3 celulares chineses com super bateria

Os smartphones evoluíram de forma extraordinária, mas muitas dessas características contribuem para um aumento no consumo de energia.

Postado em 08/07/2020 às 17:00 por TecMundo | 1 min de leitura

Imagem: https://www.slashgear.com/oppo-find-x2-pro-hands-on-power-and-comfort-in-a-single-package-06612349/

Nos últimos anos, os smartphones evoluíram de forma extraordinária, mas muitas dessas características – que incluem processadores ultrarrápidos, telas de altíssima resolução, altas taxas de atualização, recursos de IA, e conectividade 5G – contribuem para um aumento no consumo de energia.

Listamos aqui três smartphones chineses que possuem uma incrível capacidade energética, aliando baterias de alto desempenho a velocidades de carregamento, às vezes, bem acima da média.

Honor X10 Max (5.000 mAh)

Fonte: Honor/Divulgação
Fonte: Honor/Divulgação Fonte:  Honor

O Honor X10 Max é um “monstro” com tela de 7,09”, conectividade 5G, tecnologia RGBW (que oferece altíssimo nível de brilho e ainda economia bateria), suporta gama de cores de 100% DCI-P3 e tem as certificações HDR10 e Rhine TUV (recurso de proteção para os olhos).

Na questão energética, o Honor X10 Max tem uma bateria de 5.000 mAh e suporta ao carregamento rápido de 22,5 W.

O aparelho é disponibilizado em três versões: 6 GB + 64 GB, 6 GB + 128 GB e 8 GB + 128 GB. Elas custam, respectivamente, US$ 269 (R$ 1.447), US$ 297 (R$ 1.598) e US$ 354 (R$ 1.905).

Oppo Find X2 e X2 Pro (65 W)

Fonte: Gizmochina/Reprodução
Fonte: Gizmochina/Reprodução Fonte:  Gizchina

Os Oppo Find X2 e X2 Pro foram lançados em março e ainda figuram entre os smartphones mais rápidos do mundo, segundo o AnTuTu. Contando com o poderoso Snapdragon 865 (com 5G de até 7,5 Gbps de download), eles ainda trazem um dispositivo de armazenamento de altíssimo desempenho, principalmente quando precisam transferir arquivos muito grandes.

No quesito bateria, a do modelo Pro tem 4.260 mAh, enquanto o carregamento rápido chega a incríveis 65 W.

Outras especificações incluem uma tela QHD+ de 120 Hz, HDR10+, brilho de 1200 nits e um bilhão de cores.

Vivo X50 e X50 Pro (4.315 mAh e 33 W)

Fonte: Vivo/Divulgação
Fonte: Vivo/Divulgação Fonte:  Vivo

O Vivo X50 tem uma boa bateria de 4.315 mAh e carregamento rápido de 33 W (4.350 mAh e 44 W no Pro). Mas, além da decente capacidade energética, o aparelho se sobressai mesmo é no departamento câmera: ele tem estabilização de imagem com tecnologia 5-axis, superzoom de 60x, entre outros recursos.

Fonte: TecMundo

Descoberto truque para bloquear todos anúncios no YouTube

Um usuário do Reddit descobriu uma maneira de remover todos os anúncios do YouTube e também o paywall em sites de notícias e jornais.

Se aproveitando de uma falha no nome do host, é possível acessar o conteúdo completo sem que o domínio para veicular os anúncios seja correspondido.

E, na realidade, a falha é incrivelmente simples. O usuário aponta que a única coisa que é preciso fazer, é adicionar um ponto na URL. Assim, o site em questão deixa de acessar os dados do servidor, de um domínio diferente, que são usados para veicular os anúncios (cross-origin resource sharing, ou 'CORS').

Por exemplo:

URL normal: https://www.youtube.com/watch?v=2O4K_tmZs1A

URL alterada: https://www.youtube.com./watch?v=2O4K_tmZs1A

A única alteração necessária na URL é utilizar ".com.", no lugar de apenas ".com". Mas, além de cortar o acesso dos sites aos anúncios, a mudança também corta o acesso aos cookies.

Desta forma, após começar a navegar com o "hack" ensinado no Reddit, a sessão do usuário deixa de ser válida – a menos que ele abra uma nova aba do site. Vale lembrar que o YouTube pode consertar a falha em breve normalizando o nome de host no navegador.

Legal ou não legal?

O YouTube, que é uma plataforma gratuita, é monetizado e gera renda aos criadores através de anúncios. Uma opção de monetizar e oferecer bons recursos é o YouTube Premium, que elimina os anúncios na plataforma e oferece mais alguns extras.

Aqui no Brasil, o Premium chegou em setembro de 2019 e dá a possibilidade de baixar vídeos para assistir offline; não exibe propagandas antes ou durante os vídeos; oferece o serviço YouTube Music e mais.

Mas, além do YouTube, o método também pode afetar sites de notícias e jornais que utilizam o paywall. Este método restringe o acesso a algum tipo de conteúdo, a menos que você seja assinante.

Existem outras maneiras que eliminam anúncios nos sites, como os bloqueadores. Por outro lado, a prática não é considerada das mais éticas, mas gera discussões sobre acesso a conteúdo. Especialmente tratando-se de informação.

Neste caso em questão, não se trata de uma forma ilegal de burlar os anúncios. A falha está no redirecionamento dos próprios sites e pode ser explorada de forma simples, até então.

Também é possível utilizar o mesmo método em smartphones. Basta abrir o navegador e acessar páginas na versão desktop, e depois adicionar o pontinho na URL.

Fonte: TecMundo

Afinal, o que faz o modo avião?

Quem viaja frequentemente de avião já está acostumado: antes da decolagem, os comissários de bordo orientam todos os passageiros a colocarem seus celulares no modo avião. Mas o que isso realmente significa?

A ativação do modo avião faz que o celular pare de emitir todos os sinais que geralmente emite, como Wi-Fi, 4G, bluetooth e outros. Isso garante um “caminho aberto” para que o piloto se comunique com a central de voo.

Do ponto de vista do piloto e daqueles que comandam o voo, celulares que não estão em modo avião emitem sinais que podem interferir na comunicação da equipe com os sistemas dos aeroportos.

No caso de apenas um aparelho estar sem o modo avião ativado, os sinais emitidos por ele não devem ter impacto significativo no voo. Já em um cenário em que dezenas de dispositivos estejam emitindo sinais ao mesmo tempo, isso vai causar uma sobrecarga. E é aí que está o problema: isso pode afetar o avião quando ele estiver em momentos críticos, como quando ocorre a comunicação remota e digital com os aeroportos.

Isso porque, assim como qualquer tecnologia, existe um limite de quantidade de sinal que o sistema de um avião pode suportar. Durante um voo, o modo avião reduz consideravelmente esse volume e permite que diferentes interfaces funcionem normalmente. É uma situação semelhante à que ocorre quando muitas pessoas utilizam o sinal de um mesmo roteador: algumas delas podem não alcançar a conexão desejada.

Os momentos de maior comunicação entre piloto e central de voo ocorrem na decolagem e na aterrissagem. Por isso, é importante que os celulares a bordo da aeronave estejam em modo avião nessas ocasiões.

As aeronaves modernas têm uma grande quantidade de sistemas, que estão cada vez mais digitalizados. Todas as interfaces presentes na cabine de voo se comunicam o tempo todo, seja por fibra ótica, comunicação sem fio ou cabo. E elas podem ser afetadas se uma carga de sinal muito grande atuar sobre elas. Seria exatamente o que ocorreria se houvesse diversos smartphones em um mesmo lugar com o modo avião desativado.

Desligar apenas o Wi-Fi ou o 4G diminui a quantidade de sinais emitidos pelo celular, mas não garante a mesma segurança que ativar o modo avião.

Para quem acha ruim a necessidade de ativar o modo avião ao embarcar para uma viagem, as notícias são boas: ele não deve durar para sempre. Com o avanço das tecnologias de blindagem de sinal das aeronaves, é provável que em algum momento os passageiros não precisem mais ativá-lo em decolagens e pousos.

Fonte: Olhar Digital

O fim do Windows 7: por que o sistema é tão amado e usado até hoje?

Lançado em 2009, o sistema só fica atrás do Windows 10 entre os mais usados para desktops e notebooks

Esta terça-feira (14) é o último dia de “vida” do Windows 7. É a data em que a Microsoft deixa oficialmente de suportar o sistema operacional, com algumas raras exceções. A data marca o fim de uma trajetória de sucesso de um software lançado há mais de 10 anos, no longínquo ano de 2009.

A saga do Vista

Lançado em 2007, o Windows Vista foi inicialmente projetado para chegar ao mercado apenas três anos após o XP, lançado em 2001. Isso dá uma dimensão de como as coisas não estavam caminhando bem dentro da Microsoft, na época dirigida por Steve Ballmer. O executivo viria alguns anos no futuro admitir que o Vista era o seu maior arrependimento como líder da companhia.

E, de fato, não faltaram erros que fizessem o Windows Vista ser ignorado pelo público. O fato mais marcante foi o momento em que Ballmer e sua equipe determinaram um “reset” na base de código do sistema operacional durante sua fase de desenvolvimento. Isso mesmo: foi necessário recomeçar o desenvolvimento do Vista, porque a Microsoft não estava confiante nos rumos que a versão anterior estava tomando, o que significou um atraso enorme na produção e fez com que vários recursos que haviam sido previamente prometidos em público acabassem abandonados.

É claro que uma decisão desse porte afeta a qualidade final do produto, e o mercado reagiu de acordo. O Vista foi instalado em pouquíssimos computadores e até hoje leva a fama de ser um dos piores produtos da Microsoft; ele era visto como lento e pesado e causava uma série de incompatibilidades que atrapalhavam a vida de empresas e usuários, ao mesmo tempo em que o Windows XP funcionava bem o suficiente para justificar uma não-atualização de sistema.

A chegada do Windows 7

Ainda que o Vista tenha sido o fracasso que foi, ele teve uma importância enorme: servir de base para o Windows 7. As ideias que a Microsoft não conseguiu implementar de forma satisfatória seriam refinadas e ajustadas para a nova versão do sistema operacional.

Só de comparar as interfaces já é possível perceber as similaridades com clareza. A identidade visual Aero, implementada no Vista, finalmente chegou a sua versão completa com a versão 7. Isso incluía recursos essenciais da plataforma que são indispensáveis até hoje, como o UAC (Controle de Conta de Usuário), que chegou em um momento em que as ameaças para Windows estavam completamente fora de controle e minimizou o transtorno, o Windows Media Center, o Windows Defender.

Claro que houve novidades o suficiente para justificar uma nova versão do Windows. Boa parte delas solucionava a questão mais grave do Vista: o desempenho. Vários benchmarks da época do lançamento do Windows 7 mostram como o sistema acelerou o tempo de ligamento e desligamento do computador, e os ganhos também eram notáveis para a realização de tarefas no PC, proporcionando melhor usabilidade tanto para os computadores mais potentes quanto para os desktops e notebooks mais simples.

A vida longa do Windows 7

Não é possível falar do sucesso do Windows 7 apenas olhando para o seu antecessor. Ele precisa ser diretamente comparado com seus sucessores para entender por que até hoje ele figura alto na lista de sistemas operacionais mais usados do planeta.

Parece um passado distante, mas de lá para cá, a Microsoft lançou o Windows 8, e a resposta do público não poderia ter sido pior. A empresa viu que os smartphones e tablets estavam ganhando força e decidiu transportar a interface dos blocos dinâmicos do Windows Phone, otimizada para o toque, para os desktops, o que não agradou nem um pouco os usuários de PC.

A remoção do Menu Iniciar fez com que muitos, do dia para a noite, desaprendessem a usar seus computadores. Isso foi especialmente problemático para empresas que precisaram investir em treinamento de seus funcionários para que pudessem fazer o que sempre fizeram sem qualquer transtorno.

Então, não é surpresa que muitas pessoas evitaram o Windows 8 e até mesmo o seu sucessor, o Windows 8.1. A versão 7 ainda funcionava perfeitamente, rodava todos os programas normalmente, era familiar e totalmente suportado pela Microsoft.

O resultado foi simples: um computador sair de fábrica com o Windows 8 era um fator negativo, e não positivo. Consumidores preferiram não migrar e continuaram usando seu Windows 7 enquanto foi possível, e muitas empresas, percebendo essa tendência, continuaram vendendo PCs com Windows 7 até a chegada do 10.

Ainda há quem o prefira no lugar do Windows 10

E há bons motivos para isso. O Windows 10 solucionou boa parte dos problemas que fizeram as versões 8.x serem um fracasso, mas ele também trouxe uma série de outros transtornos que não existiam no passado.

O modelo de negócios da Microsoft com o Windows 10 mudou bastante. Em vez de lançar novas versões pagas a cada três anos, a empresa praticamente deu o Windows 10 para a maioria dos usuários, liberando atualizações semestrais regulares e gratuitas, com novos recursos e novidades.

Isso tem uma implicação: fazer com que a Microsoft procurasse outras fontes de renda para monetização do Windows. Ao usar o sistema operacional, não é muito difícil encontrar publicidade embutida na interface. A dependência de aplicativos distribuídos em uma loja centralizada também não convence o público do PC, por mais que a companhia insista pesado nesse formato.

Talvez mais grave seja a questão da privacidade dos usuários. Com o Windows 10, a Microsoft coleta volumes enormes de dados do público, o que pode ser uma preocupação maior para quem se preocupa com a forma como essas informações são usadas. Nada disso era um problema com o Windows 7.

Não é seguro usar o Windows 7

Apesar de toda essa apreciação pelo sistema operacional, o fim do suporte ao Windows 7 significa que todas as vulnerabilidades que existem no sistema, por mais graves que elas sejam, permanecerão abertas. Muitas delas sequer são conhecidas por enquanto e só serão notadas quando começarem a causar dor de cabeça para os usuários afetados.

O fato é preocupante, porque, segundo a Net Applications, 26% dos usuários de PC ainda estão usando o Windows 7, e pode demorar para esse número chegar a um ponto em que deixe de ser interessante para o cibercrime explorar suas vulnerabilidades.

Essa é uma proporção bastante similar ao que víamos com o Windows XP na época em que ele foi abandonado pela Microsoft, em 2014. A Net Applications registrava uma participação de quase 30% do mercado para o XP nas semanas que antecederam o fim definitivo do suporte. Em 2016, dois anos depois, a participação ainda era de mais de 10%. Foram necessários muitos anos para que o XP finalmente se aproximasse ao patamar de participação desprezível, contando hoje, quase seis anos após o fim do suporte, com 2% do mercado.

Fonte: Olhar Digital

Microsoft encerra assistência ao Windows 7

Microsoft deixa de oferecer suporte ao Windows 7 a partir desta terça

Segundo o site “Net Market Share”, 26,6% dos computadores do mundo segue operando com Windows 7

Windows 7
Windows 7: razão fundamental que explica a quantidade de pessoas que segue utilizando o Windows 7 é a satisfação geral dos usuários com o sistema (Oli Scarff/Getty Images)

São Francisco — O sistema operacional para computadores Windows 7, um dos mais populares da história, deixará de ter suporte técnico da Microsoft a partir desta terça-feira.

A partir da data, o sistema deixa de receber atualizações, atualizações, o que deixará aqueles que o sigam utilizando mais vulneráveis a ataques de hackers.

Segundo o site “Net Market Share”, 26,6% dos computadores do mundo segue operando com Windows 7, apesar de a Microsoft ter alertado há mais de um ano que deixaria de atualizá-lo no início de 2020.

Microsoft recomenda que aqueles que continuam com o Windows 7 que o atualizem para um sistema operacional mais recente se possuem um computador comprado há menos de três anos. Caso contrário, a sugestão da empresa é a aquisição de uma nova máquina.

Na prática, como ocorreu há alguns anos com o popular Windows XP, a decisão de deixar de atualizar o sistema deixará aqueles que não fizerem a troca mais vulneráveis a possíveis vírus, trojans e ataques por parte de hackers.

Segundo dados de dezembro de 2019, mais da metade dos computadores do mundo usa o Windows 10.

Os outros 25% são compostos por usuários de Macs, de Linux, de alguns fãs do Windows XP que resistem em abandoná-lo e de Windows 8 e 8.1, que nunca tiveram grande popularidade entre os clientes da Microsoft.

Segundo a imprensa especializada, a razão fundamental que explica a quantidade de pessoas que segue utilizando o Windows 7 é a satisfação geral dos usuários com o sistema. A impressão ruim que parte deles também teve do Windows 10 é outro fator apontado.

Apesar de deixar de oferecer assistência técnica para o Windows 7 ao público geral, a Microsoft seguirá dando suporte a empresas e órgãos governamentais que desejem manter o sistema e estejam dispostos a pagar por isso.

Fonte: Exame

Piores Senhas de 2019

25 piores senhas de 2019: lista inclui 123456, qwerty e password

SplashData reúne senhas expostas em vazamentos na internet e lista as mais comuns; muitas pessoas usam 1q2w3e4r e 123qwe

Por Felipe Ventura | 19/12/2019 às 10h34 | via Tecnoblog

Piores Senhas de 2019

 

Todo ano, a SplashData reúne senhas expostas em vazamentos na internet e lista quais são as mais comuns: muita gente ainda está usando 123456123456789qwerty e password para fazer login. Além disso, diversos usuários resolveram adotar senhas aparentemente mais seguras como 1q2w3e4r e 123qwe — são padrões de teclado que um hacker conseguiria descobrir com facilidade.

Em comunicado, a SplashData dá uma boa notícia: password era uma das duas senhas mais utilizadas em todo levantamento desde 2011; no entanto, em 2019, ela caiu para o quarto lugar. Óbvio, ela sequer deveria ser utilizada, mas parece ser um avanço. As senhas admin e welcome também caíram de posição.

Há alguns itens novos na lista como dragon, provavelmente por influência de Game of Thrones; como a série acabou (e muita gente reclamou do final), imagino que essa senha não estará entre as mais usadas de 2020.

A lista também inclui novidades como qwertyuiop1q2w3e4r e 123qwe. Aparentemente, muitas pessoas decidiram seguir conselhos como "use senhas longas" e "use letras e números". No entanto, essas sequências correspondem ao layout da maioria dos teclados no mundo e são terrivelmente fáceis de descobrir — especialmente agora que estão no ranking da SplashData.

"Embora muitos programas de computador agora impeçam a criação dessas senhas, aplicativos mais antigos e alguns sites ainda permitem que as pessoas usem senhas perigosamente fracas", explica a empresa.

Lista reúne 25 senhas que você deveria evitar

A SplashData estima que quase 10% das pessoas usaram pelo menos uma das 25 piores senhas da lista deste ano; e 3% usaram a pior delas (123456). Ela elaborou esta lista após analisar mais de 5 milhões de senhas vazadas na internet ao longo de 2019, principalmente na América do Norte e Europa Ocidental; não foram considerados os vazamentos provenientes de sites adultos.

A lista das 25 piores senhas de 2019 segue abaixo:

Posição Senha Quantas posições subiu (ou caiu) desde 2018
1 123456 não mudou
2 123456789 subiu 1
3 qwerty subiu 6
4 password caiu 2
5 1234567 subiu 2
6 12345678 caiu 2
7 12345 caiu 2
8 iloveyou subiu 2
9 111111 caiu 3
10 123123 subiu 7
11 abc123 subiu 4
12 qwerty123 subiu 13
13 1q2w3e4r (nova)
14 admin caiu 2
15 qwertyuiop (nova)
16 654321 subiu 3
17 555555 (nova)
18 lovely (nova)
19 7777777 (nova)
20 welcome caiu 7
21 888888 (nova)
22 princess caiu 11
23 dragon (nova)
24 password1 não mudou
25 123qwe (nova)

Presidente da Microsoft lista 4 tecnologias que definirão a próxima década

5G, computação quântica, nuvem e inteligência artificial estão entre as tendências citadas por Brad Smith

Guilherme Preta, editado por Daniel Junqueira 08/11/2019 11h40 (Fonte: Olhar Digital)

Brad Smith, presidente da Microsoft, se apresentou no Web Summit, em Lisboa, e falou sobre o que ele acredita que vai marcar a próxima década na área da tecnologia. O executivo afirmou, entre outras coisas, que qualquer ferramenta pode se tornar uma arma e que, por isso, acredita que as empresas de tecnologia precisam trabalhar para que o avanço tecnológico não se torne um risco.

Para ele, é preciso dar prioridade às pessoas, já que o avanço tecnológico não pode deixar a sociedade para trás. “Se fizermos as coisas de uma maneira errada, a próxima geração pagará um preço caro”, destacou. Para Smith, o maior problema para se resolver é a proteção à privacidade.

Além disso, o presidente da Microsoft destacou quais são tecnologias devem marcar a próxima década. A computação quântica é a principal delas, permitindo que os cálculos e análises de dados sejam feitas com mais velocidade. Outra tecnologia que marcará a década é o 5G.

Com esse avanço, Smith acredita que a rede se tornará mais ambiente, como a eletricidade.

“Estará tão presente em nossas vidas que não pensaremos nela diretamente”, comentou.

Com esses avanços, a inteligência artificial vai evoluir ainda mais, com a habilidade de operar fora de pequenos caminhos e permitindo insights em múltiplas disciplinas.

Para armazenar esse progresso, Smith acredita que os centros de dados em nuvem vão se expandir e se inovar, “se não, nunca conseguiremos acompanhar a expansão que está por vir”, finalizou.

Via: Época Negócios

WhatsApp ganha 74 novos emojis no Android

O WhatsApp lançou uma nova versão de seu aplicativo em versão beta no Android trazendo o Unicode 12.0, pacote que inclui 74 novos emojis para o catálogo do mensageiro.

Anunciado em março, o padrão já está disponível no iOS 13 e também no Android 10, mas ainda não tinha sido adaptado para o aplicativo de mensagens que pertence ao Facebook.

Com a chegada da atualização, os usuários do WhatsApp Beta terão acesso a emojis de comida, objetos e símbolos bastante aguardados, como cara de bocejo (yawning face). O principal destaque, porém, fica para as figurinhas inclusivas, como braço protético, aparelho auditivo, cão-guia e cadeirante. Algumas das novidades, inclusive, foram sugeridas pela Apple no ano passado.
(Fonte: Felipe Junqueira/Canaltech)

 

whatsapp

Quem está participando do beta do WhatsApp pode utilizar as novas reações baixando a versão 2.19.315, disponível por meio da Play Store. Infelizmente o programa de testes do serviço não está aceitando novos membros. Com isso em mente, o restante dos usuários ainda terá que esperar o suporte para o Unicode 12.0 chegar na edição final do aplicativo.
Quem também vai ter que esperar são os usuários do iOS. Até o momento, o WhatsApp não deu pistas de quando trará as novas figurinhas para o aplicativo dos iPhones. Assim como no Android, a edição do app para o sistema da Apple também possui um programa de testes, logo, a tendência é que os usuários do beta acabem recebendo primeiro a novidade.

Fonte: TecMundo

Amazon deve lançar satélites para levar internet para todo o mundo

A Amazon anunciou planos para lançar mais de 3 mil satélites para a órbita da Terra com o intuito de oferecer internet para pontos e comunidades desprivilegiadas do planeta.

A empresa está disposta a fazer esses planos se tornando realidade, tendo uma de suas companhias já em contato com a organização internacional responsável por coordenar o envio e localização de satélites na órbita do planeta.

Chamado Project Kuiper, o projeto da Amazon será liderado pela Kuiper System, divisão da empresa voltada para a criação dos satélites e como eles podem proporcionar internet para áreas sem acesso à essas conexões.

O projeto consiste em enviar 3.236 satélites para a órbita do planeta, em diferentes altitudes: 784 satélites a 590,6 km da superfície; 1.296 satélites a 610 km; e 1.156 satélites a 629 km da superfície. Com a angulação e distância, estima-se que a área de cobertura da conexão desses satélites possa cobrir 95% da população do planeta.

Imagem: Reprodução/Getty Images

A Amazon se junta a outras empresas que planejam lançar satélites para proporcionar internet para todo o planeta. A SpaceX planeja lançar mais de 12 mil satélites, a OneWeb tem planos para o lançamento de 650 unidades no espaço e até mesmo o Facebook já revelou ter planos similares para o futuro.

Ainda não existe previsão para quando o projeto se tornará realidade e proporcionará internet para todo o planeta.

Fonte: TecMundo

Como controlar o som das abas do Chrome utilizando teclas de atalho

O Chrome removeu a função de desabilitar o som das abas em suas últimas versões, mas esta dica lhe ajudará a controlar melhor o som delas

Já faz algum tempo desde que o Google implementou no seu navegador Chrome, um ícone de um alto falante ao lado de uma aba reproduzindo um som. Entretanto, nas últimas atualizações feitas no browser, este botão, apesar de continuar a aparecer, tirou a possibilidade de mutar ou silenciar uma aba com um clique sem ter que a abrir.

Felizmente, caso você esteja sentido falta desta função no Chrome, ainda é possível recorrer a algumas extensões, que facilitam o trabalho de silenciar as outras abas abertas no navegador. A seguir, veja como silenciar as abas do Chrome com mais facilidade.

Como funciona

Nas últimas versões do Chrome, o Google desabilitou por completo a possibilidade de silenciar apenas as abas, deixando você somente mutar um site por completo. Até mesmo os parâmetros do navegador para esta função foram removidos, entretanto, extensões, que não mexem diretamente neles, podem mutá-las sem afetar os sites acessados por você.

Quais são os comandos e como instalar a extensão

O complemento a ser utilizado no Google Chrome para realizar esta tarefa é bem simples de ser instalado. Entretanto, é necessário saber quais são os seus atalhos para poder utilizá-lo. Confira quais são:

  • Alt + Shift + N – Silencia todas as abas, exceto a que está aberta;
  • Alt + Shift + M – Silencia ou reabilita o som da aba atual;
  • Alt + Shift + ; - Ativa ou tira o som de todas as abas.

Agora, que você conhece os comandos para utilizar a extensão, é necessário fazer a instalação dela. Para isto, siga estes passos:

  1. Acesse este link para fazer o download da extensão Mute Tab Shortcuts;
  2. Clique no botão “Usar no Chrome”;

    Reprodução

  3. Na mensagem que surge, clique em “Adicionar extensão” e aguarde o processo ser finalizado;

    Reprodução

  4. Quando a sua instalação estiver completa, um ícone será adicionado ao lado da sua barra de endereços.

    Reprodução

Pronto! Agora, basta utilizar os atalhos de teclado para gerenciar o som de suas abas. Vale lembrar, também, que as funções do Chrome referente a silenciar sites podem continuar sendo utilizadas sem terem interferências em seu funcionamento por conta desta extensão.

Fonte: Olhar Digital

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