Você ainda pode ter Windows 10 de graça; saiba como

Possui uma licença oficial do Windows 7, 8 ou 8.1? Você pode obter o Windows 10 gratuitamente.

Windows 10 Grátis

A atualização gratuita de versões antigas do sistema operacional da Microsoft para o Windows 10 foi encerrada oficialmente em 2016. Apesar disso, a oferta ainda parece continuar válida em pleno final de 2020, conforme aponta o Windows Latest, em matéria publicada no último sábado (26).

Testes realizados pelo site mostraram ser possível obter a última versão do Windows sem qualquer custo extra, no momento, desde que você possua uma licença oficial do Windows 7 ou do Windows 8.1.

O upgrade chega em uma boa hora para os usuários do Windows 7, principalmente, já que a Microsoft finalizou o suporte ao sistema no último mês de janeiro. Desde então, as atualizações de segurança e os patches de emergência só são disponibilizados para os usuários corporativos dispostos a pagar pelo update.

Obter o Windows 10 de graça ainda é possível.
Windows 10 de graça ainda é possível. Fonte:  Microsoft/Divulgação 

A publicação menciona ainda que a oferta de atualização gratuita com prazo para encerrar não passou de uma jogada de marketing. A afirmação foi dada por um usuário do Reddit autoproclamado funcionário da companhia, que comentou ainda sobre a possibilidade de interrupção da “brecha” de migração do sistema a qualquer momento.

Como baixar o Windows 10 de graça

Possui uma licença oficial do Windows 7, 8 ou 8.1? Você pode obter o Windows 10 gratuitamente aproveitando a oferta de migração da Microsoft. Basta seguir estes passos:

  1. Acesse a página de download do Windows 10 e clique em “Baixar a ferramenta agora”;
  2. Faça o download, abra a ferramenta de criação de mídia e selecione “Atualizar este PC agora”, não se esquecendo de aceitar os termos e condições;
  3. Selecione a opção de atualização na qual seus arquivos e informações serão mantidos, pois a alternativa de nova instalação por meio da Ferramenta de Criação de Mídia pode não atualizar gratuitamente;
  4. Concluída a instalação, conecte o computador ou máquina virtual à internet, abra o Windows Update e clique em “Ativação”;
  5. Na sequência, clique em “Ativar” se necessário e o seu dispositivo será ativado com uma licença digital, após a conexão com os servidores da Microsoft.

Se houver algum problema em obter a licença gratuita, tente inserir a sua chave do Windows (7,8 ou 8.1) e ativar manualmente o sistema operacional.

Fonte: TecMundo

Microsoft Teams deixa de funcionar com o Internet Explorer 11

O Microsoft Teams, serviço de videoconferências e comunicação, deixará de funcionar no Internet Explorer 11 a partir desta terça-feira, 1° de dezembro.

Imagem: Microsoft

O fim do suporte para o navegador faz parte do plano da Microsoft de encerrar de vez o antigo browser, que já está sendo substituído pelo Edge.

A partir de dezembro, os usuários do Internet Explorer não poderão acessar o chat ou entrar em chamadas do Teams. O fim do suporte ao serviço de conferências é apenas o primeiro passo para o encerramento de outras ferramentas da Microsoft no navegador.

Além do Teams, outros serviços da Microsoft deixarão de funcionar no Internet Explorer 11 futuramente
Além do Teams, outros serviços da Microsoft deixarão de funcionar no Internet Explorer 11 futuramente (Fonte:  Microsoft )

 

A partir de 17 de agosto de 2021, todos os outros aplicativos e serviços do pacote Microsoft 365 também deixarão de funcionar com o Internet Explorer. Antes disso, em março de 2021, a empresa também vai encerrar a versão antiga do Edge.

Transição para o novo Edge

O objetivo da companhia é centralizar todos os usuários na edição renovada do Microsoft Edge. O navegador é baseado em Chromium, o que garante velocidade no uso, e possui um modo de compatibilidade para sites antigos, o que torna o uso do Internet Explorer desnecessário.

O Internet Explorer será aposentado em 2021.
O Internet Explorer será aposentado em 2021. (Fonte:  Microsoft )

Recentemente, a Microsoft iniciou um movimento para começar a migrar os usuários do Internet Explorer para o novo navegador. Agora, certos sites não abrem no browser antigo e trazem um redirecionamento automático para o Edge, que já vem pré-instalado nas edições mais recentes do Windows 10.

Fonte: TecMundo

Como usar a função PROCV no Excel

Basicamente, essa função serve para você localizar um dado na sua tabela com base em uma informação.

função PROCV
Imagem: Tecmundo/Reprodução

Ninguém pode negar que o Excel é um programa muito funcional e completo. Seu formato de planilhas, bem como diversidade de funções e ferramentas se tornaram muito populares, sendo usadas por milhões de profissionais no mundo todo. Porém, é exatamente esse universo de possibilidades que pode tornar as coisas um pouco mais confusas, especialmente para quem está começando a usar o programa.

No dia a dia, você vai se deparar com as contas básicas, como soma e subtração, mas há uma outra ferramenta extremamente vantajosa, especialmente se você usar planilhas enormes e cheias de dados: o PROCV.

Basicamente, essa função serve para você localizar um dado na sua tabela com base em uma informação. No começo, ela pode parecer complicada, mas é fácil perceber o quanto ela pode ser útil.

. Microsoft/Divulgação 

Se pensarmos em um exemplo simples, no qual cada letra do alfabeto é proporcional ao número da sua posição (A igual a 1, B igual a 2, C igual a 3 e assim por diante), em uma coluna temos letras e na outra, ao lado, números.

Então, quando usarmos a função PROCV com a letra L como padrão de busca, o Excel vai nos retornar o número 12, que equivale a sua posição no alfabeto e, consequentemente, na tabela. Ainda está difícil de entender? Quer aprender como usar a função PROCV no Excel? Então, acompanhe o nosso tutorial.

Na prática, como fica o PROCV?

Para funcionar corretamente, a função PROCV precisa de quatro elementos. Veja-os a seguir.

  1. O valor de pesquisa, ou seja, o dado que você utilizará para encontrar outra informação.

  2. Um intervalo válido de pesquisa, ou seja, onde a função deverá procurar pela informação. É importante que o intervalo inicie na coluna em que o seu valor de pesquisa está localizado.

  3. O número da coluna que contém o valor de retorno no intervalo definido. Por exemplo, se você definiu um intervalo que começa na coluna C e termina na coluna F, a primeira equivale a 1, D igual a 2 e F equivale a 4.

  4. O tipo de correspondência que você deseja, que pode ser FALSO, se quiser um valor de retorno exato, ou VERDADEIRO, se você busca por um dado aproximado. Se você não especificar essa parte da função, o sistema entenderá como VERDADEIRO por padrão.

Juntando os elementos, temos:

=PROCV(valor_procurado;intervalo;núm_coluna;correspondência)

(Fonte: Captura de tela realizada pelo autor/Reprodução) Microsoft/Divulgação 

Para entendermos a função na prática, vamos usar um exemplo simples com cadastros de clientes de uma empresa. Na coluna onde você quer manter o resultado da função, digite “=PROCV(“, então selecione ou digite a célula que deseja pesquisar (em verde no exemplo), separe a informação com ponto e vírgula, e escolha o intervalo de pesquisa (você pode clicar e arrastar ou escolher o intervalo separado por dois-pontos).

(Fonte: Captura de tela realizada pelo autor/Reprodução) Microsoft/Divulgação 

Agora que você tem os termos principais da pesquisa, precisa especificar o número da coluna com base na seleção anterior e selecionar VERDADEIRO ou FALSO como termo de correspondência.

Na nossa planilha de clientes, usamos a fórmula da seguinte maneira:

=PROCV(A8;A2:C5;3;FALSO)

(Fonte: Captura de tela realizada pelo autor/Reprodução) Microsoft/Divulgação 

Então, quando usamos José Bezerra como nosso valor procurado, a função nos retornou o número do seu CPF. Pronto! A partir de agora, toda vez que você digitar uma busca na célula que você definiu no primeiro parâmetro, a função vai te retornar o dado correspondente, como neste exemplo:

(Fonte: Captura de tela realizada pelo autor/Reprodução) Microsoft/Divulgação 

As versões mais atuais do Excel também podem usar VLOOKUP ou PROCX, que são funções parecidas e aprimoradas do PROCV.

Fonte: TecMundo

Microsoft recupera data center que estava embaixo d’água há dois anos

Equipamento ficou submerso na costa de Orkney, na Escócia, para testar sua eficiência energética nas profundezas do oceano; dos 855 servidores que funcionavam, apenas oito apresentaram defeitos

Da Redação (Olhar Digital), editado por Fabiana Rolfini 15/09/2020 08h58

A Microsoft recuperou um data center que estava submerso há dois anos no fundo do oceano na costa de Orkney, na Escócia. O equipamento, desenvolvido para utilizar a baixa temperatura das águas profundas como sistema de refrigeração, foi removido para que sua eficiência energética pudesse ser testada. A iniciativa faz parte do Projeto Natick, e tem testado pequenos clusters de computação em nuvem localizados embaixo d’água para saber se a ideia é economicamente viável.

Surpreendentemente, os primeiros resultados mostraram que os servidores armazenados no cilindro tiveram bem menos problemas do que os que ficam em data centers convencionais. “A taxa de falhas na água é um oitavo do que vemos em superfície”, informou o coordenador do Projeto Natick, Ben Cutler.

Segundo coordenador do projeto, data center submerso apresentou menos falhas do que os localizados na superfície. Crédito: Jonathan Banks/Microsoft

Segundo coordenador do projeto, data center submerso apresentou menos falhas do que os localizados na superfície. Crédito: Jonathan Banks/Microsoft

Apesar de parecer uma tarefa difícil, os responsáveis pelo data center disseram que não houveram grandes complicações em manter a estrutura energizada no fundo do mar, nem mesmo com o fato de o abastecimento energético da região de Orkney ser totalmente verde, proveniente de energia eólica e solar.

“Nós conseguimos funcionar muito bem no que a maioria dos data centers consideraria um grid não confiável. Esperamos poder olhar os resultados e afirmar que talvez não precisemos de tanta infraestrutura focada em energia e confiabilidade”, explicou Spencer Fowers, integrante do time técnico do projeto.

Fonte: BBC

O fim do Windows 7: por que o sistema é tão amado e usado até hoje?

Lançado em 2009, o sistema só fica atrás do Windows 10 entre os mais usados para desktops e notebooks

Esta terça-feira (14) é o último dia de “vida” do Windows 7. É a data em que a Microsoft deixa oficialmente de suportar o sistema operacional, com algumas raras exceções. A data marca o fim de uma trajetória de sucesso de um software lançado há mais de 10 anos, no longínquo ano de 2009.

A saga do Vista

Lançado em 2007, o Windows Vista foi inicialmente projetado para chegar ao mercado apenas três anos após o XP, lançado em 2001. Isso dá uma dimensão de como as coisas não estavam caminhando bem dentro da Microsoft, na época dirigida por Steve Ballmer. O executivo viria alguns anos no futuro admitir que o Vista era o seu maior arrependimento como líder da companhia.

E, de fato, não faltaram erros que fizessem o Windows Vista ser ignorado pelo público. O fato mais marcante foi o momento em que Ballmer e sua equipe determinaram um “reset” na base de código do sistema operacional durante sua fase de desenvolvimento. Isso mesmo: foi necessário recomeçar o desenvolvimento do Vista, porque a Microsoft não estava confiante nos rumos que a versão anterior estava tomando, o que significou um atraso enorme na produção e fez com que vários recursos que haviam sido previamente prometidos em público acabassem abandonados.

É claro que uma decisão desse porte afeta a qualidade final do produto, e o mercado reagiu de acordo. O Vista foi instalado em pouquíssimos computadores e até hoje leva a fama de ser um dos piores produtos da Microsoft; ele era visto como lento e pesado e causava uma série de incompatibilidades que atrapalhavam a vida de empresas e usuários, ao mesmo tempo em que o Windows XP funcionava bem o suficiente para justificar uma não-atualização de sistema.

A chegada do Windows 7

Ainda que o Vista tenha sido o fracasso que foi, ele teve uma importância enorme: servir de base para o Windows 7. As ideias que a Microsoft não conseguiu implementar de forma satisfatória seriam refinadas e ajustadas para a nova versão do sistema operacional.

Só de comparar as interfaces já é possível perceber as similaridades com clareza. A identidade visual Aero, implementada no Vista, finalmente chegou a sua versão completa com a versão 7. Isso incluía recursos essenciais da plataforma que são indispensáveis até hoje, como o UAC (Controle de Conta de Usuário), que chegou em um momento em que as ameaças para Windows estavam completamente fora de controle e minimizou o transtorno, o Windows Media Center, o Windows Defender.

Claro que houve novidades o suficiente para justificar uma nova versão do Windows. Boa parte delas solucionava a questão mais grave do Vista: o desempenho. Vários benchmarks da época do lançamento do Windows 7 mostram como o sistema acelerou o tempo de ligamento e desligamento do computador, e os ganhos também eram notáveis para a realização de tarefas no PC, proporcionando melhor usabilidade tanto para os computadores mais potentes quanto para os desktops e notebooks mais simples.

A vida longa do Windows 7

Não é possível falar do sucesso do Windows 7 apenas olhando para o seu antecessor. Ele precisa ser diretamente comparado com seus sucessores para entender por que até hoje ele figura alto na lista de sistemas operacionais mais usados do planeta.

Parece um passado distante, mas de lá para cá, a Microsoft lançou o Windows 8, e a resposta do público não poderia ter sido pior. A empresa viu que os smartphones e tablets estavam ganhando força e decidiu transportar a interface dos blocos dinâmicos do Windows Phone, otimizada para o toque, para os desktops, o que não agradou nem um pouco os usuários de PC.

A remoção do Menu Iniciar fez com que muitos, do dia para a noite, desaprendessem a usar seus computadores. Isso foi especialmente problemático para empresas que precisaram investir em treinamento de seus funcionários para que pudessem fazer o que sempre fizeram sem qualquer transtorno.

Então, não é surpresa que muitas pessoas evitaram o Windows 8 e até mesmo o seu sucessor, o Windows 8.1. A versão 7 ainda funcionava perfeitamente, rodava todos os programas normalmente, era familiar e totalmente suportado pela Microsoft.

O resultado foi simples: um computador sair de fábrica com o Windows 8 era um fator negativo, e não positivo. Consumidores preferiram não migrar e continuaram usando seu Windows 7 enquanto foi possível, e muitas empresas, percebendo essa tendência, continuaram vendendo PCs com Windows 7 até a chegada do 10.

Ainda há quem o prefira no lugar do Windows 10

E há bons motivos para isso. O Windows 10 solucionou boa parte dos problemas que fizeram as versões 8.x serem um fracasso, mas ele também trouxe uma série de outros transtornos que não existiam no passado.

O modelo de negócios da Microsoft com o Windows 10 mudou bastante. Em vez de lançar novas versões pagas a cada três anos, a empresa praticamente deu o Windows 10 para a maioria dos usuários, liberando atualizações semestrais regulares e gratuitas, com novos recursos e novidades.

Isso tem uma implicação: fazer com que a Microsoft procurasse outras fontes de renda para monetização do Windows. Ao usar o sistema operacional, não é muito difícil encontrar publicidade embutida na interface. A dependência de aplicativos distribuídos em uma loja centralizada também não convence o público do PC, por mais que a companhia insista pesado nesse formato.

Talvez mais grave seja a questão da privacidade dos usuários. Com o Windows 10, a Microsoft coleta volumes enormes de dados do público, o que pode ser uma preocupação maior para quem se preocupa com a forma como essas informações são usadas. Nada disso era um problema com o Windows 7.

Não é seguro usar o Windows 7

Apesar de toda essa apreciação pelo sistema operacional, o fim do suporte ao Windows 7 significa que todas as vulnerabilidades que existem no sistema, por mais graves que elas sejam, permanecerão abertas. Muitas delas sequer são conhecidas por enquanto e só serão notadas quando começarem a causar dor de cabeça para os usuários afetados.

O fato é preocupante, porque, segundo a Net Applications, 26% dos usuários de PC ainda estão usando o Windows 7, e pode demorar para esse número chegar a um ponto em que deixe de ser interessante para o cibercrime explorar suas vulnerabilidades.

Essa é uma proporção bastante similar ao que víamos com o Windows XP na época em que ele foi abandonado pela Microsoft, em 2014. A Net Applications registrava uma participação de quase 30% do mercado para o XP nas semanas que antecederam o fim definitivo do suporte. Em 2016, dois anos depois, a participação ainda era de mais de 10%. Foram necessários muitos anos para que o XP finalmente se aproximasse ao patamar de participação desprezível, contando hoje, quase seis anos após o fim do suporte, com 2% do mercado.

Fonte: Olhar Digital

Microsoft encerra assistência ao Windows 7

Microsoft deixa de oferecer suporte ao Windows 7 a partir desta terça

Segundo o site “Net Market Share”, 26,6% dos computadores do mundo segue operando com Windows 7

Windows 7
Windows 7: razão fundamental que explica a quantidade de pessoas que segue utilizando o Windows 7 é a satisfação geral dos usuários com o sistema (Oli Scarff/Getty Images)

São Francisco — O sistema operacional para computadores Windows 7, um dos mais populares da história, deixará de ter suporte técnico da Microsoft a partir desta terça-feira.

A partir da data, o sistema deixa de receber atualizações, atualizações, o que deixará aqueles que o sigam utilizando mais vulneráveis a ataques de hackers.

Segundo o site “Net Market Share”, 26,6% dos computadores do mundo segue operando com Windows 7, apesar de a Microsoft ter alertado há mais de um ano que deixaria de atualizá-lo no início de 2020.

Microsoft recomenda que aqueles que continuam com o Windows 7 que o atualizem para um sistema operacional mais recente se possuem um computador comprado há menos de três anos. Caso contrário, a sugestão da empresa é a aquisição de uma nova máquina.

Na prática, como ocorreu há alguns anos com o popular Windows XP, a decisão de deixar de atualizar o sistema deixará aqueles que não fizerem a troca mais vulneráveis a possíveis vírus, trojans e ataques por parte de hackers.

Segundo dados de dezembro de 2019, mais da metade dos computadores do mundo usa o Windows 10.

Os outros 25% são compostos por usuários de Macs, de Linux, de alguns fãs do Windows XP que resistem em abandoná-lo e de Windows 8 e 8.1, que nunca tiveram grande popularidade entre os clientes da Microsoft.

Segundo a imprensa especializada, a razão fundamental que explica a quantidade de pessoas que segue utilizando o Windows 7 é a satisfação geral dos usuários com o sistema. A impressão ruim que parte deles também teve do Windows 10 é outro fator apontado.

Apesar de deixar de oferecer assistência técnica para o Windows 7 ao público geral, a Microsoft seguirá dando suporte a empresas e órgãos governamentais que desejem manter o sistema e estejam dispostos a pagar por isso.

Fonte: Exame

Veja por onde começar na hora de migrar do Windows para o Linux

O Olhar Digital reuniu algumas informações e dicas importantes para quem está pensando em migrar do Windows para o Linux. Confira!

Cada vez mais, o Linux e as suas distribuições têm ganho bastante espaço e novos usuários devido a mudanças importantes, inclusive, 2019 sendo um ano extremamente importante para ele. Por sua vez, o Windows 7 ainda continua sendo um sistema amplamente utilizado, mas ainda em janeiro de 2020, ele deve parar de receber atualizações, sendo necessário recorrer as atualizações pagas do Extended Security Updates para manter o sistema atualizado, um tipo de “programa” de atualizações pagas oferecido pela Microsoft.

Por sua vez, apesar de ser uma boa hora para trocar o Windows pelo Linux, muita gente ainda não sabe exatamente o que esperar do novo sistema ou até mesmo por onde começar com a migração. Assim, para lhe ajudar, o Olhar Digital preparou uma matéria com algumas dicas para quem quer migrar para o Linux.

Fazendo o backup no Windows

Antes de partir de fato para o Linux, é claro, você deve querer salvar os seus arquivos, que estão no Windows para que eles continuem sendo acessados no novo sistema. Aqui, vale lembrar, o Linux utiliza tipos de partições diferentes, mas reconhece os formatos utilizados pelo Windows.

A forma mais fácil de fazer um backup é em um HD externo, realizando mesmo uma cópia manual de seus principais arquivos. Caso prefira uma opção mais robusta, é claro, você pode utilizar algum serviço como o Google Drive, que oferece 15 GBs gratuitos de espaço de armazenamento na nuvem e um aplicativo para o Windows, que facilita o backup de suas pastas e arquivos.

Reprodução

Após ter feito o backup, já no Linux, algumas distribuições como o Linux Mint, por exemplo, trazem a opção de sincronizar a sua conta do Google, incluindo o serviço do Google Drive com os seus arquivos. Assim, após fazer essa configuração no sistema, os seus arquivos ficam disponíveis no gerenciador de arquivos e podem ser copiados de volta para a sua máquina, caso deseje. Além do Google Drive, outra opção interessante para o Linux é o Mega, que também possui um cliente oficial para a plataforma, o Mega Desktop App.

Reprodução

Apesar de termos mencionado aqui opções com integrações mais diretas com o Linux, vale lembrar, também, que praticamente todos os serviços de armazenamento de arquivos na nuvem, é claro, podem ter o seu acesso realizado pelo navegador.

Teste a distribuição antes de instalá-la

Uma dica importante para você achar com mais facilidade uma distribuição que lhe agrade, é rodando-a a partir de um pendrive, que pode ser preparado com a ajuda de ferramentas como o Rufus ou o UNetbootin. Dessa forma, você poderá mexer no sistema antes de instalá-lo sem afetar a cópia do seu sistema operacional atual.

Reprodução

Caso você ainda esteja reticente em fazer uma migração, mesmo tendo testado ela, lembre-se que você pode instalar o Linux em dual boot, ou seja, você terá na mesma máquina o acesso ao Windows e ao Linux.

Escolhendo uma distribuição

Para você utilizar o Linux, existem diversas distribuições na internet, que trazem suas próprias características, pacotes de programas etc. Algumas delas, inclusive, tem outras mudanças e podem, por exemplo, serem mais indicadas para um PC antigo, um PC novo, um PC gamer, profissionais que trabalham com edições e outros cenários.

Aqui, nessa matéria, o Olhar Digital listou alguma das principais distribuições do momento e que podem ser boas alternativas para ficar no lugar do Windows 7. Veja quais são elas:

Linux Mint

Uma das principais distribuições do momento, que leva como base o sistema do Ubuntu é o Linux Mint, que consegue na maioria dos casos oferecer um bom desempenho com um baixo consumo de memória RAM. Caso esteja pensando em usá-lo, não deixe de conferir este tutorial do Olhar Digital de como fazer a sua instalação, que apesar de ser de uma versão um pouco mais antiga, não teve muitas mudanças no processo.

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Elementary OS

Se você já tem um computador mais potente e procura uma distribuição, que já venha com um apelo visual maior, o Elementary OS também é uma ótima opção. Assim como o Linux Mint, o sistema base do Elementary OS é o Ubuntu, que faz com que você tenha um acervo generoso de aplicativos.

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ZorinOS

Já quem não consegue abdicar do visual do Windows pode achar o ZorinOS uma opção bem interessante. Essa distribuição utiliza o ambiente gráfico do Gnome Shell com um tema próprio, que lhe deixa bem intuitivo e, de certa forma, similar com o Windows em alguns aspectos. Apesar de ser gratuito, o Zorin OS conta com uma versão paga que traz alguns benefícios extras.

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Ubuntu

Uma das distribuições mais utilizadas é justamente o Ubuntu, que se destaca por ter o suporte a diversos ambientes gráficas e até mesmo imagens específicas para ser usado em computadores do tipo Desktop ou em servidores.

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Linux Deepin

A última distribuição de nossa lista é a chinesa Deepin, que se destaca por conta de seu visual bonito e foco na facilidade de uso. Recentemente, o Deepin até chegou a ser destaque por estar sendo instalado em computadores da Huawei como o seu sistema operacional padrão.

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Quais programas utilizar no Linux

Uma grande preocupação que existe na hora de sair do Windows para o Linux fica por conta da questão de programas a serem utilizados no sistema do pinguim. Apesar de alguns programas populares no Windows ainda não terem uma versão nativa para Linux, a verdade é que existem diversas alternativas eficientes por lá e até mesmo uma chance de fazer o seu programa em específico rodar através do Wine.

Para você ter apenas alguma ideia de por onde começar, assim como feito com as distribuições, o Olhar Digital também fez uma lista de aplicativos que são boas opções para o Linux e que podem substituir algo que estava em uso no Windows. Veja:

Clientes de e-mail

O Windows sempre incluiu opções de clientes de e-mail instalados no seu sistema. Já o Linux, na maioria das distribuições, também vem com um cliente de e-mail instalado, sende esse, na maioria dos casos, o Thunderbird, que é desenvolvido pela Mozilla. Já outra opção interessante e bem completa para essa categoria é o Mailspring, que apesar de ser gratuito, tem uma opção de assinatura para ter acesso a alguns recursos extras.

Compressores de arquivo

Na hora de enviar um arquivo pela internet, é bem comum recorrer a algum compressor para deixar tudo em apenas um arquivo ou só para diminuir o seu tamanho. Para alguns tipos de arquivos específicos, assim como o Windows, o Linux já tem ferramentas nativas para essa tarefa. Entretanto, para outros formatos, o PeaZip pode ser um grande aliado.

Editores de áudio

Alguns editores de áudio populares para o Windows, como o Sound Forge não estão disponíveis para o sistema do pinguim. Entretanto, outra opção famosa, como o Audacity marca presença no sistema. E, se somente ela não for o suficiente para o seu trabalho, com certeza o Ardour e o LMMS lhe ajudarão.

Reprodução

Editores de imagem

Aqui, está mais uma categoria onde o principal programa do Windows, o Adobe Photoshop, não tem uma versão nativa para Linux. Em seu lugar, é claro, pode se usar o famoso e tradicional GIMP. Também, é claro, não pode faltar nessa lista o Inkscape.

Navegadores

Nessa categoria, praticamente não existem muitas diferenças em relação aos programas utilizados no Windows. No Linux, sim, você poderá usar os navegadores ChromeFirefoxOperaVivaldi e outros. Também, não se esqueça que praticamente todas as distribuições já vem pelo menos com um ou dois navegadores pré-instalados.

Players de áudio

Quem está se preocupando em escutar músicas no Linux, pode ficar tranquilo, pois além de ter o cliente do Spotify, o sistema do pinguim também tem opções bem interessantes para quem quer escutar músicas armazenadas localmente no PC. Para essa categoria, as recomendações ficam com o Clementine e o Banshee, que além de reproduzir arquivos de áudio, também conta com o suporte para vídeos.

Reprodução

Players de vídeo

Diferente da última categoria mencionada, o Netflix não possui um aplicativo oficial como o visto no Windows 10, mas ele roda normalmente a partir de navegadores no sistema do pinguim. Já as recomendações de programas para rodar os arquivos que estão na sua máquina ficam para o popular VLC Player e para o SMPlayer.

Suítes Office

Outro aplicativo bem popular no Windows, é claro, fica por conta do Microsoft Office, que ainda não tem uma versão oficial para Linux, mas conta com opções à altura. Em primeiro lugar, se você não quer trocar o Microsoft Office, vale a pena dar uma chance para o Office Online e ver se ele atende suas necessidades.

Já uma das opções mais completas e populares para o Linux fica por conta do LibreOffice, que recebe atualizações constantes e é compatível com os arquivos criados com o Microsoft Office, assim como o WPS Office. Já uma menção honrosa também fica com o Apache OpenOffice.

Reprodução

Essas foram apenas algumas dicas para quem está pensando em migrar do Windows para o Linux. Lembre-se, é claro, que os sistemas possuem algumas diferenças de uso. Caso você, leitor, já tenha passado por essa experiência ou queira agregar mais informações de como migrar do Windows para o Linux, deixe o seu comentário e sugestão para nós!

Fonte: Olhar Digital

Presidente da Microsoft lista 4 tecnologias que definirão a próxima década

5G, computação quântica, nuvem e inteligência artificial estão entre as tendências citadas por Brad Smith

Guilherme Preta, editado por Daniel Junqueira 08/11/2019 11h40 (Fonte: Olhar Digital)

Brad Smith, presidente da Microsoft, se apresentou no Web Summit, em Lisboa, e falou sobre o que ele acredita que vai marcar a próxima década na área da tecnologia. O executivo afirmou, entre outras coisas, que qualquer ferramenta pode se tornar uma arma e que, por isso, acredita que as empresas de tecnologia precisam trabalhar para que o avanço tecnológico não se torne um risco.

Para ele, é preciso dar prioridade às pessoas, já que o avanço tecnológico não pode deixar a sociedade para trás. “Se fizermos as coisas de uma maneira errada, a próxima geração pagará um preço caro”, destacou. Para Smith, o maior problema para se resolver é a proteção à privacidade.

Além disso, o presidente da Microsoft destacou quais são tecnologias devem marcar a próxima década. A computação quântica é a principal delas, permitindo que os cálculos e análises de dados sejam feitas com mais velocidade. Outra tecnologia que marcará a década é o 5G.

Com esse avanço, Smith acredita que a rede se tornará mais ambiente, como a eletricidade.

“Estará tão presente em nossas vidas que não pensaremos nela diretamente”, comentou.

Com esses avanços, a inteligência artificial vai evoluir ainda mais, com a habilidade de operar fora de pequenos caminhos e permitindo insights em múltiplas disciplinas.

Para armazenar esse progresso, Smith acredita que os centros de dados em nuvem vão se expandir e se inovar, “se não, nunca conseguiremos acompanhar a expansão que está por vir”, finalizou.

Via: Época Negócios

Atualização do Windows 10 está causando tela azul e erro de boot

Usuários do Windows 10 têm reportado alguns bugs no sistema operacional da Microsoft, desde a instalação da atualização cumulativa chamada de KB4517389, que foi liberada no início deste mês de outubro.

Segundo os usuários afetados, o update gera o travamento geral do PC, com o aparecimento da temida “tela azul”, mas também há relatos de que o sistema pode falhar durante a inicialização.

As publicações foram feitas no Answers.com, o fórum da Microsoft. Quando a tela azul aparece, uma mensagem de erro a relaciona com o processo “cldflt.sys”, que parece fazer parte da estrutura do OneDrive. No entanto, um moderador voluntário do fórum descartou a possibilidade de o aplicativo ser a causa do bug.

Fonte: Pixabay/Reprodução

 

Nos casos em que o sistema falha ao iniciar, caso o boot não seja possível nem no modo de segurança, o erro só poderá ser corrigindo por meio de uma restauração ou reinstalação. Já a tela azul pode ser facilmente corrigida com a desinstalação do KB4517389.

Há ainda a possibilidade de a mesma atualização estar causando erros na execução de aplicativos 16 bit escritos em Visual Basic 3. Problema que também é sanado com a desinstalação do KB.

2019, ano difícil para o Windows 10

Temos noticiado sobre vários bugs ocorridos no Windows 10 desde a última grande atualização de maio de 2019.

Todo sistema contém falhas e vulnerabilidades, mas, neste caso em específico, o sistema da Microsoft está em uma espécie de looping: todo novo patch de correção acaba gerando um novo problema.

Sobre este último, a companhia já foi alertada por meio do “hub de feedback” do sistema.

Fonte: TecMundo

Windows 10X deve ser o sistema da Microsoft para híbridos

Surpreendentemente, um novo Windows 10 deve surgir das mãos da Microsoft. Destinado a dispositivos com duas telas ou híbridos, o vazado Windows 10X utilizaria técnicas para valorizar a performance do aparelho.

02/10/2019 às 12:00 1 min de leitura (TecMundo)

Igor Almenara Carneiro via nexperts

O rumor, vazado por Evan Blass no Twitter, parece fazer sentido quando lembramos dos notebooks anteriormente vazados. Evan Blass alegou que a Microsoft tem planos de lançar um aparelho com duas telas "dobráveis", batizado "Project Centauros", e seguir com sua linha Surface Pro — agora, com o Surface Pro 7 — e outro híbrido do Surface Pro 7 alimentado por um chip ARM.

Vazamento relatado por Evan Blass. (Fonte: TechRadar/Reprodução)

Em conjunto com esses lançamentos, a Microsoft adicionaria uma versão única do sistema operacional especialmente preparada para esses tipos de aparelhos. Embora a “versão tablet” do Windows 10 já seja um grande passo para a adaptar o uso para híbridos, a nova versão viria com melhoria de performance.

Neste caso, o Windows 10X rodaria aplicações em “containers”. Ou seja, utilizaria técnicas de virtualização para rodar boa parte dos aplicativos pela internet, na nuvem, do que utilizar o próprio hardware para a tarefa.

Surface Pro com chip ARM vazado. (Fonte: TechRadar/Reprodução)

Por não podermos afirmar se as informações são reais, não podemos imaginar qual a utilidade do dispositivo quando offline, tampouco quais aplicativos seriam executados pelo hardware e o impacto dessa transformação.

O anúncio oficial desses dispositivos e do sistema deve acontecer hoje no evento da Microsoft. As novidades devem começar a vir depois das 11h. Portanto, fique ligado no TecMundo para ficar sabendo de tudo!

Fontes: TechRadar e The Verge

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