O fim do Windows 7: por que o sistema é tão amado e usado até hoje?

Lançado em 2009, o sistema só fica atrás do Windows 10 entre os mais usados para desktops e notebooks

Esta terça-feira (14) é o último dia de “vida” do Windows 7. É a data em que a Microsoft deixa oficialmente de suportar o sistema operacional, com algumas raras exceções. A data marca o fim de uma trajetória de sucesso de um software lançado há mais de 10 anos, no longínquo ano de 2009.

A saga do Vista

Lançado em 2007, o Windows Vista foi inicialmente projetado para chegar ao mercado apenas três anos após o XP, lançado em 2001. Isso dá uma dimensão de como as coisas não estavam caminhando bem dentro da Microsoft, na época dirigida por Steve Ballmer. O executivo viria alguns anos no futuro admitir que o Vista era o seu maior arrependimento como líder da companhia.

E, de fato, não faltaram erros que fizessem o Windows Vista ser ignorado pelo público. O fato mais marcante foi o momento em que Ballmer e sua equipe determinaram um “reset” na base de código do sistema operacional durante sua fase de desenvolvimento. Isso mesmo: foi necessário recomeçar o desenvolvimento do Vista, porque a Microsoft não estava confiante nos rumos que a versão anterior estava tomando, o que significou um atraso enorme na produção e fez com que vários recursos que haviam sido previamente prometidos em público acabassem abandonados.

É claro que uma decisão desse porte afeta a qualidade final do produto, e o mercado reagiu de acordo. O Vista foi instalado em pouquíssimos computadores e até hoje leva a fama de ser um dos piores produtos da Microsoft; ele era visto como lento e pesado e causava uma série de incompatibilidades que atrapalhavam a vida de empresas e usuários, ao mesmo tempo em que o Windows XP funcionava bem o suficiente para justificar uma não-atualização de sistema.

A chegada do Windows 7

Ainda que o Vista tenha sido o fracasso que foi, ele teve uma importância enorme: servir de base para o Windows 7. As ideias que a Microsoft não conseguiu implementar de forma satisfatória seriam refinadas e ajustadas para a nova versão do sistema operacional.

Só de comparar as interfaces já é possível perceber as similaridades com clareza. A identidade visual Aero, implementada no Vista, finalmente chegou a sua versão completa com a versão 7. Isso incluía recursos essenciais da plataforma que são indispensáveis até hoje, como o UAC (Controle de Conta de Usuário), que chegou em um momento em que as ameaças para Windows estavam completamente fora de controle e minimizou o transtorno, o Windows Media Center, o Windows Defender.

Claro que houve novidades o suficiente para justificar uma nova versão do Windows. Boa parte delas solucionava a questão mais grave do Vista: o desempenho. Vários benchmarks da época do lançamento do Windows 7 mostram como o sistema acelerou o tempo de ligamento e desligamento do computador, e os ganhos também eram notáveis para a realização de tarefas no PC, proporcionando melhor usabilidade tanto para os computadores mais potentes quanto para os desktops e notebooks mais simples.

A vida longa do Windows 7

Não é possível falar do sucesso do Windows 7 apenas olhando para o seu antecessor. Ele precisa ser diretamente comparado com seus sucessores para entender por que até hoje ele figura alto na lista de sistemas operacionais mais usados do planeta.

Parece um passado distante, mas de lá para cá, a Microsoft lançou o Windows 8, e a resposta do público não poderia ter sido pior. A empresa viu que os smartphones e tablets estavam ganhando força e decidiu transportar a interface dos blocos dinâmicos do Windows Phone, otimizada para o toque, para os desktops, o que não agradou nem um pouco os usuários de PC.

A remoção do Menu Iniciar fez com que muitos, do dia para a noite, desaprendessem a usar seus computadores. Isso foi especialmente problemático para empresas que precisaram investir em treinamento de seus funcionários para que pudessem fazer o que sempre fizeram sem qualquer transtorno.

Então, não é surpresa que muitas pessoas evitaram o Windows 8 e até mesmo o seu sucessor, o Windows 8.1. A versão 7 ainda funcionava perfeitamente, rodava todos os programas normalmente, era familiar e totalmente suportado pela Microsoft.

O resultado foi simples: um computador sair de fábrica com o Windows 8 era um fator negativo, e não positivo. Consumidores preferiram não migrar e continuaram usando seu Windows 7 enquanto foi possível, e muitas empresas, percebendo essa tendência, continuaram vendendo PCs com Windows 7 até a chegada do 10.

Ainda há quem o prefira no lugar do Windows 10

E há bons motivos para isso. O Windows 10 solucionou boa parte dos problemas que fizeram as versões 8.x serem um fracasso, mas ele também trouxe uma série de outros transtornos que não existiam no passado.

O modelo de negócios da Microsoft com o Windows 10 mudou bastante. Em vez de lançar novas versões pagas a cada três anos, a empresa praticamente deu o Windows 10 para a maioria dos usuários, liberando atualizações semestrais regulares e gratuitas, com novos recursos e novidades.

Isso tem uma implicação: fazer com que a Microsoft procurasse outras fontes de renda para monetização do Windows. Ao usar o sistema operacional, não é muito difícil encontrar publicidade embutida na interface. A dependência de aplicativos distribuídos em uma loja centralizada também não convence o público do PC, por mais que a companhia insista pesado nesse formato.

Talvez mais grave seja a questão da privacidade dos usuários. Com o Windows 10, a Microsoft coleta volumes enormes de dados do público, o que pode ser uma preocupação maior para quem se preocupa com a forma como essas informações são usadas. Nada disso era um problema com o Windows 7.

Não é seguro usar o Windows 7

Apesar de toda essa apreciação pelo sistema operacional, o fim do suporte ao Windows 7 significa que todas as vulnerabilidades que existem no sistema, por mais graves que elas sejam, permanecerão abertas. Muitas delas sequer são conhecidas por enquanto e só serão notadas quando começarem a causar dor de cabeça para os usuários afetados.

O fato é preocupante, porque, segundo a Net Applications, 26% dos usuários de PC ainda estão usando o Windows 7, e pode demorar para esse número chegar a um ponto em que deixe de ser interessante para o cibercrime explorar suas vulnerabilidades.

Essa é uma proporção bastante similar ao que víamos com o Windows XP na época em que ele foi abandonado pela Microsoft, em 2014. A Net Applications registrava uma participação de quase 30% do mercado para o XP nas semanas que antecederam o fim definitivo do suporte. Em 2016, dois anos depois, a participação ainda era de mais de 10%. Foram necessários muitos anos para que o XP finalmente se aproximasse ao patamar de participação desprezível, contando hoje, quase seis anos após o fim do suporte, com 2% do mercado.

Fonte: Olhar Digital

Como escolher o notebook ideal?

A resposta, pessoal e intransferível, vai depender de uma série de fatores. Mas, com este passo a passo, vai ficar mais fácil comprar um notebook que se adeque melhor às suas necessidades.

Notebook ideal
Notebook ideal

Novidades não param de chegar ao mercado, onde o segmento dos laptops é um dos mais movimentados. Em 2017, os modelos de notebook 2 em 1 são que há de melhor e mais inovador, seja em termos de tecnologia, seja em aspectos como versatilidade, mobilidade e desempenho. Representam um ótimo custo beneficio, reunindo o melhor de um notebook e um tablet numa mesma máquina, sejam eles destacáveis ou conversíveis. Diante desse cenário, qual modelo escolher, afinal? A resposta vai depender de fatores de ordem pessoal ou profissional, de forma que cada um terá uma solução própria para o seu “enigma” particular. Basicamente, a questão que deve ser colocada é: “De que forma vou usar esse equipamento?”. Isso servirá como ponto de partida na sua pesquisa. Para ajudar você a decidir pela melhor escolha, elaboramos um passo a passo com os principais pontos a serem considerados na hora de escolher o melhor notebook: processador, bateria, tamanho da tela, memória RAM, disco rígido, placa de vídeo e conectividade.

Conheça um pouco sobre cada elemento a ser considerado e não erre na hora de decidir sobre seu laptop.

Processador: o coração da máquina

O poder de um notebook está diretamente associado à sua capacidade e velocidade de processar dados como, também, tarefas inerentes ao sistema. Não depende só do qualidade da internet, mas do processador, carregar uma página no navegador. Da mesma forma, o tempo que demora para executar um programa está ligado ao chip da máquina, entre outros fatores.

Processadores Intel® são os mais indicados para consumidores que buscam versatilidade, adequando-se às suas necessidades de uso. Com os mais recentes processadores Intel®, você terá a performance necessária para realizar todas as suas atividades. Não se trata apenas de uma questão de marca, mas de tecnologia e qualidade.

De tempos em tempos, são lançados novos tipos de processador, capazes de oferecer mais performance. Assim, um notebook equipado com Intel® Core™ i7 vai ser mais rápido que um com i3. Mas é preciso considerar também as gerações existentes em cada tipo de processador, que podem influenciar em aspectos como duração de bateria. Daí que uma geração mais recente de Intel® Core™ i5, por exemplo, pode se adequar perfeitamente a quem busca uma máquina com bom desempenho e duração de bateria, em um ponto intermediário entre o uso doméstico e o profissional.

E para quem vai realizar tarefas mais simples, como escrever textos e usar o notebook de forma corriqueira, sem carregar programas pesados, como aplicativos de design, um processador Intel® Core™ i3 poderá ser a escolha certa — mas preste atenção na geração do processador. Dê preferência para as gerações mais recentes (a mais atual é a 7ª geração dos processadores Intel® Core™). O investimento em um bom processador vale a pena, até porque você não precisará trocar o equipamento por um bom tempo.

Bateria: a melhor é aquela que não deixa o usuário na mão

Se o seu objetivo for mobilidade, a escolha deve recair sobre um aparelho que tenha boa capacidade e consuma pouca energia. Por outro lado, se você passa a maior parte do tempo em ambientes onde é fácil recarregar a máquina, nada impede que você compre um notebook 2 em 1 que peça mais energia.

Ainda assim, a duração da bateria é um ponto superimportante. Por isso, prefira sempre um modelo com mais autonomia, por exemplo, acima de 4 horas (segundo as especificações do fabricante). Porque não faz sentido ter mobilidade e versatilidade – características que um laptop 2 em 1 oferece – se você não puder aproveitá-las em sua plenitude.

A autonomia vai depender do uso da máquina, do número de programas rodando e até de aspectos como a quantidade de brilho que você determina para a tela. Um ponto importante é o número de células da bateria. Uma que tenha 6 células, por exemplo, tende a ter uma ótima duração. Outro ponto é a especificação mAh, sigla para miliampère-hora: quanto maior esse número, maior será a autonomia. Outra dica é comprar modelos cujas baterias sejam vendidas separadamente. Assim, você poderá ter uma de reserva.

E tenha sempre em mente que notebooks equipados com processadores de última geração vão consumir menos energia, permitindo, com isso, uma maior duração da bateria. Porque a cada nova geração os processadores ficam mais eficientes, e um dos benefícios é justamente esse.

Tela: tamanho é documento?

Depende. Displays maiores (de 15 ou 17 polegadas) costumam ser indicados tanto para quem possui dificuldade de visão quanto para quem trabalha com imagem (designers, arquitetos, fotógrafos…) e precisa de uma boa área de visualização, enquanto telas de resolução alta (as HD têm, no mínimo, 1.280 x 720 pixels e as Full HD, 1.920 x 1.080 pixels, mas já existem as Ultra HD 4K, de 3.840 x 2.160 pixels), com tecnologia LED, são voltadas para quem vai jogar ou assistir a vídeos, usando o gadget como um aparelho de TV – mas igualmente são essenciais para quem trabalha com imagem.

Se você quer ter uma experiência mais que satisfatória, é preciso levar em conta esses dois aspectos, lembrando que o tamanho da tela impacta na portabilidade da máquina e, ainda, no consumo de energia. Sem falar que, muitas vezes, o consumidor opta por um notebook com tela de 15 polegadas pelo fato de ele ter um teclado numérico à parte. É um recurso útil, principalmente para quem trabalha muito com planilhas e, portanto, digita números seguidamente.

Outra coisa que não pode ser esquecida é que o notebook 2 em 1 possui telas que giram em 360° ou quase isso, permitindo que elas sejam visualizadas em diferentes modos. Há modelos também cuja tela pode ser destacada do teclado, sem falar no recurso touchscreen. Isso tudo amplia as possibilidades de uso, de forma que uma tela de 13 (ou, vá lá, até 11) polegadas pode atender às suas necessidades. Até porque muitas delas são antirreflexo, o que torna a experiência de uso mais agradável e, aliada à tecnologia de alta resolução, garante a fidelidade das cores exibidas.

Memória RAM: quanto mais, melhor

A memória RAM é um item muito importante – muitos até a consideram o “cérebro” do notebook –, porque é ela que permite que o processador rode vários programas simultaneamente ou abra várias abas no navegador. Notebooks mais básicos tendem a ser equipados com memória de menor capacidade (2 GB), o que não será o ideal para quem costuma baixar filmes e séries da internet, por exemplo, mas sim para executar tarefas bem simples, como navegar na web.

Portanto, se você quiser mais desempenho e velocidade, prefira um equipamento que traga embutida memória RAM de 4 GB, no mínimo. Já um notebook com 8 GB de memória RAM (com 16 GB, nem se fala!) será o ideal para quem não quer nem saber de enfrentar problemas como lentidão ou travamentos ou, então, precisa trabalhar com softwares pesados.

HD, SSD e HD externo: o melhor é o que atende sua necessidade

Espaço em disco é outro ponto fundamental. Principalmente se você gosta de guardar tudo no computador: fotos, vídeos, músicas, trabalhos de escola, documentos… Nesse caso, o ideal é ter um HD a partir de 500 GB (se puder ser de 1 TB, melhor) ou um SSD. E aqui cabe explicar que HDs (discos rígidos) são mais apropriados para o armazenamento de arquivos, enquanto SSDs (drives de estado sólido) são melhores para carregar softwares (mesmo os mais pesados) de forma rápida.

Por conta do “nível profissional”, os SSDs são mais caros, embora tenham menor capacidade de armazenagem – e você poderá precisar de um HD externo. Daí a importância de ter sempre em mente: “De que forma vou usar este equipamento?”.

Mas a boa notícia é que hoje há diversas opções de armazenamento na nuvem. Então, você não precisa mais sacrificar a performance do seu equipamento guardando um “zilhão” de arquivos, ok? Sem falar que há, também, a alternativa de comprar um HD externo e transferir o máximo de coisas (menos os programas, claro) para ele.

Placa de vídeo pode ser integrada ou dedicada

Ela está por trás de tudo o que aparece na tela do notebook: de um simples aplicativo ao vídeo mais incrível que você já viu, cheio de detalhes e efeitos especiais. E pode ser de dois tipos: integrada (também chamada de placa onboard) ou dedicada (placa offboard).

A primeira já vem acoplada à placa-mãe, o que a torna mais barata, e utiliza memória RAM do equipamento, o que não é ruim, principalmente para quem não vai querer jogar jogos muito pesados nem trabalhar com edição de vídeo. Ela consome menos energia, permitindo maior duração de bateria e, também permitindo designs mais finos e leves de notebooks e notebooks 2 em 1.

Já uma placa de vídeo dedicada tem memória própria. Essa placa pode tanto vir com o equipamento quanto ser instalada à parte. É indicada para quem vai exigir muito desempenho do notebook, seja jogando jogos com processamento gráfico mais pesado ou fazendo muitas edições de vídeo. Porque, em casos como esses, o risco de travar é enorme se o sistema estiver se valendo de uma placa de vídeo integrada.

Placas de vídeo offboard permitem que os usuários montem sua própria configuração, definindo a quantidade de memória e ajustando de acordo com a sua necessidade. Assim, o processador do notebook fica livre para cuidar de outras tarefas e o desempenho da máquina, de forma geral, é bem melhor. E, claro, quanto mais memória tiver a placa, mais ela terá condições de dispor os elementos na tela.

Conectividade facilita o seu trabalho

Outra coisa que você vai notar nos modelos mais novos de notebooks é a ausência de leitor/gravador para CD, DVD ou Blue-Ray, devido ao avanço do streaming (possibilidade de ouvir música e assistir a vídeos em outras plataformas) e da facilidade para armazenar arquivos em pendrives e outros dispositivos, além da nuvem. Com isso, os notebooks ficaram mais leves e, também, consomem menos energia.

Por outro lado, atente para entradas USB (sempre mais de uma, principalmente se você não usar acessórios sem fio). São elas que vão permitir a conexão de dispositivos como mouse, pendrive e HD externo. Tanto melhor se uma das portas for 3.0, um padrão mais rápido, ou Thunderbolt™ 3 (USB-C), que é oito vezes mais rápido que o USB 3.0, possibilitando conectar diversas telas ou dispositivos em uma única porta (o que é ideal para desenvolvedores e para gamers que desejam ainda mais eficiência).

É cada vez mais importante, também, uma entrada HDMI 1.4, não só para conectar a máquina a uma TV mas a um monitor ou projetor para apresentações. Sistemas Wi-Fi e Bluetooth são praticamente obrigatórios nos produtos, mas vale conferir. Entrada para cartão Micro SD ajuda a descarregar fotos de uma câmera digital ou mesmo de um smartphone, enquanto entradas para cartões SIM, de acesso a redes 3G ou 4G, dispensam o uso do modem. E uma entrada para fone de ouvido vale ouro (e livra uma porta USB), principalmente para quem gosta de música.

Promoções de notebooks: nem tudo vale a pena!

Periodicamente, as lojas realizam promoções de vendas de laptops com descontos bem atraentes. Isso é ótimo para o consumidor, mas não vale a pena investir seu rico dinheirinho em um equipamento cuja tecnologia esteja ultrapassada, a não ser que você vá fazer um uso bem básico da máquina, como navegar na internet e ler e-mails. Mas, se você pretende rodar games pesados e ver filmes ou séries com frequência, esta não será a melhor escolha.

A dica é estabelecer um teto de gasto de acordo com o seu orçamento, porém sem forçar a barra. Porque o preço está diretamente associado à capacidade de entrega do equipamento.

O que mais deve-se levar em conta?

Webcam de boa resolução e microfone integrados rendem pontos, principalmente se você faz videoconferências. Teste o teclado na loja, bem como o touchpad. Opte por teclados com padrão ABNT, que atendem a quem precisa produzir textos com frequência e não vão deixar na mão mesmo quem só faça posts em redes sociais. Atributos extras, como retroiluminação LED, devem ser levados em conta, pois facilitam o uso do equipamento até no escuro, assim como a qualidade dos alto-falantes (tem alguns que são até surround!) e você não vai querer gastar com acessórios para incrementar a máquina.

O sistema operacional também é importante. Há vários sistemas disponíveis, mas nem sempre compatíveis com programas já consagrados no mercado, como alguns editores de textos e planilhas. O sistema operacional Windows® 10, que já vem instalado em produtos vendidos por diversas (e consagradas) marcas, trabalha melhor com os mais recentes processadores Intel® Core™, oferecendo novas maneiras de usar e de interagir com o notebook. Sem falar que essas marcas oferecem atualizações constantes, garantia e assistência técnica, além de suporte a distância (via telefone, e-mail ou chat online). Ou seja, você não fica na mão.

O peso do equipamento é outro ponto a considerar, principalmente se você vai levar o laptop numa mochila para diferentes locais. Porém, essa é outra característica marcante dos notebooks 2 em 1, que, em geral, pesam bem pouco (de 1 kg a 2,5 kg, em média). Após ler essas dicas, a ideia é que você faça a escolha de uma forma mais consciente a respeito do notebook que vai atender às suas necessidades. Pesquise e compare os modelos. Com certeza, você vai fazer um bom investimento sem se arrepender depois.

Conteúdo de responsabilidade do anunciante: Intel

Fonte: Techtudo

Superaquecimento de notebook

No post anterior falamos sobre a importância de enrolar adequadamente os cabos do notebook para o seu transporte, evitando problemas como curto circuitos e queima de placas.

Neste segundo post do nosso blog falaremos sobre como evirar o superaquecimento, outro problema muito comum enfrentado por usuários de notebooks.

Normalmente o aquecimento ocorre pela falta de informação do usuário em relação à forma correta de se apoiar o equipamento.

Superaquecimento de notebooks
Imagem: Pixabay

É fortemente recomentado evitar o uso do notebook apoiado no colo, cama ou superfícies desniveladas.Continue lendo

Transporte inadequado de notebooks

Sempre preocupados em manter a proximidade com nossos clientes, nós da Diagonal Informática abrimos este canal de comunicação para instruir, informar e dialogar sobre temas relacionados aos serviços que prestamos.

Neste primeiro post do nosso blog iremos falar sobre um problemas comum enfrentado por usuários de notebooks.

Você sabia que na maioria das vezes que se tem problemas com fontes de notebook, a causa é o transporte inadequado?

Transporte inadequado de notebooks

 

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