Windows 11 é mais rápido do que o Windows 10, mostram benchmarks

Windows 11, que deve ser apresentado oficialmente na próxima quinta-feira (24), aparentemente é mais rápido do que o Windows 10 em algumas atividades.

Ao menos é o que revelam testes iniciais de benchmarking comparando as duas versões. Entretanto, vale ressaltar que a build vazada do Windows 11 pode ainda não ser a versão final.

De acordo com os dados compartilhados pelo site Windows Latest, a nova versão do sistema operacional da Microsoft tende a ser mais rápida na navegação web, performance geral, renderização em 3D e mais.

Os testes foram conduzidos com um Samsung Galaxy Book S com o processador Intel Core i7-L16G7, Lakefield rodando o Windows 10 21H1 (atualização de maio de 2021). Na outra ponta, foi utilizada a versão vazada do Windows 11.

No que o Windows 11 é mais rápido?

Em um teste de performance na ferramenta GeekBench 5, o Windows 11 se mostrou 5,8% mais rápido nos testes multi-núcleos e 2% no teste de núcleo único, uma melhoria pequena. Já em testes com o BrowserBench, que mede a velocidade de navegação na web, a nova versão se mostrou 10% mais rápida rodando o Google Chrome v91.

No Cinebench R23, o Windows 11 se mostrou 8,2% mais rápido no teste de single-thread do que o Windows 10, registrando um aumento leve de somente 58 pontos — em comparação, os sistemas registraram 766 pontos e 708 pontos, respectivamente.

Por fim, os testes com o 3DMark mostraram uma leve redução: 4286 pontos registrados no Windows 10 e 4266 pontos no Windows 11. Como o Windows 11 ainda não foi oficialmente apresentado, vale notar também que ainda não existem drivers específicos e atualizados para esta versão.

Fonte: TecMundo

Você ainda pode ter Windows 10 de graça; saiba como

Possui uma licença oficial do Windows 7, 8 ou 8.1? Você pode obter o Windows 10 gratuitamente.

Windows 10 Grátis

A atualização gratuita de versões antigas do sistema operacional da Microsoft para o Windows 10 foi encerrada oficialmente em 2016. Apesar disso, a oferta ainda parece continuar válida em pleno final de 2020, conforme aponta o Windows Latest, em matéria publicada no último sábado (26).

Testes realizados pelo site mostraram ser possível obter a última versão do Windows sem qualquer custo extra, no momento, desde que você possua uma licença oficial do Windows 7 ou do Windows 8.1.

O upgrade chega em uma boa hora para os usuários do Windows 7, principalmente, já que a Microsoft finalizou o suporte ao sistema no último mês de janeiro. Desde então, as atualizações de segurança e os patches de emergência só são disponibilizados para os usuários corporativos dispostos a pagar pelo update.

Obter o Windows 10 de graça ainda é possível.
Windows 10 de graça ainda é possível. Fonte:  Microsoft/Divulgação 

A publicação menciona ainda que a oferta de atualização gratuita com prazo para encerrar não passou de uma jogada de marketing. A afirmação foi dada por um usuário do Reddit autoproclamado funcionário da companhia, que comentou ainda sobre a possibilidade de interrupção da “brecha” de migração do sistema a qualquer momento.

Como baixar o Windows 10 de graça

Possui uma licença oficial do Windows 7, 8 ou 8.1? Você pode obter o Windows 10 gratuitamente aproveitando a oferta de migração da Microsoft. Basta seguir estes passos:

  1. Acesse a página de download do Windows 10 e clique em “Baixar a ferramenta agora”;
  2. Faça o download, abra a ferramenta de criação de mídia e selecione “Atualizar este PC agora”, não se esquecendo de aceitar os termos e condições;
  3. Selecione a opção de atualização na qual seus arquivos e informações serão mantidos, pois a alternativa de nova instalação por meio da Ferramenta de Criação de Mídia pode não atualizar gratuitamente;
  4. Concluída a instalação, conecte o computador ou máquina virtual à internet, abra o Windows Update e clique em “Ativação”;
  5. Na sequência, clique em “Ativar” se necessário e o seu dispositivo será ativado com uma licença digital, após a conexão com os servidores da Microsoft.

Se houver algum problema em obter a licença gratuita, tente inserir a sua chave do Windows (7,8 ou 8.1) e ativar manualmente o sistema operacional.

Fonte: TecMundo

Microsoft recupera data center que estava embaixo d’água há dois anos

Equipamento ficou submerso na costa de Orkney, na Escócia, para testar sua eficiência energética nas profundezas do oceano; dos 855 servidores que funcionavam, apenas oito apresentaram defeitos

Da Redação (Olhar Digital), editado por Fabiana Rolfini 15/09/2020 08h58

A Microsoft recuperou um data center que estava submerso há dois anos no fundo do oceano na costa de Orkney, na Escócia. O equipamento, desenvolvido para utilizar a baixa temperatura das águas profundas como sistema de refrigeração, foi removido para que sua eficiência energética pudesse ser testada. A iniciativa faz parte do Projeto Natick, e tem testado pequenos clusters de computação em nuvem localizados embaixo d’água para saber se a ideia é economicamente viável.

Surpreendentemente, os primeiros resultados mostraram que os servidores armazenados no cilindro tiveram bem menos problemas do que os que ficam em data centers convencionais. “A taxa de falhas na água é um oitavo do que vemos em superfície”, informou o coordenador do Projeto Natick, Ben Cutler.

Segundo coordenador do projeto, data center submerso apresentou menos falhas do que os localizados na superfície. Crédito: Jonathan Banks/Microsoft

Segundo coordenador do projeto, data center submerso apresentou menos falhas do que os localizados na superfície. Crédito: Jonathan Banks/Microsoft

Apesar de parecer uma tarefa difícil, os responsáveis pelo data center disseram que não houveram grandes complicações em manter a estrutura energizada no fundo do mar, nem mesmo com o fato de o abastecimento energético da região de Orkney ser totalmente verde, proveniente de energia eólica e solar.

“Nós conseguimos funcionar muito bem no que a maioria dos data centers consideraria um grid não confiável. Esperamos poder olhar os resultados e afirmar que talvez não precisemos de tanta infraestrutura focada em energia e confiabilidade”, explicou Spencer Fowers, integrante do time técnico do projeto.

Fonte: BBC

O fim do Windows 7: por que o sistema é tão amado e usado até hoje?

Lançado em 2009, o sistema só fica atrás do Windows 10 entre os mais usados para desktops e notebooks

Esta terça-feira (14) é o último dia de “vida” do Windows 7. É a data em que a Microsoft deixa oficialmente de suportar o sistema operacional, com algumas raras exceções. A data marca o fim de uma trajetória de sucesso de um software lançado há mais de 10 anos, no longínquo ano de 2009.

A saga do Vista

Lançado em 2007, o Windows Vista foi inicialmente projetado para chegar ao mercado apenas três anos após o XP, lançado em 2001. Isso dá uma dimensão de como as coisas não estavam caminhando bem dentro da Microsoft, na época dirigida por Steve Ballmer. O executivo viria alguns anos no futuro admitir que o Vista era o seu maior arrependimento como líder da companhia.

E, de fato, não faltaram erros que fizessem o Windows Vista ser ignorado pelo público. O fato mais marcante foi o momento em que Ballmer e sua equipe determinaram um “reset” na base de código do sistema operacional durante sua fase de desenvolvimento. Isso mesmo: foi necessário recomeçar o desenvolvimento do Vista, porque a Microsoft não estava confiante nos rumos que a versão anterior estava tomando, o que significou um atraso enorme na produção e fez com que vários recursos que haviam sido previamente prometidos em público acabassem abandonados.

É claro que uma decisão desse porte afeta a qualidade final do produto, e o mercado reagiu de acordo. O Vista foi instalado em pouquíssimos computadores e até hoje leva a fama de ser um dos piores produtos da Microsoft; ele era visto como lento e pesado e causava uma série de incompatibilidades que atrapalhavam a vida de empresas e usuários, ao mesmo tempo em que o Windows XP funcionava bem o suficiente para justificar uma não-atualização de sistema.

A chegada do Windows 7

Ainda que o Vista tenha sido o fracasso que foi, ele teve uma importância enorme: servir de base para o Windows 7. As ideias que a Microsoft não conseguiu implementar de forma satisfatória seriam refinadas e ajustadas para a nova versão do sistema operacional.

Só de comparar as interfaces já é possível perceber as similaridades com clareza. A identidade visual Aero, implementada no Vista, finalmente chegou a sua versão completa com a versão 7. Isso incluía recursos essenciais da plataforma que são indispensáveis até hoje, como o UAC (Controle de Conta de Usuário), que chegou em um momento em que as ameaças para Windows estavam completamente fora de controle e minimizou o transtorno, o Windows Media Center, o Windows Defender.

Claro que houve novidades o suficiente para justificar uma nova versão do Windows. Boa parte delas solucionava a questão mais grave do Vista: o desempenho. Vários benchmarks da época do lançamento do Windows 7 mostram como o sistema acelerou o tempo de ligamento e desligamento do computador, e os ganhos também eram notáveis para a realização de tarefas no PC, proporcionando melhor usabilidade tanto para os computadores mais potentes quanto para os desktops e notebooks mais simples.

A vida longa do Windows 7

Não é possível falar do sucesso do Windows 7 apenas olhando para o seu antecessor. Ele precisa ser diretamente comparado com seus sucessores para entender por que até hoje ele figura alto na lista de sistemas operacionais mais usados do planeta.

Parece um passado distante, mas de lá para cá, a Microsoft lançou o Windows 8, e a resposta do público não poderia ter sido pior. A empresa viu que os smartphones e tablets estavam ganhando força e decidiu transportar a interface dos blocos dinâmicos do Windows Phone, otimizada para o toque, para os desktops, o que não agradou nem um pouco os usuários de PC.

A remoção do Menu Iniciar fez com que muitos, do dia para a noite, desaprendessem a usar seus computadores. Isso foi especialmente problemático para empresas que precisaram investir em treinamento de seus funcionários para que pudessem fazer o que sempre fizeram sem qualquer transtorno.

Então, não é surpresa que muitas pessoas evitaram o Windows 8 e até mesmo o seu sucessor, o Windows 8.1. A versão 7 ainda funcionava perfeitamente, rodava todos os programas normalmente, era familiar e totalmente suportado pela Microsoft.

O resultado foi simples: um computador sair de fábrica com o Windows 8 era um fator negativo, e não positivo. Consumidores preferiram não migrar e continuaram usando seu Windows 7 enquanto foi possível, e muitas empresas, percebendo essa tendência, continuaram vendendo PCs com Windows 7 até a chegada do 10.

Ainda há quem o prefira no lugar do Windows 10

E há bons motivos para isso. O Windows 10 solucionou boa parte dos problemas que fizeram as versões 8.x serem um fracasso, mas ele também trouxe uma série de outros transtornos que não existiam no passado.

O modelo de negócios da Microsoft com o Windows 10 mudou bastante. Em vez de lançar novas versões pagas a cada três anos, a empresa praticamente deu o Windows 10 para a maioria dos usuários, liberando atualizações semestrais regulares e gratuitas, com novos recursos e novidades.

Isso tem uma implicação: fazer com que a Microsoft procurasse outras fontes de renda para monetização do Windows. Ao usar o sistema operacional, não é muito difícil encontrar publicidade embutida na interface. A dependência de aplicativos distribuídos em uma loja centralizada também não convence o público do PC, por mais que a companhia insista pesado nesse formato.

Talvez mais grave seja a questão da privacidade dos usuários. Com o Windows 10, a Microsoft coleta volumes enormes de dados do público, o que pode ser uma preocupação maior para quem se preocupa com a forma como essas informações são usadas. Nada disso era um problema com o Windows 7.

Não é seguro usar o Windows 7

Apesar de toda essa apreciação pelo sistema operacional, o fim do suporte ao Windows 7 significa que todas as vulnerabilidades que existem no sistema, por mais graves que elas sejam, permanecerão abertas. Muitas delas sequer são conhecidas por enquanto e só serão notadas quando começarem a causar dor de cabeça para os usuários afetados.

O fato é preocupante, porque, segundo a Net Applications, 26% dos usuários de PC ainda estão usando o Windows 7, e pode demorar para esse número chegar a um ponto em que deixe de ser interessante para o cibercrime explorar suas vulnerabilidades.

Essa é uma proporção bastante similar ao que víamos com o Windows XP na época em que ele foi abandonado pela Microsoft, em 2014. A Net Applications registrava uma participação de quase 30% do mercado para o XP nas semanas que antecederam o fim definitivo do suporte. Em 2016, dois anos depois, a participação ainda era de mais de 10%. Foram necessários muitos anos para que o XP finalmente se aproximasse ao patamar de participação desprezível, contando hoje, quase seis anos após o fim do suporte, com 2% do mercado.

Fonte: Olhar Digital

Microsoft encerra assistência ao Windows 7

Microsoft deixa de oferecer suporte ao Windows 7 a partir desta terça

Segundo o site “Net Market Share”, 26,6% dos computadores do mundo segue operando com Windows 7

Windows 7
Windows 7: razão fundamental que explica a quantidade de pessoas que segue utilizando o Windows 7 é a satisfação geral dos usuários com o sistema (Oli Scarff/Getty Images)

São Francisco — O sistema operacional para computadores Windows 7, um dos mais populares da história, deixará de ter suporte técnico da Microsoft a partir desta terça-feira.

A partir da data, o sistema deixa de receber atualizações, atualizações, o que deixará aqueles que o sigam utilizando mais vulneráveis a ataques de hackers.

Segundo o site “Net Market Share”, 26,6% dos computadores do mundo segue operando com Windows 7, apesar de a Microsoft ter alertado há mais de um ano que deixaria de atualizá-lo no início de 2020.

Microsoft recomenda que aqueles que continuam com o Windows 7 que o atualizem para um sistema operacional mais recente se possuem um computador comprado há menos de três anos. Caso contrário, a sugestão da empresa é a aquisição de uma nova máquina.

Na prática, como ocorreu há alguns anos com o popular Windows XP, a decisão de deixar de atualizar o sistema deixará aqueles que não fizerem a troca mais vulneráveis a possíveis vírus, trojans e ataques por parte de hackers.

Segundo dados de dezembro de 2019, mais da metade dos computadores do mundo usa o Windows 10.

Os outros 25% são compostos por usuários de Macs, de Linux, de alguns fãs do Windows XP que resistem em abandoná-lo e de Windows 8 e 8.1, que nunca tiveram grande popularidade entre os clientes da Microsoft.

Segundo a imprensa especializada, a razão fundamental que explica a quantidade de pessoas que segue utilizando o Windows 7 é a satisfação geral dos usuários com o sistema. A impressão ruim que parte deles também teve do Windows 10 é outro fator apontado.

Apesar de deixar de oferecer assistência técnica para o Windows 7 ao público geral, a Microsoft seguirá dando suporte a empresas e órgãos governamentais que desejem manter o sistema e estejam dispostos a pagar por isso.

Fonte: Exame

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