Despesas com o home office: de quem é a conta?

Ajuda de custo, reembolso de despesas e fornecimento de equipamentos estão entre os benefícios possíveis no regime de teletrabalho

Fernanda Muniz Borges e Luiz Eduardo Amaral de Mendonça* (Administradores.com)

 

A pandemia e o consequente isolamento social trouxeram uma série de mudanças no dia a dia das empresas. Dentre todas as mudanças, uma dos mais relevantes foi o fomento ao trabalho remoto - chamado pela legislação em vigor de teletrabalho, quando o empregado exerce suas atividades na maior parte do tempo fora das dependências da empresa.

Entre as diversas discussões sobre o tema tem-se, em especial, a questão relativa ao custeio das despesas e equipamentos dos empregados. De quem é a responsabilidade? O que antes era provisório, agora em diversas empresas é definitivo, tendo adotado o home office como prática efetiva de trabalho. Ou seja, o investimento e interesse do próprio empregado em melhorar o seu local de trabalho, “deixando de ser caseiro”, está ainda mais em pauta.

A lei (artigo 75-D da CLT) determina que a responsabilidade pela aquisição, manutenção e/ou fornecimento de equipamentos, bem como o reembolso de despesas, será objeto do contrato. Ou seja, a lei não afirma que é da empresa e deixou claro que caberá às partes definirem como isso irá ocorrer.

Recentemente, a 2ª Vara do Trabalho de São Caetano do Sul (SP) proferiu decisão que determinou ao empregador a responsabilidade de custear os equipamentos adquiridos pelo empregado para o exercício daquela atividade (1000766-98.2020.5.02.0472).

Antes de qualquer crítica à decisão, é interessante diferenciar os benefícios possíveis aos empregados no teletrabalho:

a) Ajuda de custo: valor fixo, normalmente mensal, com o intuito de cobrir despesas adicionais com o trabalho remoto, como auxiliar nos custos de internet, luz etc. O importante nesta modalidade é existir efetivamente despesas a serem ao menos parcialmente custeadas, bem como que o valor seja proporcional ao contrato de trabalho. Por exemplo, é difícil imaginar uma ajuda de custo no mesmo valor do salário do profissional. Como o próprio nome já diz, trata-se de uma ajuda e não necessariamente precisa cobrir toda e qualquer despesa do empregado.

b) Reembolso de despesas: aqui o valor é variável e exige do empregado a comprovação efetiva da despesa. O valor despendido pela empresa será apenas e tão somente o que for comprovado pelo empregado. O empregador pode e deve criar regras internas que visem regular o teto máximo de reembolso ou até mesmo quais as despesas inclusas. A reforma trabalhista deixou claro que os dois benefícios “a” e "b'', acima mencionados, não possuem natureza salarial, como forma de incentivar as empresas a buscarem oferecer melhores condições aos seus teletrabalhadores.

c) Fornecimento de equipamentos: por fim, é possível que o empregador forneça o próprio equipamento para auxiliar na prestação de serviços. Trata-se do computador, cadeira e impressora cedidos como ferramentas de trabalho e, portanto, não devem se incorporar ao contrato de trabalho. Esse formato exige do empregador cautela para a entrega dos equipamentos, bem como estabelecer as responsabilidades com o uso e manutenção.

Feitas essas diferenciações, a decisão da 2ª VT/São Caetano do Sul insere-se no item "c" acima, mas com o agravante de que restou apurado (destaca-se que o processo ainda está em trâmite e sem trânsito em julgado): (i) ausência de pactuação expressa quanto aos equipamentos e despesas, e que (ii) gastos extraordinários foram exigidos do profissional para que a atividade fosse desempenhada em casa.

Nesse sentido, não se trata de um entendimento isolado e excessivo de responsabilidade do empregador por todos os custos à revelia do que determina a lei, mas sim que, no caso em concreto, restou apurado que foi exigido do empregado um ônus desproporcional para desenvolver a sua atividade remotamente.

A nossa recomendação é sempre avaliar o caso em concreto e utilizar da razoabilidade. É compreender se aquela atividade prescinde de algum equipamento específico ou não. É não exigir que o empregado compre nada apenas porque a atividade exige ou deixar que o empregado "assuma os riscos do negócio" no lugar da empresa. Questione-se: "Como empregador eu estou exigindo que o empregado realize investimentos desproporcionais?"

Adicionalmente, sempre é preciso confirmar na norma coletiva aplicável, a qual comumente dispõe sobre auxílios e obrigações com esses custos.

Qualquer que seja a discussão ou conclusão, é crucial a formalização em contrato/aditivo apropriado e uma robusta política interna. Isto é: não havendo pagamento/fornecimento de equipamentos, que isto conste expresso no documento e com as razões para tanto; ou havendo pagamento/fornecimento de equipamentos, que o documento dite os limites e demais regras do benefício.

O que chama a atenção na decisão ora comentada é a ausência de discussão quanto à propriedade dos equipamentos. Isso porque, havendo o reembolso do que foi gasto e partindo da premissa de que a compra foi realizada tão somente para desenvolver as atividades, a propriedade dos equipamentos é da empresa? A empresa vai reembolsar equipamentos que ficarão com o empregado?

Parece-nos razoável entender que, tendo a empresa arcado com o custo integral dos equipamentos e tendo a comprovação efetiva (no caso acima – decisão judicial) de que o valor servirá para esse propósito apenas, o equipamento é de propriedade da empresa. O que não aconteceria se a condenação fosse em pagamento de uma ajuda de custo, já que não é atrelada a nenhuma despesa específica.

Sem debruçar no processo, somos da opinião de que caberia, nesse caso, à empresa ter apresentado reconvenção na peça de defesa pedindo que, caso fosse condenada a ressarcir os equipamentos, como de fato aconteceu, que o empregado fosse obrigado subsidiariamente a devolvê-los por serem ferramentas de trabalho.

Não temos visto muitas empresas utilizando essa estratégia, mas é importante que o façam já que foi o próprio Judiciário quem afirmou que a ferramenta de trabalho é de propriedade da empresa.

No dia a dia das empresas e na implementação de políticas de teletrabalho, é sempre importante avaliar quais dos formatos acima serão implementados (ajuda de custo, reembolso ou fornecimento do equipamento) e desenvolver regras específicas. O retorno do equipamento, a possibilidade de desconto em caso de dano, treinamentos específicos e regras de manutenção estão entre os temas abordados nas políticas internas.

A dica é sempre buscar entender a operação da empresa, seus valores, suas regras de compliance e o que se pretende exigir do empregado, analisando se há obrigação ou não em fornecer qualquer auxílio e, em qualquer das hipóteses, ter regras transparentes e bem divulgadas sobre o tema.

Fernanda Muniz Borges e Luiz Eduardo Amaral de Mendonça são sócios da área trabalhista do escritório FAS Advogados.

Projeto de lei quer obrigar Apple a aceitar outras lojas de apps no iPhone

Um projeto de lei apresentado pelo Senado da Dakota do Norte, nos EUA, pode forçar a Apple e outras empresas a aceitarem meios alternativos e lojas de apps de terceiros em seus dispositivos.

Introduzida pelo senador republicano Kyle Davidson, a proposta ainda impede que, caso desenvolvedores de apps sigam por essas vias alternativas, a empresa de Cupertino, o Google e outras companhias façam qualquer retaliação contra eles.

“O propósito desse projeto é nivelar o campo competitivo para desenvolvedores de aplicativos no estado da Dakota do Norte e proteger os consumidores de taxas devastadoras, impositivas e monopolistas de grandes empresas de tecnologia”, disse Davidson durante uma audiência na Câmara local, onde apresentou a “Senate Bill 2333”, o nome técnico do projeto.

Davidson ainda afirmou que a taxa de 30% em cima do faturamento de aplicativos – cobrada por Apple e Google – resulta no aumento do preço de ofertas digitais e, consequentemente, “limita o poder de escolha dos consumidores”.

Projeto de lei pode alterar forma como Apple e Google oferecem apps em suas lojas virtuais nos EUA. Imagem: Bloomicon/Shutterstock

Pontos do projeto

O projeto de lei toca em três pontos essenciais, proibindo as práticas sugeridas por ele. O primeiro é o de impedir que desenvolvedores utilizem outros marketplaces digitais, efetivamente “trancando-os” em uma loja exclusiva, com parâmetros específicos.

O segundo – e provavelmente o mais evidente – ponto refere-se ao método de pagamento, proibindo que uma empresa obrigue o desenvolvedor a utilizar um modelo exclusivo, sem abrir-se para outros. Finalmente, o projeto barra a retaliação da empresa – em qualquer expressão – contra desenvolvedores que escolherem formatos alternativos.

Diante desse projeto, a Apple, por exemplo, não poderia impedir que o usuário possa baixar um app para o seu iPhone por outra loja que não a própria App Store, além de impedir que ela deliberadamente ataque o desenvolvedor por possibilitar essa oferta.

O segundo ponto da proposta também merece destaque. Ele cita os modelos de pagamento aceitos pela Apple, e remete à briga entre a Apple e a Epic Games. O caso teve início em agosto de 2020 e rendeu o banimento do jogo “Fortnite” da loja do iOS. Na ocasião, a Epic Games adotou um método próprio de processamento de pagamentos dentro do jogo, contornando a taxa de 30% cobrada pela Apple.
Se o projeto proposto pelo senado norte-americano passar, brigas judiciais como a que envolve a Epic Games e a Apple serão coisa do passado.
Hoje, essa prática é proibida pela empresa de Cupertino. Dentro do projeto proposto pelo senador Davidson, a Epic poderia fazer o que fez sem nenhum medo de retaliação. Esse é um ponto importante, já que várias empresas já vieram a público no passado para criticar o modelo de negócios da Apple, argumentando justamente o que diz o projeto de lei: de que a taxa sobre o faturamento dos apps gera um acréscimo em seu preço final, cobrado diretamente do bolso do consumidor.

Na prática, caso aprovado, o projeto de lei serviria apenas para a App Store e Play Store dentro dos limites do estado da Dakota do Norte. Entretanto, se algo assim passar adiante, poderia abrir um precedente que a Apple pode não gostar – mas a maioria dos desenvolvedores pode adorar.

Apple pretende fabricar carro autônomo a partir de 2024; saiba mais

O projeto Titan inclui bateria de longa duração e sensores LiDAR

De acordo com a agência de notícias Reuters, a Apple planeja uma ambiciosa expansão de seus negócios para os próximos anos, deixando de atuar exclusivamente no ramo dos eletrônicos para ingressar no mercado automobilístico.

Conhecido como Titan, o próximo grande projeto da gigante tecnológica é fabricar um carro autônomo a partir de 2024. A iniciativa integra os planos da Apple desde 2014, mas teria ganhado maior fôlego há dois anos, com a contratação do engenheiro Doug Field, que já havia trabalhado na empresa de Steve Jobs antes de se tornar vice-presidente de engenharia da montadora de automóveis elétricos Tesla.

Entre os destaques do empreendimento estão a inclusão de uma bateria exclusiva de longa duração, que aumentaria o alcance do veículo e reduziria seus custos, e dos sensores LiDAR, disponíveis no iPhone 12 Pro e iPad Pro, usados para oferecer visão tridimensional.

Segundo apurou a Reuters, porém, ainda se mantém incógnito o modo como a Apple irá concretizar o projeto; especula-se que a companhia possa contar com uma empresa parceira para fabricar o carro, ou mesmo optar por reduzir o escopo original para um sistema de direção autônoma a ser integrado aos automóveis de outras companhias.

Fonte: Administradores.com

iPhone agora reconhece qualquer música que esteja tocando com um toque

Tecnologia é provida pelo Shazam, app que a Apple comprou em 2018 por estimados 400 milhões de dólares.

Por Thiago Lavado | Publicado em: 21/11/2020 às 10h00 | Alterado em: 20/11/2020 às 20h49 (EXAME.com)

Taylor Swift: novidade do iPhone permite reconhecer músicas que estejam tocando em ambientes (Dave Hogan / Colaborador/Getty Images)

Apple incorporou uma novação função na versão 14.2 do iOS, o sistema operacional que roda nos iPhones. Agora os smartphones conseguirão reconhecer a música que está tocando com um toque em um dos comandos do Centro de Controle.

A função que identifica é parte do Shazam, um app de reconhecimento de música que a Apple adquiriu em 2018 por estimados 400 milhões de dólares. À época, a empresa afirmou que o app A se “encaixa perfeitamente” em seu serviço de transmissão de música e ajudará os usuários a descobrir novas músicas.

Para ativar a função, é preciso ter a versão mais nova do sistema operacional (14.2 em diante) e seguir os passos:

  1. Abra os “Ajustes”;
  2. Procure a “Central de Comando”
  3. Adicione aos controles do seu aparelho a função “Reconhecimento de Música”.
shazam-iphone-now-playing
 (Reprodução/Reprodução)

Para usar, basta acessar a Central de Comando e apertar o botão do reconhecimento quando uma música estiver tocando no ambiente. Vale também para descobrir qual é o nome da música de uma playlist, por exemplo.

Embora novidade dos aparelhos da Apple, alguns Android já contavam com a função. Os Pixel, de fabricação do próprio Google, por exemplo, vinha com uma função automática de reconhecimento de música ambiente, que não precisava nem de ativação.

Fonte: EXAME.com

Os 11 recursos que vão transformar o iPhone com o iOS 14

O iOS 14 foi revelado nesta semana com muitas novidades, sendo que alguns recursos podem ter passado despercebidos por muita gente. Confira quais são eles!

Durante a WWDC 2020 realizada nesta semana, a Apple anunciou a nova versão do seu sistema operacional para celulares. Assim, o iOS 14 foi revelado com direito a muitos recursos novos que podem facilitar a vida de seus usuários, sendo que muitas pessoas já notaram a semelhança deles com certas funções que apareceram primeiro no Android e até em outros sistemas mais antigos.

Mesmo estando disponível apenas para ser testado por desenvolvedores em uma versão Beta neste momento, o Olhar Digital analisou quais os melhores recursos novos do iOS 14 e como eles podem te ajudar no dia a dia. Confira!

Chamadas recebidas não ocupam toda a tela

Uma novidade pequena, mas que pode se provar bastante útil no iOS 14, é que as ligações recebidas no aparelho não passam mais a ocupar toda a tela. Assim, por exemplo, se você está navegando na internet e não deseja atender uma ligação, não será necessário parar de ler o conteúdo de site apenas para rejeitar a chamada.

App Library

Ao fazer a instalação de qualquer aplicativo no iOS, inevitavelmente, um atalho dele é adicionado em sua tela inicial. Apesar de isso não parecer um problema, com o tempo, o número de aplicativos instalados em seu celular tende a crescer e organizá-los apenas em pastas pode não ser fácil.

Reprodução 

Por sua vez, o iOS 14 ganhou o chamado App Library, que funciona como a famosa "gaveta de aplicativos" do Android, que é aberta com uma ação por gesto e traz todo os aplicativos instalados. Entretanto, diferente do que vemos em algumas interfaces para o Android, o App Library do iOS 14 se mostra mais eficiente e inteligente, já que nele os aplicativos podem ser separados em pastas ou categorias e seus ícones ficam em evidência para que você os localize rapidamente.

Notificação de câmera e microfone em uso

Ao utilizar algum aplicativo ou até mesmo as funções do próprio sistema para fazer uma chamada de voz ou de vídeo, as vezes você pode acabar fechando o aplicativo de maneira incorreta, fazendo com que a chamada em si continue em andamento sem o seu conhecimento. Para evitar este tipo de situação inconveniente, o iOS 14 agora mostra uma pequena notificação de que o seu microfone ou câmera está em uso.

Reprodução

Além disto, na Central de Controle do iPhone, você também poderá verificar quais apps utilizaram estes recursos de seu celular recentemente. O que acaba sendo uma boa adição para quem está preocupado com a privacidade e precisa saber se os apps instalados estão respeitando-a.

Ações por gestos na parte de trás do telefone

Uma novidade bem interessante do iOS 14 fica por conta de um recurso que está disponível em sua parte de acessibilidade. Agora, nas configurações do sistema, é possível definir uma ação a ser realizada ao dar dois ou três toques em sua parte traseira.

Assim, por exemplo, você pode pedir que com este simples gesto um aplicativo seja aberto, o volume seja diminuído entre outras inúmeras ações.

Filtros para mensagens SMS

Apesar de muita gente já ter deixado a tecnologia SMS de lado, ela ainda é utilizada para diversas situações e principalmente por empresas. Já pensando em facilitar a organização do que é recebido por meio desta tecnologia, o iOS 14 é capaz de categorizar automaticamente estas mensagens.

A grande vantagem disto é que quando você acessa o aplicativo de mensagens da Apple, você poderá filtrar quem são os seus contatos conhecidos, desconhecidos e até mesmo as empresas que estão fazendo spam. Assim, fazer uma limpeza de suas mensagens ficou bem mais fácil.

Notas de voz com cancelamento de ruído

Ao fazer a gravação de uma nota por voz para ter um lembrete, muitas vezes, o som do lugar em que você está pode comprometer a qualidade da gravação. Para melhorar essa questão, o gravador do iPhone no iOS 14 ganhou uma função  capaz de fazer o cancelamento de ruído e deixar os seus áudios mais "limpos".

Transcrição de conversas em tempo real para outro idioma

As viagens podem até não estar tão em alta neste momento devido a pandemia do coronavirus, mas um novo recurso do iOS pode se mostrar bem útil. Assim como o Google Tradutor já faz, o iOS 14 traz o aplicativo Translate, que também possui uma função para fazer a transcrição em tempo real de uma conversa para outro idioma.

Reprodução

Dessa forma, quando você estiver conversando com alguém de outro país em outro idioma, traduzir uma frase ficará bem mais fácil.

Widgets

Os widgets que ficam na tela inicial do celular já podem até ter feito mais sucesso no passado, mas ainda são boas opções para quem não quer ficar abrindo um aplicativo toda hora. Finalmente, eles também resolveram aparecer no iOS 14 e podem facilitar a visualização de diversas informações.

Reprodução

Já algo que chama a atenção por aqui, é que quem não deseja deixar a tela "cheia" de widgets, consegue concentrar uma parte dela para um widget, que pode mostrar as informações de mais de um aplicativo. Para isso, depois do widget estar configurado, você precisará apenas navegar pelos "pontos" que ficam ao seu lado para alternar entre os widgets disponíveis.

Legendas para fotos

As fotos tiradas com o iPhone ficam organizadas no aplicativo "Fotos", que até possui alguns recursos interessantes. Entretanto, com o passar do tempo, as vezes pode se tornar complicado achar a foto de uma situação ou momento específico.

Assim, para mudar esta situação, os usuários ganharam no iOS 14 a possibilidade de adicionar “legendas” em suas fotos, que podem ser utilizadas nas buscas feitas no aplicativo.

Monitoramento de senhas no Safari

O safari é o navegador padrão da Apple no iOS e ele ganhou um recurso bem importante no iOS 14. Assim como o Google Chrome já faz em algumas plataformas, ao utilizar um login com uma senha "comprometida", o Safari emitirá um alerta para o seu usuário poder tomar as providências necessárias.

App Clips

Já o último recurso desta lista que chamou a nossa atenção no iOS 14 se trata do App Clips, que funciona como pequenos aplicativos para serem utilizados ao se fazer a leitura de uma tag NFC.

Reprodução

Nesse caso, eles podem se provar bem úteis para uma utilização esporádica, como na hora de pagar um estacionamento ou usar um cupom de desconto.

Fonte: Olhar Digital

Modo escuro do WhatsApp pode chegar em setembro para iPhones

Uma das novidades mais esperadas para o WhatsApp neste ano é o modo escuro e de acordo com o site WABetaInfo esta funcionalidade já tem data para chegar.

Ele deve vir junto com o iOS 13 nos iPhones, ou seja, os usuários da Apple poderão ter acesso já em setembro.

Rumores apontam para a chegada da funcionalidade no Android junto com o Android Q, que deve estar disponível até o fim do ano — mas a atualização pode demorar mais do que isso para estar disponível no OS da Google.

O modo escuro no WhatsApp deve funcionar como nos outros apps: mudando a cor de fundo para preto e das fontes para branco. De acordo com uma revelação recente do WABetaInfo, todas as telas do aplicativo de mensagens poderão ser configuradas no modo escuro, e não apenas as conversas.

whatsapp
(Fonte: WABetaInfo/Reprodução)

Quando a versão beta do aplicativo estiver liberada, os usuários de iPhone poderão testar esta funcionalidade ativando o Switch do telefone. Ainda não temos previsão para isso acontecer.

Fonte: Fayerwayer

Usando teclado de PC em um Mac

Você quer usar seu teclado de PC no Mac? Então este artigo é para você.

 

Nem sempre temos um Teclado de Mac às mãos, ou queremos usar nosso Teclado do PC por já termos um de marca boa, sem fio, e acostumados a ele, ou mesmo não queremos pagar os R$ 700,00 em um Teclado Mac sem fio, que é um direito.

Mas aí precisamos utilizar os atalhos (principalmente) das teclas Command e Option e ficamos meio que perdidos.

Só que estas teclas são as mesmas em um PC, só muda o nome.

Abaixo uma tabela de referência para você poder utilizar tranquilamente o seu teclado de PC no Mac.

Windows Mac
Control Command
ALT Option
Backspace Delete
Delete Del
Shift Shift
Windows Apple
Enter Return

Além disso, a maioria dos atalhos do Windows podem ser utilizados no Mac sem problema algum.

Ação Windows Mac
Apagar para trás Backspace Delete
Apagar para frente Delete Del ou Fn+Delete
Fechar a janela ativa Control+W Command+W
Copiar arquivo/pasta Control+Arrastar Option+Arrastar
Copiar para clipboard Control+C Command+C
Colar do clipboard Control+V Command+V
Recortar para clipboard Control+X Command+X
Buscar Control+F Command+F
Capturar tela PrintScreen Command+Control+Shift+3
Capturar janela atual ALT+PrintScreen Command+Shift+3
Propriedades do arquivo Alt+Enter Command+I
Logoff Windows+L Command+Shift+Q
Maximizar janela Control+F10 Control+F3 e Tecla p/ cima
Minimizar todas janelas Windows+M Command+M
Nova pasta Control+N Command+Shift+N
Abrir arquivo Control+O Command+O
Imprimir Control+P Command+P
Sair do programa Alt+F4 Command+Q
Renomear arquivo/pasta Selecionar depois F2 Selecionar depois Enter
Salvar arquivo Control+S Command+S
Selecionar tudo Control+A Command+A
Mover para lixeira Selecionar depois Delete Selecionar depois Command+Delete
Desligar Windows+U+U Command+Option+Control+Eject
Mudar através das janelas Alt+Tab Command+Tab
Caracteres especiais Alt+Código_ASCII Option+Código_ASCII
Desfazer Control+Z Command+Z
Agora você pode usufruir do seu teclado convencional, com ou sem fios de PC no Mac.

Abraço

Autor: Marcos Carvalho

Fonte: Blog da Informática

 

 

Edge e Safari

Brecha de segurança afeta Microsoft Edge e Apple Safari

Uma falha de segurança identificada no Microsoft Edge e no Safari permitia que cibercriminosos enganassem usuários desses dois navegadores web de uma maneira relativamente fácil.

POR LEONARDO MÜLLER | @leowmullerEM SEGURANÇA 12 SET 2018 — 19H24

Edge e Safari

Rafay Baloch, um pesquisador de segurança digital independente, percebeu que era possível recarregar e redirecionar uma página web para outro site sem que a barra de endereços desses dois navegadores fossem alteradas.

Em outras palavras, um hacker poderia criar um site fictício de algum portal de banco ou qualquer outra plataforma online de valor e redirecionar os visitantes para endereços forjados sem que eles pudessem ver a verdadeira URL no topo da página. Com isso, um site qualquer poderia se passar por um site de uma instituição financeira, por exemplo, a fim de roubar dados bancários de seus clientes.

Esse problema foi reportado tanto para a Microsoft quanto para a Apple no começo de junho deste ano. A empresa de Bill Gates corrigiu o problema em agosto, mas a Apple sequer respondeu Baloch.

Dessa forma, até esse momento, o Safari continua vulnerável, enquanto o Edge já não permite que golpes explorando essa falha atinjam seus usuários. Baloch explicou que esperou o tradicional prazo de 90 dias antes de divulgar a falha, a fim de evitar que usuários fossem prejudicados, mas a Maçã parece não ter se importado com a divulgação dos detalhes por parte do pesquisador.

A empresa de Tim Cook ainda não falou oficialmente sobre o caso, e não sabemos quando nem se esse problema será corrigido no Safari.

Fonte: Tecmundo

Bill Gates e Steve Jobs criaram seus filhos sem tecnologia. Isso é um sinal?

Os psicólogos estão aprendendo rapidamente como os smartphones podem ser perigosos para o cérebro dos adolescentes.

Bill Gates e Steve Jobs

Pesquisas descobriram que o risco de depressão em alunos da oitava série sobe para 27% quando fazem o uso frequente de mídias sociais.

Crianças que usam seus telefones por pelo menos três horas por dia são muito mais propensas a se suicidarem.

Outra pesquisa recente descobriu que a taxa de suicídio em adolescentes dos Estados Unidos supera a taxa de homicídios, tendo os smartphones como força motriz.

É por isso que as duas maiores figuras tecnológicas da história recente — Bill Gates e Steve Jobs — raramente deixavam seus filhos brincarem com os produtos que eles mesmo ajudaram a criar.

Mas o que esses executivos da tecnologia sabem sobre seus produtos que os consumidores não sabem?

A resposta, de acordo com a crescente evidência, é o poder viciante da tecnologia digital.

“Limitamos a quantidade de tecnologia que nossos filhos usam em casa.”

Crianças e a Tecnologia

Em 2007, Bill Gates, antigo CEO da Microsoft, implementou um limite de tempo de uso de tecnologias digitais quando sua filha começou a desenvolver um vício por um vídeo game.

Ele também não deixa que seus filhos tenham telefones celulares até completarem 14 anos (hoje, a idade média para uma criança obter seu primeiro celular é de 10 anos).

Steve Jobs, que foi CEO da Apple até sua morte em 2012, revelou em uma entrevista ao New York Times em 2011 que havia proibido seus filhos de usarem o recém-lançado iPad.

“Nós limitamos a quantidade de tecnologia que nossos filhos usam em casa”, contou Jobs ao repórter Nick Bilton.

É interessante pensar que, em uma escola moderna, onde as crianças são obrigadas a usar dispositivos eletrônicos como iPads, as crianças de Steve Jobs seriam algumas das únicas crianças que optariam por não usá-los.

Os filhos de Jobs já terminaram a escola, por isso é impossível saber como o cofundador da Apple reagiria à tecnologia na educação, também conhecida como “edtech”.

Edtech não será uma “cura para tudo”

Se há algum privilégio no que Bill Gates tenha feito, é o benefício que a tecnologia oferece aos alunos em determinadas configurações educacionais.

Desde que Bill Gates implementou sua política doméstica, o filantropo bilionário tem tido grande interesse na educação personalizada, uma abordagem que usa dispositivos eletrônicos para ajudar a adaptar o ensino para cada aluno.

 

Em uma postagem recente em seu blog, Bill Gates aclamou Summit Sierra, uma escolha de Seattle que leva em consideração os objetivos pessoais dos alunos — como entrar em uma universidade, por exemplo — e planeja um caminho para chegar lá.

Os professores usam configurações de aprendizagem personalizadas e assumem mais um papel de treinador, ajudando e empurrando os alunos de volta aos trilhos quando eles ficam presos ou distraídos.

A tecnologia nesses casos está sendo usada da forma mais específica possível — e de forma que a Gates reconheça como útil para o desenvolvimento de um aluno, e não como entretenimento.

“A aprendizagem personalizada não será uma cura para tudo”, escreveu ele.

Mas Gates disse que está “esperançoso para que essa abordagem educacional possa ajudar muitos mais jovens a aproveitar ao máximo seus talentos”.

Interessante, não? Compartilhe esse conteúdo com seus amigos para que eles possam aconselhar seus filhos sobre os riscos da tecnologia.

Fonte: awebic.com

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