Ligado na tomada ou só na bateria: o que é melhor para o notebook?

Uma dúvida muito comum entre aqueles que compraram ou estão pensando em comprar um novo notebook é: devo usar o computador conectado na tomada ou somente na bateria? Entre muitos mitos e verdades sobre esse tema, apresentamos algumas dicas de como você pode manter o desempenho do seu notebook ao mesmo tempo em que o conserva por mais tempo.

Mas você ainda está escolhendo um notebook para comprar? Não se preocupe! Ao longo do texto você também vai encontrar recomendações para aqueles que buscam uma máquina premium e com um desempenho que não vai deixar nenhum usuário na mão.

O estado atual das baterias

bateriasAs baterias se modernizaram muito nos últimos anos. (Fonte: Dell/Reprodução)

Nos últimos anos, a tecnologia por trás das baterias evoluiu bastante e é possível perceber muitas mudanças nesse segmento. Hoje, por exemplo, não precisamos nos preocupar em carregar totalmente um dispositivo antes de começar a utilizá-lo. Também é um mito a necessidade de deixar o aparelho descarregar totalmente antes de conectar na tomada.

Mas o que dizer sobre a dúvida entre usar o notebook conectado na tomada ou somente na bateria? Será que é prejudicial deixar o computador carregando 100% do tempo? Ou devemos desconectar o PC da tomada de tempos em tempos para manter a saúde da bateria?

Isso é uma dúvida que gira em torno daquele temido “efeito memória” que afetava de forma intensa as baterias de antigamente. Hoje os módulos de bateria de notebook, feitos de íon de lítio, foram desenvolvidos para dar mais liberdade e desempenho para os dispositivos, protegendo também a saúde dos aparelhos.

É melhor usar o notebook conectado na tomada ou somente na bateria?

notebookEntenda qual é a melhor forma de usar o seu notebook. (Fonte: Dell/Reprodução)

Quando um notebook está conectado na tomada e a bateria está cheia, o sistema Notebook XPS 13 indica que a carga está em 100%. Quando isso acontece, a própria bateria dispõe de uma tecnologia que corta o fornecimento de energia e a deixa passar diretamente para o computador no intuito de mantê-lo funcionando. Isso significa que a bateria para de recarregar no momento em que estiver com 100% da carga.

Essa é apenas uma das tecnologias que servem para proteger a bateria do seu notebook. Modelos como o XPS 13 e Inspiron 13, da Dell, contam ainda com a certificação Energy Star, um padrão internacional para o consumo eficiente de energia, economizando a preciosa carga da bateria e fazendo-a durar por mais tempo.

Portanto, não há problemas em manter o notebook conectado na tomada mesmo com a carga em 100%. Uma dica que damos, entretanto, é evitar que o nível da bateria baixe para valores menores do que 20%. Isso pode acabar prejudicando a vida útil do módulo de bateria, diminuindo sua capacidade de reter a carga.

A bateria do notebook vicia?

efeito memóriaO temido "efeito memória" das baterias não acontece mais como antigamente. (Fonte: Dell/Reprodução)

Diferente do que acontecia com as baterias de antigamente, o “efeito memória” é menos evidente em módulos de íon de lítio, os encontrados nos notebooks. O que acontece nas baterias mais modernas é um enfraquecimento natural desses módulos em sua capacidade de reter a carga.

Quando você recarrega a bateria do seu notebook, a bateria vai se desgastando com o tempo (como acontece com qualquer outro eletrônico). Porém, os módulos de energia têm um número de ciclos de carregamento e, à medida que muitos ciclos são realizados, a bateria vai “envelhecendo”.

Além de evitar que a carga baixe para níveis inferiores a 20%, outra dica para manter a saúde e performance é evitar ligar e desligar o notebook muitas vezes durante o dia. Para momentos em que o notebook estiver ocioso, o recomendável é utilizar o modo de suspensão, que economiza bateria e mantém os programas e arquivos abertos.

Como escolher um notebook?

notebook Escolher o notebook certo é importante para evitar frustrações. (Fonte: Dell/Reprodução)

Agora que já esclarecemos essa dúvida acerca do uso do notebook na tomada ou na bateria, está na hora de aprender a escolher o modelo certo para você. Quem procura um computador portátil provavelmente se preocupa com a mobilidade e ter uma máquina leve é essencial para facilitar o dia a dia.

Os já mencionados XPS 13 e Inspiron 13, da Dell, são exemplos de notebooks levíssimos, pesando respectivamente 1,2 kg e 1,08 kg. Isso significa que esses computadores podem ser mais leves do que livros, apostilas e outros materiais que você leva na bolsa ou mochila.

Outro destaque desses notebooks da Dell é a construção premium. O XPS 13, por exemplo, tem um chassi de alumínio esculpido com alta precisão que cria um design elegante com alta qualidade de fabricação. O resultado é um computador resistente, bonito e muito confortável de usar.

Notebook com performance ideal para o dia a dia

Dell XPS13O Dell XPS13 é um notebook premium e que oferece um conjunto de especificações completas. (Fonte: Dell/Reprodução)

Outro aspecto essencial para acertar na escolha do notebook está nos detalhes técnicos. Mais uma vez os modelos da Dell se destacam, especialmente por conta do uso dos processadores Intel® Core™ de 11ª geração. Essa nova família de chips apresenta uma performance ainda melhor, além de um gerenciamento de energia mais inteligente para você que vai usar o notebook na tomada ou bateria.

Os modelos de notebook Dell XPS 13 Inspiron 13 contam com armazenamento SSD, tela de 13 polegadas Full HD, memória RAM de alta velocidade e placa de vídeo integrada Intel® Iris® Xe. Para maximizar a produtividade com os seus computadores, você pode contar com o ecossistema da Dell que dispõe de uma série de acessórios da marca, como o adaptador USB-C, o mouse Bluetooth Dell MS5320W e o monitor Dell S2421HN externo de 23,8 polegadas e com resolução Full HD.

Para fechar o pacote de benefícios de clientes da Dell, os consumidores podem contar com o excelente serviço pós-venda da marca. Afinal, um produto dessa qualidade requer um serviço premium, e os clientes vão poder escolher entre os serviços de suporte da Dell, entre eles o Premium Support, por exemplo, com assistência no local e suporte a hardware e software, 24 horas por dia, todos os dias da semana.

*****

Você já sabia de todos esses detalhes sobre o uso de notebooks na bateria e tomada? E o que achou de nossas dicas sobre como escolher o computador ideal para as suas necessidades?

Se você ficou interessado nas máquinas da Dell, saiba que você pode visitar o site da marca para obter mais detalhes ou acompanhar o canal da empresa no YouTube e ficar por dentro das novidades.

efeito memóriaO temido "efeito memória" das baterias não acontece mais como antigamente. (Fonte: Dell/Reprodução)efeito memóriaO temido "efeito memória" das baterias não acontece mais como antigamente. (Fonte: Dell/Reprodução)

Fonte: TecMundo

WhatsApp é alvo de queixas na UE após mudanças em política de privacidade

Em janeiro, o WhatsApp introduziu uma política de privacidade que o permite compartilhar alguns dados com o Facebook e outras empresas do grupo

Em janeiro, o WhatsApp introduziu uma política de privacidade que o permite compartilhar alguns dados com o Facebook e outras empresas do grupo. A empresa afirmou que as mudanças permitiriam que os usuários enviassem mensagens a empresas e não afetaria conversas pessoais.

Organização Europeia do Consumidor (BEUC, sigla em inglês) e oito dos seus membros criticaram as mudanças e entraram com queixas na Comissão Europeia e na rede europeia de autoridades de defesa do consumidor, dizendo que o WhatsApp estava pressionando de maneira injusta os seus usuários a aceitarem suas novas políticas.

“O conteúdo dessas notificações, a natureza delas, o timing e a recorrência colocam uma pressão indevida nos usuários e prejudicam sua liberdade de escolha. Logo, são violações da diretiva da UE sobre Práticas Comerciais Injustas”, afirmou o grupo em um comunicado conjunto.

“O WhatsApp não conseguiu explicar em linguagem simples e inteligível a natureza das mudanças. A ambiguidade equivale a uma violação da lei do consumidor da UE que obriga empresas a usarem termos de contrato e comunicações comerciais claros e transparentes”, disseram.

Um porta-voz do Facebook afirmou que “a ação da BEUC é baseada na incompreensão do propósito e do efeito da atualização dos nossos termos de serviço”.

“A atualização não expande nossa habilidade de compartilhar dados com o Facebook e não tem impacto na privacidade das mensagens com amigos ou familiares, onde quer que eles estejam no mundo. Nós gostaríamos de ter a oportunidade de explicar a atualização à BEUC para esclarecer o que ela significa às pessoas.”

Os grupos de defesa dos direitos dos consumidores pediram que a rede europeia as autoridades de proteção de dados da UE trabalhem juntas para tratarem da preocupações.

Fonte: EXAME.com

Amazon “sob nova direção”: Jeff Bezos deixa o Cargo

Jeff Bezos deixa de ser CEO da empresa que criou em 1994

Por Eduardo Sorrentino, editado por Elias Silva | 05/07/2021 21h21, atualizada em 05/07/2021 21h22 em Olhar Digital

Bezos fez com que a Amazon se tornasse uma das maiores big techs de hoje, depois de sobreviver ao estouro da bolha das “pontocom”, no final da década de 90, batalhar contra grandes redes de livraria e ampliar os serviços da companhia para o mercado de computação em nuvem.

Graças à empresa, ele alcançou o posto de homem mais rico do mundo, com um patrimônio estimado em aproximadamente 177 bilhões de dólares.

Agora, Andy Jassy, vai ter de administrar uma das maiores e-commerce do mundo, com expansão programada para o varejo físico. Ainda tem o desafio do crescimento no ramo de entretenimento, com a recente compra do estúdio MGM, os esforços de uma divisão de videogames, sem contar nos investimentos voltados para moda e saúde.

Mas Jeff Bezos não deve sair dos holofotes mundiais. Vale lembrar que ele segue como presidente-executivo da gigante, e vai viajar até a borda do espaço, em 20 de julho, na primeira missão tripulada do foguete construído por outra empresa dele, a Blue Origin.

E ainda existe a possibilidade de o executivo enfrentar investigações do governo dos Estados Unidos, já que uma recente publicação da ProPublica citou Bezos como um dos 25 norte-americanos mais ricos do país que pagaram impostos federais irrisórios nos últimos anos.

É um currículo e tanto para o empresário nascido em Albuquerque, no Novo México, há 57 anos.

Fonte: Olhar Digital

Veja os 5 apps que mais “roubam” seus dados e os 5 que menos “roubam”

Instagram lidera ranking de aplicativos que mais coletam informações para empresas e anunciantes

Em meio à polêmica das novas regras de privacidade do Whatsapp, os usuários de smartphones prestam cada vez mais atenção no tema. Um estudo recente descobriu que ao realizar compras na Amazon, se conectar no Facebook ou navegar no Google, esses apps podem estar “roubando” seus dados.

Instagram, Facebook e Uber Eats são os aplicativos populares que mais “roubam dados”, fornecendo informações de usuários a terceiros para exibir anúncios personalizados, segundo estudo da empresa de armazenamento em nuvem pCloud.

A pesquisa é baseada nos rótulos de privacidade da Apple na App Store, função do iOS 14 que busca informar sobre as práticas de segurança dos serviços ao aceitar seus termos de uso. A ferramenta do iPhone também indica como essas informações pessoais são usadas pelos apps.

Mais de 50% dos aplicativos disponíveis na App Store coletam dados pessoais para compartilhar com empresas e anunciantes.

Diante disso, confira os 5 apps que mais roubam seus dados com essa finalidade:

  1. Instagram: 79% dos dados do usuário são coletados;
  2. Facebook: 57% dos dados são coletados;
  3. LinkedIn: 50% dos dados são coletados;
  4. Uber Eats: 50% dos dados são coletados;
  5. Trainline: 43% dos dados são coletados.

Além desses, o estuda aponta em seguida alguns outros apps mais populares como Youtube (43%), Duolingo (36%), eBay (36%), TikTok (36%), Snapchat (29%) e Spotify (29%).

De acordo com um estudo do provedor de VPN Surfshark sobre os rótulos de privacidade da Apple, aplicativos de relacionamento, compras, streaming e até de edição de fotos, também podem roubar seus dados.

O relatório indica que VSCO e Adobe Lightroom são aplicativos de edição de fotos que mais requerem dados, incluindo informações de contato, localização, conteúdo do usuário e histórico de pesquisa, enquanto outros como TouchRetouch e Pixelmator não coletam nada.

No entanto, os editores de imagens são muito mais “saudáveis” do que as redes sociais, pois geralmente coletam a menor quantidade de dados em 18 categorias de aplicativos.

O ecossistema de pagamentos de varejo online é outro dos itens destacados por Surfskark. O PayPal coleta 26 tipos de dados, seguido de perto por Venmo, com 21.

Em relação aos apps de compras, a Amazon, é citada, coletando 26 tipos de dados. “Embora seja o mais alto na categoria de compras, não é um recurso incomum, devido à necessidade de contato com o cliente e a maior parte do universo de aplicativos dessa classe solicita 20 dados diferentes”, informa o estudo.

Os apps que menos roubam dados

Além disso, de acordo com a pesquisa realizada pelo pCloud, confira 5 apps que “roubam” 0% dos seus dados:

  1. Clubhouse;
  2. Netflix;
  3. Microsoft Teams;
  4. Google Classroom;
  5. Shazam.

Além desses, outro aplicativos também são citados por compartilharem 0% dos dados, como Skype, Telegram, Zoom, Buzzfeed (2%) e Discord (2%).

Caso o usuário determine que um aplicativo de telefone é útil mas que rouba seus dados, é possível verificar se há maneiras de cancelar o compartilhamento de informações antes de instalá-lo. Ou se ele já tiver sido baixado, existe a possibilidade de verificar nas configurações do app para conferir o que pode ser acessado, como por exemplo sua localização, fotos, câmera e microfone.

Ou seja, muitas vezes não será possível de impedir que os apps baixados não roubem seus dados, no entanto, será possível limitar os dados fornecidos, de acordo com as configurações do aplicativo.

Por Rafaela La Regina
Conteúdo publicado originalmente no SUNO Notícias

Fonte: Administradores.com

Windows 11 é mais rápido do que o Windows 10, mostram benchmarks

Windows 11, que deve ser apresentado oficialmente na próxima quinta-feira (24), aparentemente é mais rápido do que o Windows 10 em algumas atividades.

Ao menos é o que revelam testes iniciais de benchmarking comparando as duas versões. Entretanto, vale ressaltar que a build vazada do Windows 11 pode ainda não ser a versão final.

De acordo com os dados compartilhados pelo site Windows Latest, a nova versão do sistema operacional da Microsoft tende a ser mais rápida na navegação web, performance geral, renderização em 3D e mais.

Os testes foram conduzidos com um Samsung Galaxy Book S com o processador Intel Core i7-L16G7, Lakefield rodando o Windows 10 21H1 (atualização de maio de 2021). Na outra ponta, foi utilizada a versão vazada do Windows 11.

No que o Windows 11 é mais rápido?

Em um teste de performance na ferramenta GeekBench 5, o Windows 11 se mostrou 5,8% mais rápido nos testes multi-núcleos e 2% no teste de núcleo único, uma melhoria pequena. Já em testes com o BrowserBench, que mede a velocidade de navegação na web, a nova versão se mostrou 10% mais rápida rodando o Google Chrome v91.

No Cinebench R23, o Windows 11 se mostrou 8,2% mais rápido no teste de single-thread do que o Windows 10, registrando um aumento leve de somente 58 pontos — em comparação, os sistemas registraram 766 pontos e 708 pontos, respectivamente.

Por fim, os testes com o 3DMark mostraram uma leve redução: 4286 pontos registrados no Windows 10 e 4266 pontos no Windows 11. Como o Windows 11 ainda não foi oficialmente apresentado, vale notar também que ainda não existem drivers específicos e atualizados para esta versão.

Fonte: TecMundo

Futuros modelos do Apple Watch vão medir temperatura e glicose

Relógio inteligente vai ganhar processador mais rápido e versão para esportes radicais

Apple Watch (Tomohiro Ohsumi/Getty Images)

 

Apple está desenvolvendo novos modelos e recursos de saúde para seu relógio inteligente, o Apple Watch, incluindo uma melhora no desempenho do aparelho, uma edição para esportes radicais e sensores para verificação de temperatura corporal e nível de açúcar no sangue.

A gigante sediada em Cupertino, na Califórnia, planeja atualizar a linha já este ano — com um modelo que provavelmente se chamará Apple Watch Series 7 — com processador mais rápido, melhora da conectividade sem fio e tela renovada, de acordo com pessoas com conhecimento dos planos.

No próximo ano, a empresa planeja atualizar a principal versão do Apple Watch e apesentar um sucessor para o Apple Watch SE, de preço mais popular, além de uma nova versão voltada para praticantes de esportes radicais.

Borda mais fina

A Apple já tinha como objetivo colocar um sensor de temperatura corporal no modelo deste ano, mas é mais provável que seja incluído na atualização de 2022.

Já o sensor do nível de açúcar no sangue, que ajudaria diabéticos a monitorar níveis de glicose, deve demorar vários anos para ficar pronto para lançamento comercial.

Para o modelo deste ano, a Apple testou uma tela com borda mais fina e uma nova técnica que traz o display para mais perto da película que cobre o aparelho. O novo Watch provavelmente será um pouco mais espesso, mas não a ponto de o usuário perceber a diferença.

O modelo atualizará a funcionalidade de banda ultralarga, a mesma tecnologia usada pelo localizador de itens AirTag.

Durante a conferência promovida para desenvolvedores no início de junho, a Apple fez uma prévia da próxima atualização do software watchOS 8, que permitirá que o dispositivo destranque portas e quartos de hotel.

O modelo voltado para esportes radicais, descrito por alguns dentro da Apple como edição “explorer” ou “adventure”, estava sendo elaborado para lançamento ainda este ano, mas agora é mais provável que o lançamento aconteça em 2022.

Esse novo modelo ajudaria a Apple a competir com produtos robustos de rivais como Garmin e Casio Computer.

Uma porta-voz da Apple não quis comentar. Segundo as fontes, os planos da companhia não estão totalmente definidos e podem mudar.

Quesito importante na pandemia

A Luxshare Precision Industry é a principal responsável pela montagem da linha Apple Watch. Hon Hai Precision Industry e Foxconn também trabalham nessa atividade. A Compal Electronics, de Taiwan, também atua na montagem do Apple Watch SE.

A mensuração da temperatura corporal se tornou essencial para a detecção da Covid-19, gerando aumento na demanda por aparelhos como o Withings Thermo.

Algumas empresas oferecem pequenos termômetros digitais que se conectam à entrada do carregador de bateria do smartphone. Adicionar esta funcionalidade ao Watch ajudaria a Apple a concorrer com outros smartwatches e pulseiras fitness, incluindo produtos vendidos pela Fitbit, pertencente à Alphabet, dona do Google.

A Apple tenta desenvolver há muito tempo um recurso para monitorar açúcar no sangue e nenhum concorrente oferece isso. No momento, existem aplicativos nos quais o usuário insere seu nível de glicose manualmente.

Algumas fabricantes de dispositivos médicos, como a Dexcom, compartilham dados com o Apple Watch. Os usuários normalmente precisam espetar o dedo para retirar sangue e obter uma medição exata de glicose, mas a Apple almeja uma solução não invasiva, capaz de analisar o sangue através da pele.

Desde que chegou às lojas em 2015, o Apple Watch se tornou peça fundamental do portfólio de produtos da marca. Junto com o iPhone e o iPad, o dispositivo forma o ecossistema de hardware da empresa e colaborou para que a categoria mais ampla de wearables, produtos para casa e acessórios da Apple gerasse mais de US$ 30 bilhões no último ano fiscal.

Fonte: EXAME.com

Volume baixo? Saiba como aumentar o som do notebook

Quem nunca aumentou o volume do notebook e das plataformas de streaming, como Netflix, ao máximo e, ainda assim, achou o som muito baixo?

O problema incomoda a maioria das pessoas, principalmente se não há caixinhas de som acopladas ao dispositivo.

Para aumentar o volume do notebook não há truque interno ou uso de aplicativos externos, a alteração é feita usando configurações nativas do próprio dispositivo.

O uso de fones de ouvido pode ser uma opção que direciona melhor o som, entretanto, a possibilidade de poder ajustar o volume acima do que estamos acostumados talvez seja mais interessante para alguns usuários.

Vale ressaltar que é possível que a nova definição não entregue o que você deseja, já que ela segue as definições do próprio dispositivo – ou seja, ele ainda assim pode manter o som controlado para que fique dentro do limite padrão, já que volume alto demais pode prejudicar não apenas a audição, mas também a entrega de conteúdo e o próprio notebook.

Mas vamos ao que interessa:

Para o nosso teste, foi utilizado um notebook da Gateway com Windows 7. Recomendamos que você mexa nas configurações enquanto assiste ou ouve algum conteúdo, assim poderá perceber a diferença entre os sons.

Como aumentar o volume do notebook?

1. Com o botão direito, clique no ícone de volume, localizado na barra de ferramentas, e selecione a opção “Dispositivos de Reprodução”;

2. Em seguida, selecione “Altos falantes/Fones de ouvido” e clique em “Propriedades”;

3. Depois, toque na aba ”Aperfeiçoamentos” ou “Melhorias” e busque por “Equalização de intensidade”. Selecione a respectiva caixa e você ouvirá a diferença no mesmo momento.

Prontinho! Volume ajustado e bem mais alto. Para voltar ao som original, basta fazer o mesmo caminho e tirar a seleção da caixa.

Fonte: Olhar Digital

Bitcoin consome mais energia do que um país inteiro: descubra por quê

Entenda como funciona o processo de mineração e seu custo ambiental

Bitcoin. Foto: Pixabay

 

Em meados de maio a Tesla (TSLA34) anunciou que não aceitaria mais Bitcoin (BTC) como forma de pagamento de seus carros elétricos por causa do "grande custo para o meio ambiente".

"As criptomoedas são uma boa ideia em muitos aspectos e acreditamos que elas têm um futuro promissor, mas isso não pode ser perseguido às custas do meio ambiente", disse Elon Musk para justificar a sua decisão de proibir o uso de Bitcoin em sua empresa.

Obviamente, ninguém acreditou nessa repentina virada ambientalista. O problema do pagamento de seus produtos com Bitcoin era evidente desde o primeiro momento.

Talvez Musk tenha percebido que seu apoio a criptomoeda não condizia com a imagem de sustentabilidade criada em torno da Tesla, com a aposta na mobilidade sustentável e nas fontes renováveis.

Após essa decisão, a cotação da criptomoeda caiu pela metade, passando do pico de US$ 65 mil (cerca de R$ 350 mil) para cerca de US$ 30 mil. Gerando fortes protestos por parte dos fãs do Bitcoin do mundo inteiro.

Entretanto, polêmicas à parte, não há dúvidas de que as criptomoedas são um setor altamente intensivo em energia, e que o consumo é de elevada densidade no caso das fontes fósseis.

Tanto que surgiu o primeiro alarme: os Bitcoins sozinhos poderiam colocar em risco o respeito dos Acordos de Paris sobre o Clima em termos de contenção de emissões de CO2.

Bitcoin consome mais energia do que a Argentina

É difícil fazer cálculos precisos. Mas estima-se que o consumo de energia do Bitcoin sozinho é mais ou menos igual ao de um país europeu médio, como a Suécia, que consome anualmente pouco menos de 132 terawatts-hora (TWh), ou da inteira Argentina, que consome 125 TWh por ano de energia..

O Índice de consumo de eletricidade Bitcoin, elaborado pela Universidade de Cambridge, calcula que a criptomoeda precisa de mais de 133 TWh de eletricidade por ano.

Também é complicado avaliar a composição real das fontes de energia utilizadas para minerar Bitcoin.

Mas algumas pistas levam a calcular a pesada pegada ambiental da criptomoeda.

Embora seja uma tendência em diminuição, estima-se que dois terços dos Bitcoins em circulação tenham sido "minerados" por servidores chineses.

Esses são altamente dependentes da energia produzida a baixo custo a partir do carvão, que representa cerca de 60% do total da matriz energética da China.

E o consumo aumenta proporcionalmente com as cotações da criptomoeda.

O cenário mais pessimista delineado por Cambridge leva a estimar um consumo de 500 TWh por ano nos períodos mais quentes.

Para ter uma ideia, a Grã-Bretanha inteira consome cerca de 300 TWh por ano.

Por que tanto consumo de energia?

O grande consumo de energia vem do complexo sistema de certificação de transações das principais criptomoedas.

Bitcoin é uma moeda baseada na tecnologia blockchain, que permite transações que evitam qualquer tipo de intermediário bancário.

Para verificar a veracidade da transação, é realizada uma competição para resolver uma questão criptográfica complexa que exige tentativas de adivinhar a composição correta de números e letras que fornecem a solução.

O primeiro que consegue encontrá-lo certifica a conexão do bloco ao blockchain com a consequente compensação em Bitcoin.

Uma operação que ocorre a cada dez minutos e que é recompensada com um pecúlio de 6,25 Bitcoins.

É claro que quanto mais a criptomoeda valer, mais os "mineradores" estarão dispostos a investir em capacidade de computação para resolver o problema.

Sem se preocupar muito de onde vem a energia utilizada.

Renováveis podem mudar o jogo?

Como toda infraestrutura que utiliza servidores e capacidade de computação, a solução mais imediata seria o uso de fontes renováveis, como já é o caso no mundo da computação em nuvem, também em forte expansão.

Até para criptomoedas há quem proponha que a energia para mineração seja certificada, criado dessa forma um sistema duplo, um tipo de "blockchain duplo", que dependeria da energia utilizada.

Atualmente, estão sendo criados grandes centros de mineração concentrados em locais que tendem a ser mais frios, para facilitar o resfriamento natural das máquinas, e próximos a fontes renováveis, principalmente hidrelétricas.

Por outro lado, a competição de custos impele a utilização das fontes mais convenientes, nem sempre renováveis.

Em suma, mesmo se Musk utilizou a desculpa da poluição excessiva para voltar pra trás e impedir o uso de Bitcoin na compra de Tesla, a crescente preocupação ambiental com a criptomoeda poderia ser o seu maior risco sistêmico no futuro.

Por Carlo Cauti
Conteúdo publicado originalmente na SUNO Notícias

 

Qualcomm lança 2ª geração de chips Snapdragon 7c para PCs básicos

Qualcomm anunciou, nesta segunda-feira (24), o lançamento da 2ª geração do chip Snapdragon 7c.

O equipamento é voltado para computadores mais básicos e Chromebooks e a promessa é que a peça oferecerá suporte para vários dias de bateria e melhores experiências de câmeras e áudio.

De acordo com a empresa, o Snapdragon 7c 2 também atualizará as experiências dos usuários em "relação à conectividade LTE integrada, aceleração de IA e segurança de nível empresarial".

As peças serão Always On, Always Connected (Sempre ligado, sempre conectado, em tradução direta). O termo foi criado pela Microsoft e indica PCs (principalmente notebooks) que possuem tecnologias parecidas com smartphones, aliando notificações sem ativar os apps e troca rápida entre redes confiáveis de internet.

Snapdragon 7c 2

Especificações

A Qualcomm pontuou que no caso da bateria, a plataforma oferecerá até 19 horas de uso contínuo, 2 vezes mais do que os concorrentes, e manterá o computador em modo suspenso "durante semanas". Além disso, a companhia disse que os sistemas que utilizarem o chip serão 10% mais velozes que outras marcas.

Sobre o áudio e vídeo, a marca explicou que o Snapdragon 7c 2 estará otimizado para que os usuários criem, capturem, editem e façam transmissões a partir de seus dispositivos. O chip terá habilitação para som surround virtual, cancelamento de ruído, transmissão em 4K HDR e áudio Hi-Fi.

A Qualcomm também divulgou as especificações técnicas da peça. Entre outras coisas, a plataforma terá velocidade da CPU de até 2.55 GHz, suporte ao Windows 10 e Chrome OS, memória LPDDR4x, Bluetooth 5.0 e mais. Confira, a seguir, parte das especificações do produto.

Snapdragon 7c 2

O 1º aparelho com o Snapdragon 7c Gen 2 deve começar a ser vendido entre junho e setembro, período do verão no Hemisfério Norte (inverno no Hemisfério Sul).

Kit de desenvolvimento

A Qualcomm aproveitou e também anunciou hoje o Snapdragon Developer Kit, uma ferramenta que foi projetada para dar suporte estendido para fornecedores de softwares independentes e desenvolvedores de aplicativos.

O kit serve para testar e otimizar os aplicativos que estão sendo desenvolvidos para o ecossistema de dispositivos alimentados por plataformas de computação Snapdragon. Construído em colaboração com a Microsoft, a ferramenta é baseada no Windows 10.

Fonte: TecMundo

Brasil entra em projeto de megacabo submarino de rede de 15 mil km

Cabo submarino vai ligar a América do Sul à Ásia e à Oceania

Por Agência O Globo

(Spencer Platt/Getty Images)

O governo brasileiro anunciou sua adesão formal ao projeto para a construção do cabo de fibras ópticas “Humboldt”, com quase 15.000 quilômetros de extensão. Trata-se de uma iniciativa chilena, que prevê a instalação do primeiro cabo submarino para interligar a América do Sul à Oceania e à Ásia. Além do Brasil, Argentina, Austrália e Nova Zelândia já manifestaram sua participação no projeto.

Nos próximos meses, equipes técnicas dos países envolvidos aprofundarão as discussões sobre as modalidades financeiras e técnicas da participação do Brasil neste projeto de longo prazo. O volume total de investimentos do projeto foi orçado em cerca de 400 milhões de dólares, e o prazo da concessão público-privada que deverá operá-lo foi estimado em 25 anos.

Fonte: EXAME.com

↓
× Como posso te ajudar?