Megavazamento de dados acende alerta nas empresas

A situação é preocupante e expõe a fragilidade do setor corporativo, que deve reagir para evitar novos ataques

A tecnologia e o grande acesso à internet trazem muitos ganhos para o dia a dia, mas também alguns perigos iminentes, como pudemos constatar com o maior vazamento de dados ocorrido na História do Brasil no início desse ano, que expôs 223 milhões de CPFs de brasileiros, incluindo informações pessoais que agora aparecem em fóruns usados por criminosos digitais na dark web (ou internet escura).

Em termos técnicos, um data breach (vazamento de dados) é a perda involuntária de informações, que podem ou não ser sensíveis aos usuários e empresas, correndo o risco de ter consequências variáveis de acordo com o que for exposto. Como especialista, entendo que o Brasil ainda vai sofrer por muitos anos ataques derivados do uso desses documentos para aplicação de golpes.

A situação é preocupante e expõe a fragilidade do setor corporativo, mostrando que ainda há um longo caminho para se trabalhar com a questão da segurança da informação com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que deve servir de norte não só para multar, mas para supervisionar e orientar o empresariado. Afinal, apesar de entenderem que é uma regra extremamente importante, ainda são muitas as dúvidas quanto aos processos e sobre como e onde podem fazer os investimentos para resguardar as finanças dos clientes.

Como bem pontua a americana AME Group, dentre as principais complicações do vazamento de dados para as empresas estão: danos à reputação da marca, que, por vezes, pode ser irreversível; furto de propriedade intelectual e exposição de planos na rede; cibervandalismo com informações maliciosas para fins de constrangimento; e queda nos lucros, que costuma afetar 29% das empresas atingidas pelo vazamento. Desse grupo, quase 40% sofre prejuízos acima de 20%.

Os impactos são claros e enormes.

Aos donos e diretores das companhias, é essencial revisar os métodos digitais e levantar ou desenvolver uma política de segurança da informação que sirva como documento para definir os níveis da classificação dos dados e como eles devem ser utilizadas pelo time interno, adaptado de acordo com as necessidades. Vale também criar meios de conferir duplamente o correspondente ou concessor da informação, por SMS ou outros meios que evitem expor os envolvidos em situações de fraude.

Precisamos nos resguardar de todos os lados, afinal, quando pensamos no mundo digital e nas interações remotas - por exemplo, abertura de conta, solicitação de empréstimo e de crédito, assinaturas de contratos etc. -, é essencial ter sistemas de checagem nos quais se possam conferir alguns dados e reconhecer o seu cliente, deixando o processo um pouco menos automatizado para minimizar os riscos com possíveis fraudadores. E não só no trato com os usuários, mas com os parceiros e fornecedores também, criando mecanismos mais avançados de cruzamento de informações.

Em processos online as iscas são muitas, assim como os riscos. A prevenção e o cuidado demasiado nunca serão demais!

Eduardo Tardelli é CEO da upLexis, empresa de software que desenvolve soluções de busca e estruturação de informações extraídas de grandes volumes de dados (Big Data) da internet e outras bases de conhecimento.

250 vagas em tecnologia com salários a partir de R$ 4 mil; confira

A The Bridge, rede que conecta empresas e profissionais, está em busca de 250 pessoas interessadas em oportunidades de trabalho na área de tecnologia.

Imagem: Pexels

As vagas são para UX Designer, Product Owner (APPs) Remoto, Desenvolvedor(a) Full Stack, Frontend, Mobile (React Native), Gerente de Desenvolvimento Senior, Product Designer, Senior IT Architect Remoto, Mobile Developer, entre outros.

As oportunidades que incluem empresas no Brasil e no exterior, oferecem posições de freelancer ou permanente nos modelos home office ou presencial, de acordo com a preferência da pessoa. Os salários variam entre R$4.000 e R$30.000.

Os interessados podem cadastrar o currículo no site da iniciativa para visualizar todas as ofertas de emprego disponíveis. Feita a inscrição, os candidatos têm acesso a uma rede de conteúdos especiais, eventos, webinars e experiências de aprendizado. "Nossa principal missão é que as pessoas alcancem seus sonhos de uma carreira de sucesso em qualquer lugar do mundo", explica o CEO da empresa, Bernardo Wertheim.

Atualmente, a The Bridge conta com mais de 230 mil cadastros na plataforma e empresas como BTG Pactual, Banco Neon, Loggi, Itaú, PagSeguro, Santander, Uber, Whirlpool, e Walmart em seu portfólio de clientes.

Confira todas as vagas disponíveis aqui.

Rival do Google acusa empresa de usar o Chrome para espionar usuários

Acusação foi feita baseada na demora da empresa para rotular como seus aplicativos para iPhone coletam e usam os dados de busca e navegação

Por Rodrigo Loureiro

Google Chrome: aplicativo foi acusado de espionar usuários (S3studio / Colaborador/Getty Images)

O serviço de buscas DuckDuckGo está acusando o Google de utilizar o Chrome para espionar pessoas pela internet. Rival da gigante de Mountain View no setor de buscas online, a companhia utilizou o Twitter para publicar um relatório divulgado na App Store, a loja de aplicativos do iPhone, que mostra a quantidade de dados rastreados pelo Google usando seu navegador.

O relatório produzido pela App Store conta com dados que as empresas precisam obrigatoriamente ceder e que revelam a quantidade e que tipo de informações são coletadas pelos desenvolvedores dos aplicativos disponibilizados na loja virtual do iOS. A DuckDuckGo critica o fato de que o Google teria demorado meses para divulgar suas informações.

“Após meses de espera, o Google finalmente revelou quantos dados pessoas eles coletam no Chrome e no próprio aplicativo do Google. Não admira que eles quisessem esconder isso. Espionar usuários não tem nada a ver com a construção de um ótimo navegador ou de um mecanismo de pesquisa. Nós saberíamos (nosso aplicativo faz as duas coisas)”, diz a postagem da empresa no microblog.

Apesar das críticas da DuckDuckGo, é importante lembrar que o Google recentemente adicionou rótulos de privacidade aos aplicativos que controle e que detalham o plano de coleta e de uso de informações pelos programas. Para fins de publicidade de terceiros – quando a empresa pode informações para outras empresas companhia coleta dados de localização, histórico de pesquisa e navegação, conforme explica o MacRumours.

O problema foi a demora do Google para rotular seus aplicativos dessa forma. Até o fim de fevereiro, conforme aponta a DuckDuckGo, muitos aplicativos do Google ainda não contavam com os avisos. Vale lembrar que, com a nova política da Apple, os aplicativos deveriam contar com a notificação desde dezembro do ano passado. O Google só adicionou o rótulo em algumas aplicações mais recentemente.

Fonte: EXAME.com

Como melhorar o sinal da conexão Wi-Fi

O sinal Wi-Fi é fraco em certos ambientes da sua casa?

Seus familiares reclamam que não conseguem se conectar ou você tenta jogar mas sua conexão tem lag? Estas são situações comuns, uma vez que os roteadores podem sofrer interferências que prejudiquem o desempenho.

Mais do que contratar um plano de internet adequado para o seu consumo, é preciso escolher equipamentos de qualidade e tomar alguns cuidados. Quer saber como? Então acompanhe o texto e confira 4 dicas para melhorar o seu sinal Wi-Fi.

Roteadores Wi-Fi: como escolher o melhor

Antes das dicas para melhorar o sinal da sua conexão Wi-Fi, vamos falar de uma outra questão muito importante: como escolher o melhor roteador para o seu cenário?

Considere os seguintes pontos:

  • Velocidade da internet:  taxas de velocidade de download e upload do seu plano de internet, contratado diretamente com seu provedor de internet. Esse ponto é determinante para saber se você precisará de um roteador com portas Gigabit ou Fast Ethernet. Há roteadores que suportam até 100 Mbps e outros que alcançam 1 Gbps de velocidade.
  • Quantidade de dispositivos conectados: se forem muitos, um roteador com apenas a frequência 2,4 GHz pode não ser suficiente.
  • Tamanho do ambiente: Ambientes grandes ou com muitos obstáculos e interferências, precisam de soluções como o Twibi da Intelbras, com a tecnologia Mesh.
  • Tecnologia: roteadores com tecnologia Mesh são os mais eficientes do mercado atualmente, pois criam uma malha de sinal estável em todos os ambientes que você desejar e acabam com as “zonas mortas”. Proporcionam uma grande área de cobertura e flexibilidade, pois os módulos podem ser instalados em diferentes ambientes de acordo com a necessidade de cobertura do sinal Wi-Fi.
  • Acessibilidade: para gerenciar facilmente sua rede, ver quem está conectado, ter controle parental e criar rede Wi-Fi para visitantes, procure por produtos que contam com aplicativo mobile.

Dicas para melhorar o sinal Wi-Fi

mulher utilizando um notebook
Intelbras/Divulgação

Agora que você já escolheu o roteador mais adequado para seu cenário, vamos às dicas para usufruir do melhor desempenho do seu aparelho.

1. Instale seu roteador no melhor local possível

O sinal Wi-Fi se propaga em ondas e em “formato de pizza”, assim, sua intensidade diminui na medida que nos distanciamos do aparelho. Portanto:

  • Escolha um local onde o sinal possa ser propagado sem encontrar barreiras em um raio de 1 metro, pelo menos;
  • Não coloque o roteador dentro de caixas ou móveis fechados;
  • Posicione-o em um local relativamente alto – como na altura da cintura ou ombros — e na parte mais central da sua casa.

Se isso não for possível, procure por roteadores com tecnologia Mesh, como o Twibi Wi-Fi 5 Mesh. Isso porque roteadores com essa tecnologia são ideais para levar sinal Wi-Fi de qualidade por todo ambiente. Por ser um sistema modular, é possível utilizá-lo para cobrir desde ambientes pequenos até grandes casas e apartamentos.

O kit Twibi vem com dois módulos e conta com duas versões. Uma para planos de internet de até 100 mega e cobertura de sinal Wi-Fi de até 200 m² e outra versão para planos acima de 100 mega, com até 360 m² de cobertura. Estes são os valores médios recomendados, porém, dependendo do perfil de uso e de características como ambiente de instalação e interferências próximas, pode haver alteração para mais ou para menos. A área de cobertura pode ser ampliada adicionando mais módulos Twibi, com um máximo de 6 módulos por rede.

2. Afaste objetos e dispositivos que interferem no sinal

Paredes muito grossas são um obstáculo para a propagação do sinal de Wi-Fi. Azulejos também podem interferir bastante. Algumas dicas são:

  • Não posicione o roteador muito perto de espelhos, pois a superfície metálica destes objetos é altamente refletora;
  • Evite colocar muitos objetos ao lado do roteador;
  • Afaste aquários e fontes do seu aparelho, pois a água também pode interferir negativamente no desempenho do seu sinal Wi-Fi.

Fique atento aos dispositivos eletroeletrônicos que também podem interferir no seu Wi-Fi como: forno microondas, outros roteadores, alto-falantes, e outros equipamentos sem fio. Equipamentos eletroeletrônicos sem homologação ANATEL também podem prejudicar o seu sinal.

aparelho de wi-fi ao lado de uma planta sobre uma mesa
Afaste objetos e dispositivos que interferem no sinal. Imagem: Intelbras/Divulgação

3. Mantenha seu roteador atualizado e seguro

Você já atualizou o firmware do seu roteador alguma vez? Esta é uma forma muito simples e eficiente de manter seu roteador com as atualizações de segurança e melhorias implementadas pelo fabricante.

Para atualizar você deve:

  • Baixar a última versão do firmware do modelo do seu aparelho no site da marca;
  • Acessar o painel de controle do roteador via interface web;
  • Acessar a opção atualização de firmware, selecionar o arquivo que você baixou e fazer o upgrade.

Nos roteadores que permitem o acesso por aplicativo você recebe notificações dentro do próprio aplicativo quando as atualizações forem necessárias e basta clicar em “permitir” que a atualização será feita automaticamente. É o caso dos roteadores da linha ACtion e Twibi da Intelbras.

Outra maneira de aumentar a segurança é escolher um padrão de segurança mais avançado, como o WPA2 ou WPA3. Não esqueça de definir uma senha alfanumérica forte com letras, números e caracteres especiais — e  mudá-la com frequência.

4. Use roteadores e dispositivos pessoais com tecnologias mais recentes

Você pode  resolver grande parte da interferência no sinal Wi-Fi com o uso de roteadores dual band AC (Wi-Fi 5), que operam tanto na frequência 2,4GHz quanto na 5 GHz. Estes possuem protocolos 802.11ac e garantem um tráfego maior de informações no mesmo intervalo de tempo quando comparados aos aparelhos que possuem tecnologias anteriores e que só operam em 2,4 GHz. Além disso, a frequência 5 GHz possibilita o tráfego de mais velocidade e a conexão de mais dispositivos ao mesmo.

Dispositivos que operam somente na frequência 2,4 Ghz são mais comuns, assim essa faixa se torna mais congestionada e acaba sofrendo mais interferências. Se não puder migrar para o Wi-Fi 5 agora, verifique qual canal está sendo menos usado no seu ambiente — aplicativos como o Wifi Analyzer podem ajudá-lo — e selecione-o nas configurações do roteador.

Alguns aparelhos mais modernos, como celulares, notebooks e Smart TVs já operam em 5 GHz. Sendo assim, os roteadores Wi-Fi 5 são uma ótima opção para quem possui muitos dispositivos conectados dentro de casa e necessita de um sinal estável por todo ambiente.

Conclusão

Invista nos melhores roteadores residenciais do mercado para otimizar a velocidade, cobertura e estabilidade da sua internet, assim como garantir mais segurança e praticidade para seu dia a dia.

Os roteadores Intelbras da linha Twibi Wi-Fi Mesh contam com aplicativo gerenciador para monitorar os dispositivos conectados, criar redes Wi-Fi temporárias para visitas, controlar acesso a sites e determinar horários de navegação para os pequenos. Com ele, você garante uma ótima conexão Wi-Fi pela casa toda.

Fonte: Olhar Digital

6 motivos para entender que a inovação tecnológica não é coisa do futuro

A inovação tecnológica nas empresas já não é uma tendência, mas, sim, um mecanismo de sobrevivência, diante da acirrada competitividade no mercado.

Que a inovação tecnológica vem revolucionando a forma das empresas fazerem negócios não é novidade. Mas a rapidez com que esses recursos estão evoluindo, e o quanto exponenciam resultados, talvez ainda não seja de amplo conhecimento.

É difícil imaginar a dinâmica de empreendimentos, de todos os portes, não ser afetada por essa modernização. E, por isso, fica a reflexão: qual a relação do seu negócio com as tecnologias? O assunto recebe cada dia mais destaque no mundo dos negócios, e empresas de todos os tipos e tamanhos têm investido pesado nessa estratégia.

Separei algumas dicas com novidades e os seis principais motivos para que as pequenas e médias empresas precisam aportar na tecnologia.

1. Agilidade nos processos

Os avanços tecnológicos modificaram bastante a forma de atuação das empresas. No cenário atual, boa parte das atividades são realizadas pelas máquinas, sobretudo aquelas repetitivas. Hoje, esses equipamentos vêm adquirindo inclusive a capacidade de raciocinar.

O uso de softwares modernos simplifica e agrega velocidade em todos os setores — o que levaria horas ou dias para se executar manualmente, essas ferramentas conseguem resolver em poucos minutos. E isso é benéfico tanto para grandes empreendimentos quanto os de pequeno e médio porte.

2. Redução dos custos

A implementação de tecnologias não é um processo simples, e depende de um investimento inicial que pode ser considerado caro por muitos empreendedores. No entanto, se analisarmos os resultados a longo prazo, a redução dos custos operacionais são bem evidentes e demonstram a eficiência da estratégia.

Ao automatizar tarefas, o gestor tem maior controle dos dados que são gerados na rotina empresarial e, consequentemente, uma melhor percepção daquilo que funciona bem, dos pontos fracos que necessitam de aprimoramento.

Dessa forma, ele consegue identificar gargalos com mais facilidade e distribuir corretamente os recursos. Além disso, o auxílio da tecnologia reduz significativamente os prejuízos causados por erros, pois eles passam a acontecer com menos frequência, e isso evita o retrabalho e desperdício de recursos.

Ademais, a automatização contribui para o melhor aproveitamento das equipes, que são liberadas dos trabalhos repetitivos e passam a desempenhar papéis estratégicos na organização.

3. Melhoria no controle de qualidade

O investimento em um bom software aumenta a capacidade de registro, organização e gerenciamento de dados sobre tudo o que se passa na empresa, inclusive dos históricos de relacionamentos com os seus clientes.

Com esse domínio, o controle sobre todas as operações e também sobre a qualidade dos seus produtos ou serviços é muito mais efetivo. Além de tornar os procedimentos mais ágeis, o uso de ferramentas modernas auxilia na manutenção de um padrão sempre elevado.

4. Atração e fidelização de clientes

Outro aspecto positivo da implementação de novas tecnologias é a otimização do relacionamento com os clientes. Em primeiro lugar, graças aos recursos das mídias sociais, as empresas conseguem estabelecer uma interação mais próxima com o público, o que representa uma excelente estratégia para gerar engajamento.

Para as etapas de atendimento, a Inteligência Artificial aprimora cada vez mais o tempo e a qualidade nas respostas aos consumidores, os chatbots.

A medida em que as tecnologias se tornam parte do funcionamento das empresas, inclusive as de pequeno e médio porte, o que se obtém é o aumento da sua capacidade de personalização, e não restam dúvidas de que clientes satisfeitos estão mais propensos à fidelização.

5. Engajamento e motivação dos colaboradores

A gestão de talentos é sempre um grande desafio para os empreendedores. Se você não oferece um ambiente de trabalho agradável, com as ferramentas necessárias para que os funcionários rendam mais, e uma gestão que os faça sentir valorizados, dificilmente vá conseguir manter a motivação do time.

Lembre-se de que profissionais engajados com a cultura da empresa e com os valores que ela gera no mercado são mais produtivos. E o uso das tecnologias é importante para se atingir esse objetivo — eles ficam, por exemplo, menos presos aos trabalhos repetitivos e sentem-se mais úteis.

6. Melhoria na comunicação

Uma das questões que colocam em xeque o desempenho de qualquer empreendimento é a falha na comunicação. Isso pode trazer desde problemas de desempenho até erros mais graves, que comprometam a imagem da marca.

Se funcionários e gestores não “falam a mesma língua”, se há ruídos na troca de mensagens, fica bem difícil manter um alinhamento de ideias, para fazer com que cada envolvido entenda o seu papel para o alcance das metas.

Por essa razão, é fundamental investir na comunicação interna do ambiente de trabalho. Hoje, há uma infinidade de recursos que facilitam os diálogos do dia a dia. Dentre eles, podemos destacar os softwares de gestão, que reúnem informações de todos os setores em uma única plataforma e ainda permitem o acesso remoto pelos envolvidos.

Nesse contexto, os sistemas de telefonia IP possibilitam o recebimento de chamadas do telefone comercial mesmo que o funcionário esteja fora da empresa. Além disso, temos os aplicativos de troca de mensagens e as ferramentas de telecomunicações em geral.

Implementar tecnologias para melhorar a comunicação interna garante à organização rapidez para solucionar suas demandas diárias e, assim, evitar dores de cabeça futuras.

Quais as consequências ao não aderir a inovação tecnológica?

A não inclusão de inovações tecnológicas nos processos corporativos pode desencadear uma série de consequências negativas, que vão resultar na perda de competitividade da empresa.

Em um mercado em que todos estão buscando alternativas que tragam eficiência e, ao mesmo tempo, economia de custos sem a perda da qualidade, ficar de fora dessa tendência pode custar a sobrevivência do negócio. Separei alguns dos principais efeitos: perda financeira, falta de informações exatas dos clientes e fornecedores, perda de venda, controle de compra e estoque ineficiente.

A inovação tecnológica nas empresas já não é uma tendência, mas, sim, um mecanismo de sobrevivência, diante da acirrada competitividade no mercado. Por isso, sua incorporação à rotina do empreendimento é um assunto que deve ser dominado com urgência. Os benefícios da estratégia são muitos e é melhor não perder tempo para usufruí-los.

Georgia Roncon é especialista em Gestão Empresarial e Marketing pela FGV. É cofundadora da AGE GROUP, que atua em Turismo, Investimentos e com Educação em Inovação e Tecnologia com o ECQ Lifelong Learning, que opera tanto no Brasil e nos EUA.

Fonte: Administradores.com

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