Amazon “sob nova direção”: Jeff Bezos deixa o Cargo

Jeff Bezos deixa de ser CEO da empresa que criou em 1994

Por Eduardo Sorrentino, editado por Elias Silva | 05/07/2021 21h21, atualizada em 05/07/2021 21h22 em Olhar Digital

Bezos fez com que a Amazon se tornasse uma das maiores big techs de hoje, depois de sobreviver ao estouro da bolha das “pontocom”, no final da década de 90, batalhar contra grandes redes de livraria e ampliar os serviços da companhia para o mercado de computação em nuvem.

Graças à empresa, ele alcançou o posto de homem mais rico do mundo, com um patrimônio estimado em aproximadamente 177 bilhões de dólares.

Agora, Andy Jassy, vai ter de administrar uma das maiores e-commerce do mundo, com expansão programada para o varejo físico. Ainda tem o desafio do crescimento no ramo de entretenimento, com a recente compra do estúdio MGM, os esforços de uma divisão de videogames, sem contar nos investimentos voltados para moda e saúde.

Mas Jeff Bezos não deve sair dos holofotes mundiais. Vale lembrar que ele segue como presidente-executivo da gigante, e vai viajar até a borda do espaço, em 20 de julho, na primeira missão tripulada do foguete construído por outra empresa dele, a Blue Origin.

E ainda existe a possibilidade de o executivo enfrentar investigações do governo dos Estados Unidos, já que uma recente publicação da ProPublica citou Bezos como um dos 25 norte-americanos mais ricos do país que pagaram impostos federais irrisórios nos últimos anos.

É um currículo e tanto para o empresário nascido em Albuquerque, no Novo México, há 57 anos.

Fonte: Olhar Digital

Bitcoin consome mais energia do que um país inteiro: descubra por quê

Entenda como funciona o processo de mineração e seu custo ambiental

Bitcoin. Foto: Pixabay

 

Em meados de maio a Tesla (TSLA34) anunciou que não aceitaria mais Bitcoin (BTC) como forma de pagamento de seus carros elétricos por causa do "grande custo para o meio ambiente".

"As criptomoedas são uma boa ideia em muitos aspectos e acreditamos que elas têm um futuro promissor, mas isso não pode ser perseguido às custas do meio ambiente", disse Elon Musk para justificar a sua decisão de proibir o uso de Bitcoin em sua empresa.

Obviamente, ninguém acreditou nessa repentina virada ambientalista. O problema do pagamento de seus produtos com Bitcoin era evidente desde o primeiro momento.

Talvez Musk tenha percebido que seu apoio a criptomoeda não condizia com a imagem de sustentabilidade criada em torno da Tesla, com a aposta na mobilidade sustentável e nas fontes renováveis.

Após essa decisão, a cotação da criptomoeda caiu pela metade, passando do pico de US$ 65 mil (cerca de R$ 350 mil) para cerca de US$ 30 mil. Gerando fortes protestos por parte dos fãs do Bitcoin do mundo inteiro.

Entretanto, polêmicas à parte, não há dúvidas de que as criptomoedas são um setor altamente intensivo em energia, e que o consumo é de elevada densidade no caso das fontes fósseis.

Tanto que surgiu o primeiro alarme: os Bitcoins sozinhos poderiam colocar em risco o respeito dos Acordos de Paris sobre o Clima em termos de contenção de emissões de CO2.

Bitcoin consome mais energia do que a Argentina

É difícil fazer cálculos precisos. Mas estima-se que o consumo de energia do Bitcoin sozinho é mais ou menos igual ao de um país europeu médio, como a Suécia, que consome anualmente pouco menos de 132 terawatts-hora (TWh), ou da inteira Argentina, que consome 125 TWh por ano de energia..

O Índice de consumo de eletricidade Bitcoin, elaborado pela Universidade de Cambridge, calcula que a criptomoeda precisa de mais de 133 TWh de eletricidade por ano.

Também é complicado avaliar a composição real das fontes de energia utilizadas para minerar Bitcoin.

Mas algumas pistas levam a calcular a pesada pegada ambiental da criptomoeda.

Embora seja uma tendência em diminuição, estima-se que dois terços dos Bitcoins em circulação tenham sido "minerados" por servidores chineses.

Esses são altamente dependentes da energia produzida a baixo custo a partir do carvão, que representa cerca de 60% do total da matriz energética da China.

E o consumo aumenta proporcionalmente com as cotações da criptomoeda.

O cenário mais pessimista delineado por Cambridge leva a estimar um consumo de 500 TWh por ano nos períodos mais quentes.

Para ter uma ideia, a Grã-Bretanha inteira consome cerca de 300 TWh por ano.

Por que tanto consumo de energia?

O grande consumo de energia vem do complexo sistema de certificação de transações das principais criptomoedas.

Bitcoin é uma moeda baseada na tecnologia blockchain, que permite transações que evitam qualquer tipo de intermediário bancário.

Para verificar a veracidade da transação, é realizada uma competição para resolver uma questão criptográfica complexa que exige tentativas de adivinhar a composição correta de números e letras que fornecem a solução.

O primeiro que consegue encontrá-lo certifica a conexão do bloco ao blockchain com a consequente compensação em Bitcoin.

Uma operação que ocorre a cada dez minutos e que é recompensada com um pecúlio de 6,25 Bitcoins.

É claro que quanto mais a criptomoeda valer, mais os "mineradores" estarão dispostos a investir em capacidade de computação para resolver o problema.

Sem se preocupar muito de onde vem a energia utilizada.

Renováveis podem mudar o jogo?

Como toda infraestrutura que utiliza servidores e capacidade de computação, a solução mais imediata seria o uso de fontes renováveis, como já é o caso no mundo da computação em nuvem, também em forte expansão.

Até para criptomoedas há quem proponha que a energia para mineração seja certificada, criado dessa forma um sistema duplo, um tipo de "blockchain duplo", que dependeria da energia utilizada.

Atualmente, estão sendo criados grandes centros de mineração concentrados em locais que tendem a ser mais frios, para facilitar o resfriamento natural das máquinas, e próximos a fontes renováveis, principalmente hidrelétricas.

Por outro lado, a competição de custos impele a utilização das fontes mais convenientes, nem sempre renováveis.

Em suma, mesmo se Musk utilizou a desculpa da poluição excessiva para voltar pra trás e impedir o uso de Bitcoin na compra de Tesla, a crescente preocupação ambiental com a criptomoeda poderia ser o seu maior risco sistêmico no futuro.

Por Carlo Cauti
Conteúdo publicado originalmente na SUNO Notícias

 

Amazon aposta em tablets baratos em meio à pandemia do coronavírus

Os novos tablets Fire HD 8 e Fire HD 8 Plus foram lançados pela empresa nos Estados Unidos custando 90 e 110 dólares cada um

Por Maria Eduarda Cury | Publicado em: 13/05/2020 às 15h55 - Alterado em: 13/05/2020 às 16h12 (Fonte: Exame.com)

Amazon: novas versões de tablet serão vendidas a partir de 3 de junho (Kyodo News/Getty Images)

Amazon anunciou, nesta quarta-feira, o lançamento de dois novos tablets durante a quarentena. Os novos modelos Fire HD de 8 polegadas já estão em pré-venda pelo site oficial e serão comercializados a partir do dia 3 de junho. O preço se inicia em 90 dólares, sendo esses dispositivos mais acessíveis do que o usual.

O modelo mais avançado, Fire HD 8 Plus, custará a partir de 110 dólares. O dispositivo pode ser carregado sem fio e tem uma memória RAM de 2 gigabytes e um armazenamento de 64 gigabytes. Caso o usuário deseje, existe a opção de comprar um pacote com uma assinatura de seis meses do Kindle Unlimited, serviço de assinatura de livros da Amazon.

Já o modelo básico, Fire HD 8, também com preço inicial de 90 dólares, terá um processador mais rápido do que o primeiro modelo — será um quad-core de 2 GHz que garante uma interface 30% mais rápida, além de um armazenamento de 32 GB. Os dois dispositivos podem ter sua memória expandida para até 1 terabyte por meio de um cartão microSD. Dessa forma, os tablets podem ser utilizados tanto para leitura como jogos.

Amazon Fire 8 HD
 (Amazon/Reprodução)

A tela dos novos modelos tem um tamanho de 1280 x 800 pixels, o que faz com que os dispositivos sejam mais confortáveis para utilização do que os smartphones. A decisão da empresa de lançar os produtos durante a quarentena se deu pelo aumento das vendas de produtos eletrônicos nos Estados Unidos — as vendas de maio deste ano aumentaram 33% se comparadas com as de maio de 2019.

Aplicativo alerta sobre aglomeração de pessoas e preços abusivos

O alerta de “Aglomeração de Pessoas” foi criado para ajudar a evitar pontos de aglomeração na cidade, principalmente em áreas públicas.

O Be On é um app gratuito de segurança colaborativa que foi lançado em 2018. Disponível para Android e iOS, o app já contava com funcionalidades de alertas sobre desastres naturais, roubos e furtos, atividades suspeitas, além de irregularidades urbanas. Agora, a plataforma do Be On está incluindo recursos que ajudam no enfrentamento à covid-19, como as ferramentas de alerta sobre “Aglomeração de Pessoas” e “Preços Abusivos”.

O alerta de “Aglomeração de Pessoas” foi criado para ajudar a evitar pontos de aglomeração na cidade, principalmente em áreas públicas. O distanciamento social físico é uma das medidas mais importantes para conter o avanço do contágio do novo coronavírus, mas também é um dos maiores desafios enfrentados por órgãos de saúde e segurança.

Alerta de "Aglomeração de Pessoas". (Fonte: Be On/B9/Reprodução)
Alerta de "Aglomeração de Pessoas". (Fonte: Be On/B9/Reprodução)Fonte: Be On/B9

O alerta de “Preços Abusivos” é útil para denunciar estabelecimentos comerciais que estão praticando preços acima do normal. A ferramenta foi lançada porque houve um aumento significativo desse tipo de reclamação nas últimas semanas.

Alerta de "Preços Abusivos". (Fonte: Be On/B9/Reprodução)
Alerta de "Preços Abusivos". (Fonte: Be On/B9/Reprodução)Fonte:  Be On/B9 

No Be On, as ferramentas de alertas utilizam a geolocalização para registrar as ocorrências, criando um mapa que pode ser acompanhado por outros usuários. Esses alertas são enviados para todos aqueles que se encontram próximos à ocorrência, dentro de um raio de um quilômetro. Adicionalmente, o app compartilha as ocorrências com os órgãos responsáveis, a fim de que as medidas cabíveis sejam tomadas com eficácia e agilidade.

Para criar um alerta, o usuário precisa identificar o local, escolher a categoria e descrever o caso. Tudo é feito de forma anônima, para proteger a privacidade dos usuários.

Fonte: Tecmundo

Medidas de segurança em meio à necessidade do trabalho remoto

Como empresas de tecnologia podem se preparar para a implementação do home office durante a pandemia de coronavírus

A evolução da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) gerou uma série de mudanças e readaptações. No setor corporativo não foi diferente. Em uma pesquisa feita no ano passado, li que apenas 31,9% das empresas brasileiras permitiam o trabalho remoto. Já em uma outra pesquisa, feita em março deste ano pela Robert Half, 41% dos entrevistados afirmou que o regime de home office só ocorreu após a determinação da quarentena.

E o que isso prova?

Basicamente que, com um novo modelo de trabalho, a implementação do home office se tornou uma necessidade e uma tentativa de manter a produtividade durante o período de isolamento social - recomendado pela Organização Mundial Saúde (OMS) para evitar a disseminação da doença. 

Ainda que trabalhar no conforto de casa pareça bastante convidativo, é importante que tanto empresas quanto os próprios profissionais estejam atentos às ameaças cibernéticas que têm crescido junto ao número de casos de infectados pela doença ao redor do mundo. Isso porque um ambiente de trabalho digital ideal vai muito além do simples acesso a e-mails e ferramentas colaborativas. É preciso um bom planejamento corporativo, capaz de garantir o suporte do grupo de funcionários da empresa e, também, uma série de medidas de segurança para evitar ciberataques.

Considero que, além da instalação de um bom antivírus, uma outra sugestão é a conexão dos funcionários à rede corporativa, por meio das VPNs (Virtual Private Networks). Porém, vale salientar que elas podem não estar preparadas para lidar com a tensão causada por milhares de colaboradores trabalhando remotamente, por exemplo. Por isso, considerar a atualização no servidor ou firewall que está fornecendo as soluções VPN é essencial. 

Além disso, é de suma importância verificar se o acesso remoto não apresenta mais riscos tanto aos dados pessoais do funcionário quanto da própria corporação. A necessidade de se disponibilizar acesso remoto deve estar acompanhada da prevenção, ou seja, as empresas devem confirmar se o firewall está configurado para responder apenas a determinados endereços IP que poderão ser acessados remotamente pela equipe de TI.

Uma outra forma de prevenir ciberataques é utilizar o duplo fator de autenticação em todos os dispositivos da empresa.

Isso faz com que o nível de segurança seja maior e garante mais uma camada de proteção na luta contra cibercriminosos que se aproveitam de possíveis vulnerabilidades para fazer vítimas. Por falar nisso, recomendo que alertas sobre golpes dos mais diferentes tipos sejam sempre assunto de relevância e conscientização dentro das empresas. Especialmente no atual momento em que vivemos, estar ciente das ameaças que estão ocorrendo faz uma grande diferença na prevenção de riscos. 

E embora o acesso a dispositivos e sistemas corporativos seja imprescindível durante o período de trabalho remoto, acredito ser fundamental que os funcionários contem, também, com políticas de segurança que incluam respostas a perguntas como: quais sistemas podem ser acessados remotamente, quais podem ser acessados por meio de dispositivos móveis, etc. Para além de mecanismos de segurança, a comunicação efetiva é uma aliada na manutenção de serviços e tecnologias.

Fonte: Olhar Digital

Amazon Logística

Amazon entra de vez no Brasil: entrega rápida pode ocorrer em dois dias

Clientes que gastarem mais de R$ 149 terão frete grátis.

Por Thássius Veloso — de São Paulo

Amazon Logística

A gigante do comércio eletrônico Amazon chega com tudo ao território nacional

A empresa anuncia o início das operações de um novo centro de distribuição em Cajamar, no Estado de São Paulo. Ao todo, 120 mil novos itens passam a fazer parte do estoque da empresa, que vai vender diretamente para o consumidor final. Entre as novidades da operação, a possibilidade de entrega rápida em até dois dias, caso o cliente cumpra alguns requisitos.

O anúncio foi feito pelo gerente regional Alex Szapiro.

Até agora, a Amazon realizava vendas principalmente no modelo de market place – ou seja, outras lojas ofertavam seus produtos dentro do site e nos aplicativos da empresa. Com a mudança, a companhia passa a oferecer 15 categorias de produtos. Dentre os novos setores estão: brinquedos, produtos para bebês, beleza e cuidados pessoais. Os usuários perceberão novas verticais dedicadas a estas temáticas diretamente no menu de navegação da Amazon brasileira.

O reforço na atuação nacional tem a ver com o novo centro de logística. Ele se soma a outro em Barueri, na Região Metropolitana de São Paulo, onde atualmente ficam alguns aparelhos – dentre eles o Kindle. Szapiro estima que os 42 mil metros quadrados equivalem a dez estádios de futebol. Lá vão atuar alguns dos 1,4 mil funcionários diretos e indiretos da companhia no país.

A despeito de um centro novinho, construído especialmente para a empresa – que não revela o investimento nem o tempo dedicado ao projeto –, não há robotização do espaço. São humanos que realizam toda a movimentação de estoque. “O ser humano é muito mais eficiente para escolher as prateleiras e colocar os produtos”, explica Szapiro num bate-papo com o TechTudo. Ele ressalta que apenas 26 dos 175 centros de logística espalhados pelo mundo adotam modernos robôs para a realização de tarefas.

Os consumidores contam, a partir de agora, com diversas opções de entrega.

O funcionamento é similar ao do e-commerce nos Estados Unidos: para cada compra, a Amazon oferece diversos preços e prazos (inclusive com serviço dos Correios). O delivery rápido figura entre as modalidades. Neste primeiro momento, está disponível para itens selecionados e a consumidores das regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba.

Outra mudança diz respeito ao custo da entrega: a empresa promete frete grátis para compras que ultrapassem os R$ 149. Não se sabe se a condição é promocional ou permanecerá como característica da Amazon brasileira.

A loja liderada por Jeff Bezos aceita pagamento em até dez vezes no cartão de crédito (sem juros) ou por boleto bancário. Atuando no conglomerado há sete anos, Szapiro revela as muitas prestações foram identificadas como uma particularidade do público brasileiro. Foi necessário desenvolver por aqui uma tecnologia que possibilitasse cobrar as parcelas. A possibilidade chamou a atenção de executivos do exterior, que optaram por repetir a fórmula em outros países.

O ingresso na venda direta ao consumidor não muda a forma como a Amazon lida com o chamado market place. Szapiro diz que o sistema não privilegia o estoque da própria Amazon e pode exibir parceiros, uma vez que o local de acesso também é considerado, e há situações em que lojas geograficamente mais próximas consigam entregar uma experiência de compra melhor.

Ele cita três pilares para defender o algoritmo “neutro”:

“Tem coisas que são universais. Ninguém quer pagar mais caro, receber mais devagar ou não encontrar o produto que está buscando”.

Amazon Prime brasileiro? Lojas em que os clientes não precisam passar por caixas? Entregas com drones? São alguns dos assuntos que a empresa não comenta. No entanto, faz questão de salientar que pensa estrategicamente, de olho nos próximos 50 ou 60 anos.

Fonte: Techtudo

WhatsApp agora pode fazer backup sem gastar seu Google Drive

O WhatsApp tem mais de 1,5 bilhão de usuários ativos e chega a ter mais de 60 bilhões de mensagens por dia, de acordo com os próprios números da companhia em fevereiro.

Todo mundo sabe que armazenar todos os anexos das conversas pode encher o armazenamento interno e até externo. A boa notícia é que o Google Drive pode arquivar tudo isso sem gastar sua cota a partir de agora.

Os backups já eram gratuitos, mas os dados salvos no Google Drive entravam na conta do total de armazenamento disponível. A diferença é que o Facebook e o Google assinaram um acordo que torna os arquivos do WhatsApp na nuvem do Google totalmente gratuito — sem muitos detalhes sobre o tamanho do espaço.

E o comunicado extra-oficial veio por meio de um email, flagrado pelo XDA-Developers:

Mas para estar nesse novo plano é necessário estar ativo, atualizar seus backups pelo menos uma vez por ano. A nova política entra em vigor no dia 12 de novembro e alguns usuários já devem estar testando isso antes. E fica a dica da própria equipe do Google Drive, que aconselha os usuários a fazer o backup manual para evitar a perda de dados.

Fonte: Tecmundo

Alunos da Dinamarca devem ceder histórico de internet ou serem expulsos

 

Estudantes dinamarqueses correm risco de ter sua privacidade drasticamente invadida por seus próprios professores em um futuro não muito distante.

Tecnologia X Privacidade

De acordo com o jornal dinamarquês DR, uma nova lei proposta pelo Ministro da Educação Merete Riisager quer “encorajar” os alunos a permitirem que sua escola tenha acesso aos seus computadores pessoais. A ideia, com isso, é evitar que os alunos trapaceiem nas provas; no entanto, isso também quer dizer que eles terão acesso completo aos dados de histórico de internet e até mesmo sua atividade nas mídias sociais, além de outros dados pessoais.

Por livre e espontânea pressão

Mas e se você não for a favor disso? Certamente, essa lei não obriga o estudante a fazê-lo, nem dá permissão para que as escolas façam isso “à força”. No entanto, os alunos terão obrigatoriamente que permitir o acesso e a inspeção de seus dispositivos para poderem fazer uma prova ou uma apresentação, por exemplo.

 Há também punições envolvidas àqueles que se recusarem, vale notar. Isso inclui desde ter seus computadores confiscados por um dia inteiro até serem expulsos da escola. Ou seja: eles devem escolher entre arruinar sua carreira acadêmica ou abrir mão de sua privacidade – uma situação que, obviamente, gerou respostas bastante negativas de várias figuras importantes no ramo político e educacional.

Atualmente, o projeto já foi encaminhado para maiores análises.

Fonte: TecMundo

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