está tudo conferido, a produção é atualizada com uma nova versão e no final do processo o cliente é avisado que uma atualização está disponível para ele utilizar.

A metodologia é uma alternativa para dar a velocidade que o mundo digital pede, sem abrir mão das credenciais de segurança e qualidade. E por que esse conceito tende a ganhar mais espaço no pós-pandemia? Simples. Ter processos rápidos permite encontrar soluções rápidas e aumentar a velocidade do ciclo de feedback.

2. Dados e algoritmos

O mercado fala de inteligência de dados há um bom tempo, mas a análise efetiva de grandes volumes de informações só passou a ser possível “recentemente”, com a criação de tecnologias mais modernas e uma internet mais rápida. Fazendo uma analogia simples, comparar fotos de gato com cachorro está mais simples, descobrir a raça de cada um está começando a ser mais fácil, mas identificar os padrões de comportamento deles ainda é um desafio.

Daqui para frente veremos crescer o uso de algoritmos, inclusive para soluções de problemas gerados pela Covid-19. Por exemplo, com o isolamento, contratar virou uma tarefa desafiadora para profissionais de RH, que precisam digitalizar os processos de admissão. Todo mundo sabe que no Brasil, sem a documentação correta, simplesmente não é possível contratar um novo colaborador. Como atestar que o comprovante de residência é valido se o País tem uma base com mais de 300 milhões de endereços? Se em cada região ele tem um padrão diferente? Algoritmos!

3. Colaboração

O conceito de comunidade também crescerá após a crise. Já é um consenso que tecnologia não se faz sozinho e que trabalhar em rede é uma maneira eficaz de acelerar a inovação. E neste contexto, abrir mão da propriedade intelectual em prol da comunidade desenvolvedora, o chamado software open source ou código aberto, deve despontar.

Permitir que qualquer desenvolvedor teste evolua o seu software ainda é uma barreira a ser vencida por muitas empresas, mas um movimento forte avança e tem entre os adeptos gigantes como Netflix e Facebook.

O “novo normal” já está entre nós e a tecnologia terá um papel fundamental no mundo que estamos criando a partir desta crise. Sairemos desse momento mais digitais do que nunca e isso exigirá dos profissionais e empresas de TI pensar em soluções rápidas – seja usando DevOpSecs na criação de novos processos, investindo em algoritmos para análises inteligentes ou colaborando com o ecossistema de inovação e desenvolvimento.

Fonte: administradores.com.br

3 celulares chineses com super bateria

Os smartphones evoluíram de forma extraordinária, mas muitas dessas características contribuem para um aumento no consumo de energia.

Postado em 08/07/2020 às 17:00 por TecMundo | 1 min de leitura

Imagem: https://www.slashgear.com/oppo-find-x2-pro-hands-on-power-and-comfort-in-a-single-package-06612349/

Nos últimos anos, os smartphones evoluíram de forma extraordinária, mas muitas dessas características – que incluem processadores ultrarrápidos, telas de altíssima resolução, altas taxas de atualização, recursos de IA, e conectividade 5G – contribuem para um aumento no consumo de energia.

Listamos aqui três smartphones chineses que possuem uma incrível capacidade energética, aliando baterias de alto desempenho a velocidades de carregamento, às vezes, bem acima da média.

Honor X10 Max (5.000 mAh)

Fonte: Honor/Divulgação
Fonte: Honor/Divulgação Fonte:  Honor

O Honor X10 Max é um “monstro” com tela de 7,09”, conectividade 5G, tecnologia RGBW (que oferece altíssimo nível de brilho e ainda economia bateria), suporta gama de cores de 100% DCI-P3 e tem as certificações HDR10 e Rhine TUV (recurso de proteção para os olhos).

Na questão energética, o Honor X10 Max tem uma bateria de 5.000 mAh e suporta ao carregamento rápido de 22,5 W.

O aparelho é disponibilizado em três versões: 6 GB + 64 GB, 6 GB + 128 GB e 8 GB + 128 GB. Elas custam, respectivamente, US$ 269 (R$ 1.447), US$ 297 (R$ 1.598) e US$ 354 (R$ 1.905).

Oppo Find X2 e X2 Pro (65 W)

Fonte: Gizmochina/Reprodução
Fonte: Gizmochina/Reprodução Fonte:  Gizchina

Os Oppo Find X2 e X2 Pro foram lançados em março e ainda figuram entre os smartphones mais rápidos do mundo, segundo o AnTuTu. Contando com o poderoso Snapdragon 865 (com 5G de até 7,5 Gbps de download), eles ainda trazem um dispositivo de armazenamento de altíssimo desempenho, principalmente quando precisam transferir arquivos muito grandes.

No quesito bateria, a do modelo Pro tem 4.260 mAh, enquanto o carregamento rápido chega a incríveis 65 W.

Outras especificações incluem uma tela QHD+ de 120 Hz, HDR10+, brilho de 1200 nits e um bilhão de cores.

Vivo X50 e X50 Pro (4.315 mAh e 33 W)

Fonte: Vivo/Divulgação
Fonte: Vivo/Divulgação Fonte:  Vivo

O Vivo X50 tem uma boa bateria de 4.315 mAh e carregamento rápido de 33 W (4.350 mAh e 44 W no Pro). Mas, além da decente capacidade energética, o aparelho se sobressai mesmo é no departamento câmera: ele tem estabilização de imagem com tecnologia 5-axis, superzoom de 60x, entre outros recursos.

Fonte: TecMundo

Com nova TV inteligente, Xiaomi mira o reinado da Samsung

Fabricante chinesa detém apenas 6% do mercado global de televisores. Samsung lidera o segmento desde 2006

NOVA TV DA XIAOMI: a tela de OLED ocupa 98,8% do display frontal do aparelho (Divulgação/Divulgação)

Das telinhas para as telonas, a Xiaomi está pronta para chacoalhar o mercado de televisores inteligentes. A companhia chinesa conhecida pela fabricação de smartphones e de outros eletrônicos apresentou nesta quinta-feira (2) a sua nova smart TV topo de linha: a Mi TV Master Series. O lançamento pressiona as marcas tradicionais do setor, como Samsung, LG, TCL e Sony.

Com processador A73 de quatro núcleos fornecido pela MediaTek e sistema operacional Android, o modelo lançado nesta quinta-feira é descrito pela fabricante como uma televisão voltada para quem tem “olhos e ouvidos mais críticos”, o modelo Mi TV Master Series de 65 polegadas traz algumas novidades em relação à imagem e ao som reproduzidos, além de novidades em aspectos de usabilidade e transmissão de dados.

A tela de OLED ocupa 98,8% do display frontal do aparelho, o que significa que o televisor tem bordas finas. A tela ainda conta com função Dolby Vision, que aumenta a nitidez das imagens reproduzidas em resolução 4K com taxa de atualização de 120 Hz. O sistema sonoro, por sua vez, utiliza tecnologia Dolby Atmos e tem nove alto-falantes totalizando 65W de potência.

Além de entradas USB, de cabos AV e de antenas, a fabricante chinesa colocou três entradas HDMI. Uma delas vem no padrão 2.1, que poderá transmitir dados de aparelhos como videogames e blu-rays em 48 Gbps. Segundo a empresa, isso garantirá uma experiência melhor no uso dos videogames da nova geração, como o PlayStation 5 e o Xbox Series X. Na questão de usabilidade há ainda controle por voz e função Always On.

Dados da consultoria IHS Markit apontam que das cerca de 215 milhões de televisões vendidas em 2019, uma fatia de 5,8% foi comercializada pela Xiaomi. Enquanto isso, a Samsung é a líder absoluta do mercado desde 2006. No ano passado, a companhia sul-coreana foi responsável por 19,8% do comércio global de aparelhos. A também sul-coreana LG ficou em segundo lugar com 12,2% e superou as chinesas TCL (9,2%) e Hisense (7,8%).

A Xiaomi não tem medido esforços para aumentar sua participação no mercado de TVs. Em abril, a companhia expandiu seu portfólio de produtos com os aparelhos Mi TV 4A 60 e Mi TV Pro 75. Os televisores fazem parte da linha premium do setor. O modelo de 75 polegadas, inclusive, conta com tecnologia quer permite reproduzir conteúdo com resolução 8K por meio de uma técnica chamada de upscalling, uma simulação da resolução maior.

Com a nova televisão, a Xiaomi mira ainda mais os clientes de suas rivais asiáticas.

Principalmente porque o aparelho será comercializado inicialmente somente na China. O preço de lançamento ficou 12.999 yuan, algo em torno de 9.800 reais em conversão direta para o real.

Com a popularização dos serviços de streaming e a facilidade de transmitir conteúdo de dispositivos móveis e computadores para as telas, o mercado de TVs vivia em bom momento de crescimento antes da crise do novo coronavírus.

Um levantamento feito pela consultoria Statista ainda no ano passado apontava crescimento de 35% nas vendas dos modelos de alta definição – ou utra high definition (UHD) –, prevendo faturamento de 71,5 bilhões de dólares. A consultoria Grand View Research, por sua vez, tinha projeções ainda mais otimistas: previa que os televisores com resolução 4K iriam movimentar 380,9 bilhões de dólares até 2025.

Os estudos, obviamente, não avaliavam os impactos de uma possível pandemia no meio do caminho. Segundo um relatório da Counterpoint Research, o mercado global de aparelhos de TV deve encolher 8% neste ano para 211,9 bilhões de dólares. Para 2020, a previsão é de crescimento de 7%, totalizando 226,7 bilhões de dólares. É uma boa recuperação, mas a cifra ainda fica abaixo da registrada em 2018: 231,1 bilhões de dólares.

Há queda entre as fabricantes. A própria Xiaomi, por exemplo, registrou uma retração de 20% no comércio de aparelhos em março deste ano, quando a pandemia atingia seu pico na China. Outra chinesa, a TCL, que vendeu 32 milhões de aparelhos em 2019, espera queda de 10% nas vendas. Vale destacar que muitas companhias tinham fábricas na região de Wuhan, a mais afetada pelo novo vírus.

Fonte: EXAME.com

Os 11 recursos que vão transformar o iPhone com o iOS 14

O iOS 14 foi revelado nesta semana com muitas novidades, sendo que alguns recursos podem ter passado despercebidos por muita gente. Confira quais são eles!

Durante a WWDC 2020 realizada nesta semana, a Apple anunciou a nova versão do seu sistema operacional para celulares. Assim, o iOS 14 foi revelado com direito a muitos recursos novos que podem facilitar a vida de seus usuários, sendo que muitas pessoas já notaram a semelhança deles com certas funções que apareceram primeiro no Android e até em outros sistemas mais antigos.

Mesmo estando disponível apenas para ser testado por desenvolvedores em uma versão Beta neste momento, o Olhar Digital analisou quais os melhores recursos novos do iOS 14 e como eles podem te ajudar no dia a dia. Confira!

Chamadas recebidas não ocupam toda a tela

Uma novidade pequena, mas que pode se provar bastante útil no iOS 14, é que as ligações recebidas no aparelho não passam mais a ocupar toda a tela. Assim, por exemplo, se você está navegando na internet e não deseja atender uma ligação, não será necessário parar de ler o conteúdo de site apenas para rejeitar a chamada.

App Library

Ao fazer a instalação de qualquer aplicativo no iOS, inevitavelmente, um atalho dele é adicionado em sua tela inicial. Apesar de isso não parecer um problema, com o tempo, o número de aplicativos instalados em seu celular tende a crescer e organizá-los apenas em pastas pode não ser fácil.

Reprodução 

Por sua vez, o iOS 14 ganhou o chamado App Library, que funciona como a famosa "gaveta de aplicativos" do Android, que é aberta com uma ação por gesto e traz todo os aplicativos instalados. Entretanto, diferente do que vemos em algumas interfaces para o Android, o App Library do iOS 14 se mostra mais eficiente e inteligente, já que nele os aplicativos podem ser separados em pastas ou categorias e seus ícones ficam em evidência para que você os localize rapidamente.

Notificação de câmera e microfone em uso

Ao utilizar algum aplicativo ou até mesmo as funções do próprio sistema para fazer uma chamada de voz ou de vídeo, as vezes você pode acabar fechando o aplicativo de maneira incorreta, fazendo com que a chamada em si continue em andamento sem o seu conhecimento. Para evitar este tipo de situação inconveniente, o iOS 14 agora mostra uma pequena notificação de que o seu microfone ou câmera está em uso.

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Além disto, na Central de Controle do iPhone, você também poderá verificar quais apps utilizaram estes recursos de seu celular recentemente. O que acaba sendo uma boa adição para quem está preocupado com a privacidade e precisa saber se os apps instalados estão respeitando-a.

Ações por gestos na parte de trás do telefone

Uma novidade bem interessante do iOS 14 fica por conta de um recurso que está disponível em sua parte de acessibilidade. Agora, nas configurações do sistema, é possível definir uma ação a ser realizada ao dar dois ou três toques em sua parte traseira.

Assim, por exemplo, você pode pedir que com este simples gesto um aplicativo seja aberto, o volume seja diminuído entre outras inúmeras ações.

Filtros para mensagens SMS

Apesar de muita gente já ter deixado a tecnologia SMS de lado, ela ainda é utilizada para diversas situações e principalmente por empresas. Já pensando em facilitar a organização do que é recebido por meio desta tecnologia, o iOS 14 é capaz de categorizar automaticamente estas mensagens.

A grande vantagem disto é que quando você acessa o aplicativo de mensagens da Apple, você poderá filtrar quem são os seus contatos conhecidos, desconhecidos e até mesmo as empresas que estão fazendo spam. Assim, fazer uma limpeza de suas mensagens ficou bem mais fácil.

Notas de voz com cancelamento de ruído

Ao fazer a gravação de uma nota por voz para ter um lembrete, muitas vezes, o som do lugar em que você está pode comprometer a qualidade da gravação. Para melhorar essa questão, o gravador do iPhone no iOS 14 ganhou uma função  capaz de fazer o cancelamento de ruído e deixar os seus áudios mais "limpos".

Transcrição de conversas em tempo real para outro idioma

As viagens podem até não estar tão em alta neste momento devido a pandemia do coronavirus, mas um novo recurso do iOS pode se mostrar bem útil. Assim como o Google Tradutor já faz, o iOS 14 traz o aplicativo Translate, que também possui uma função para fazer a transcrição em tempo real de uma conversa para outro idioma.

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Dessa forma, quando você estiver conversando com alguém de outro país em outro idioma, traduzir uma frase ficará bem mais fácil.

Widgets

Os widgets que ficam na tela inicial do celular já podem até ter feito mais sucesso no passado, mas ainda são boas opções para quem não quer ficar abrindo um aplicativo toda hora. Finalmente, eles também resolveram aparecer no iOS 14 e podem facilitar a visualização de diversas informações.

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Já algo que chama a atenção por aqui, é que quem não deseja deixar a tela "cheia" de widgets, consegue concentrar uma parte dela para um widget, que pode mostrar as informações de mais de um aplicativo. Para isso, depois do widget estar configurado, você precisará apenas navegar pelos "pontos" que ficam ao seu lado para alternar entre os widgets disponíveis.

Legendas para fotos

As fotos tiradas com o iPhone ficam organizadas no aplicativo "Fotos", que até possui alguns recursos interessantes. Entretanto, com o passar do tempo, as vezes pode se tornar complicado achar a foto de uma situação ou momento específico.

Assim, para mudar esta situação, os usuários ganharam no iOS 14 a possibilidade de adicionar “legendas” em suas fotos, que podem ser utilizadas nas buscas feitas no aplicativo.

Monitoramento de senhas no Safari

O safari é o navegador padrão da Apple no iOS e ele ganhou um recurso bem importante no iOS 14. Assim como o Google Chrome já faz em algumas plataformas, ao utilizar um login com uma senha "comprometida", o Safari emitirá um alerta para o seu usuário poder tomar as providências necessárias.

App Clips

Já o último recurso desta lista que chamou a nossa atenção no iOS 14 se trata do App Clips, que funciona como pequenos aplicativos para serem utilizados ao se fazer a leitura de uma tag NFC.

Reprodução

Nesse caso, eles podem se provar bem úteis para uma utilização esporádica, como na hora de pagar um estacionamento ou usar um cupom de desconto.

Fonte: Olhar Digital

As tecnologias que estarão em evidência na retomada

O que o varejo irá utilizar para criar ambientes seguros e produtivos?

As tecnologias que estarão em evidência na retomada

Com o comércio sendo conduzido a um caminho de reabertura gradual dos negócios, o desafio para o varejista está em encontrar, ao mesmo tempo que busca uma equação que seja favorável para a reabertura, a criação de um ambiente de vendas que seja convidativo e acolhedor, sem abrir mão de fornecer todos os processos e mecanismos possíveis para que seus consumidores sintam-se seguros e aptos a voltarem a comprar.

Se os pequenos negócios vão precisar usar de pessoas e processos mais simples, como a disponibilização de álcool gel, o uso de termômetros de leitura rápida ou uma pessoa para controlar a entrada e saída de consumidores da loja, mantendo um número adequado de ocupação, é fato que muitos varejistas poderão buscar na tecnologia um apoio para a criação de ambientes que além da segurança, se mantenham produtivos e eficientes, buscando a minimização de custos e a maximização de resultados.

Algo essencial para esse momento.

Em termos de tecnologias, os sistemas de vídeo analytics parecem ter encontrado seu grande momento. Compostos de câmeras e sensores dotados de inteligência artificial, estão sendo utilizados para questões que vão desde o controle de entradas e saídas de pessoas (por conta do controle de ocupação), passando até mesmo pelo emprego de câmeras térmicas, capazes de identificar a variação de temperatura dos consumidores, um dos importante indicadores no caso do novo coronavírus.

E o controle de pessoas não para somente no vídeo analytics. Uma novidade que veio à tona durante a pandemia está no controle de pessoas por sinal de celular, capaz de registrar comportamentos ou quantidades, sem a necessidade de se identificar os usuários, e que foi amplamente divulgada por entidades públicas que utilizaram o sistema para controle dos índices de isolamento da população. Algo que poderá ser utilizado, por exemplo, para entender a retomada em corredores comerciais e shopping centers.

Além disso, a necessidade de tecnologias que permitam o que em outro artigo chamei de “Touchless Retail”, estão na questão dos meios de pagamento. O reconhecimento facial, antes uma utopia para muitos negócios, passa a se tornar cada vez mais realidade e os exemplos em breve poderão ser vistos, com tecnologias que vem sendo oferecidas tanto por grandes players de mercado, como startups, e que serão aplicáveis em questões que vão desde o reconhecimento de funcionários em empresas, substituindo os relógios de ponto, à tecnologias que permitirão que se pague uma conta sem a necessidade de dinheiro, cartão, ou senha.

Decorrente da expansão digital que a pandemia parece ter trazido, com uma estimativa de crescimento de até 30% no e-commerce em termos de canal, operações que facilitem a compra sem a necessidade de contato ou que promovam uma experiência cada vez mais rápida, como sistemas de drive-thru, áreas de “click & collect” (clique e retire), smart lockers (similares à vending machines), ou até mesmo lojas completamente automatizadas, à exemplo da Amazon Go nos Estados Unidos serão muito mais vistas já no segundo semestre no país, com diversas iniciativas tomando forma, em modelos que tomam forma como a recente Omnibox, que oferece uma interessante experiência, inicialmente sendo instalada em condomínios pela Grande São Paulo.

E se a venda ganhou novos caminhos, passando de uma venda passiva, para uma venda totalmente ativa, os canais das redes sociais nunca foram tão importantes para o varejo nesse momento. Já está havendo uma nova onda de softwares que auxiliam o controle, o direcionamento e uma melhor interatividade entre vendedores e consumidores através dessas ferramentas. Nos Eua, Hero e The Call List são duas startups que tem apoiado de forma interessante a conexão nesse sentido.

Se o mercado nunca pareceu tão difícil, e tão complexo, nunca houve tantas oportunidades para se inovar e buscar novos caminhos no negócio como hoje. E a tecnologia terá papel fundamental nessa retomada.

Um grande abraço e boas vendas!

Fonte: Administradores.com

Descoberto truque para bloquear todos anúncios no YouTube

Um usuário do Reddit descobriu uma maneira de remover todos os anúncios do YouTube e também o paywall em sites de notícias e jornais.

Se aproveitando de uma falha no nome do host, é possível acessar o conteúdo completo sem que o domínio para veicular os anúncios seja correspondido.

E, na realidade, a falha é incrivelmente simples. O usuário aponta que a única coisa que é preciso fazer, é adicionar um ponto na URL. Assim, o site em questão deixa de acessar os dados do servidor, de um domínio diferente, que são usados para veicular os anúncios (cross-origin resource sharing, ou 'CORS').

Por exemplo:

URL normal: https://www.youtube.com/watch?v=2O4K_tmZs1A

URL alterada: https://www.youtube.com./watch?v=2O4K_tmZs1A

A única alteração necessária na URL é utilizar ".com.", no lugar de apenas ".com". Mas, além de cortar o acesso dos sites aos anúncios, a mudança também corta o acesso aos cookies.

Desta forma, após começar a navegar com o "hack" ensinado no Reddit, a sessão do usuário deixa de ser válida – a menos que ele abra uma nova aba do site. Vale lembrar que o YouTube pode consertar a falha em breve normalizando o nome de host no navegador.

Legal ou não legal?

O YouTube, que é uma plataforma gratuita, é monetizado e gera renda aos criadores através de anúncios. Uma opção de monetizar e oferecer bons recursos é o YouTube Premium, que elimina os anúncios na plataforma e oferece mais alguns extras.

Aqui no Brasil, o Premium chegou em setembro de 2019 e dá a possibilidade de baixar vídeos para assistir offline; não exibe propagandas antes ou durante os vídeos; oferece o serviço YouTube Music e mais.

Mas, além do YouTube, o método também pode afetar sites de notícias e jornais que utilizam o paywall. Este método restringe o acesso a algum tipo de conteúdo, a menos que você seja assinante.

Existem outras maneiras que eliminam anúncios nos sites, como os bloqueadores. Por outro lado, a prática não é considerada das mais éticas, mas gera discussões sobre acesso a conteúdo. Especialmente tratando-se de informação.

Neste caso em questão, não se trata de uma forma ilegal de burlar os anúncios. A falha está no redirecionamento dos próprios sites e pode ser explorada de forma simples, até então.

Também é possível utilizar o mesmo método em smartphones. Basta abrir o navegador e acessar páginas na versão desktop, e depois adicionar o pontinho na URL.

Fonte: TecMundo

Hackers atacam universidade da Califórnia que pesquisa remédio da covid-19

Os sistemas da Universidade da Califórnia, em São Francisco, foram alvo de um ataque de ransomware esta semana

Hackers: um grupo chamado NetWalker assumiu a responsabilidade do ataque à Universidade da Califórnia (Sergei KonkovTASS/Getty Images)

Um grupo de hackers que já teve como alvo organizações de saúde executou um ataque de ransomware bem-sucedido nesta semana contra a Universidade da Califórnia, São Francisco.

A UCSF confirmou que foi alvo de uma “invasão ilegal”, mas não explicou qual parte da rede de TI pode ter sido comprometida. Pesquisadores da universidade têm realizado testes de anticorpos e ensaios clínicos de relevância para possíveis tratamentos para o coronavírus.

Entre eles, um estudo recente sobre um medicamento contra a malária promovido pelo presidente dos EUA, Donald Trump, como possível tratamento, mas que foi posteriormente refutado por cientistas.

A universidade alertou especialistas em segurança e a polícia sobre o ataque, que não afetou suas operações de atendimento aos pacientes, disse Peter Farley, diretor de comunicação da UCSF.

“Com a assistência deles, estamos realizando uma avaliação completa do incidente para determinar quais informações, se houver alguma, podem ter sido comprometidas”, afirmou Farley em comunicado. “Para preservar a integridade da investigação, precisamos limitar o que podemos compartilhar no momento.”

Os hackers do NetWalker assumiram a autoria do ataque em seu blog na darkweb. O post dedicado à UCSF parecia ter sido copiado e colado da home da universidade, que explica o trabalho da instituição em assistência médica.

Grupos de ataque geralmente publicam amostras de dados para provar o sucesso da invasão. Nesse caso, o blog dos hackers publicou quatro capturas de tela, incluindo dois arquivos acessados por eles. Os nomes dos arquivos, vistos pela Bloomberg na darkweb, contêm possíveis referências aos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA e departamentos dedicados à pesquisa de coronavírus da universidade.

O blog inclui um cronômetro vermelho que ameaça a “publicação de dados secretos” até 8 de junho, horário do Pacífico, se um pagamento não for recebido. O post não menciona o valor do resgate exigido.

Na maioria dos casos de ransomware, o pagamento é seguido pela troca de uma chave de descriptografia que permite às vítimas obter acesso aos arquivos. Quando o pagamento não é realizado, o que geralmente ocorre quando existem cópias de backup para restaurar os dados, os hackers às vezes publicam os dados mais sensíveis na esperança de obter o pagamento.

Hackers têm cada vez mais escolhido como alvo instituições como a UCSF, não apenas pelos pagamentos de ransomware, mas também por propriedade intelectual possivelmente rentável, como pesquisas valiosas sobre a cura do Covid-19.

“O uso de iscas do Covid-19 e ataques a entidades do setor de saúde indicam que operadores do Netwalker estão aproveitando a pandemia para ganhar notoriedade e aumentar sua base de clientes”, de acordo com relatório de pesquisa da Crowdstrike.

Fonte: EXAME.com

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