Examinando: entenda como a tecnologia 5G pode mudar a vida na sociedade

O que é e como funciona o 5G? Qual é a diferença para o 4G ou o 3G? Vídeo mostra quais são as previsões para a nova tecnologia e as mudanças na sociedade

Imagina você baixar um filme em alta definição em apenas um minuto. Ou fazer uma reunião por chamada de vídeo sem falhas na conexão, sem travar a imagem ou o som. A ideia é bem interessante. É mais ou menos isso o que promete a famosa rede 5G. A nova tecnologia é a aposta das empresas desse setor e teve um empurrãozinho durante as necessidades da vida na pandemia. Tem gente afirmando até que o futuro chegou mais rápido do que o esperado.

Mas você sabe realmente o que é o 5G? Como ele funciona? Qual é a diferença para o 4 ou o 3G? Ou então você fazia ideia de que essa tecnologia é motivo de conflitos entre duas grandes nações mundiais? No Examinando de hoje além de te explicar tudo isso, vamos te mostrar como o 5G vai mudar a sua vida.

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Você já teve a impressão de estar sendo espionado pelo seu celular? Você falou no telefone ou mandou uma mensagem sobre algum produto, ou mesmo só conversou pessoalmente com alguém e de repente suas redes sociais e seu navegador foram bombardeados com anúncios sobre isso. Geralmente há um responsável por essa situação: os dados. O monte de informações que a gente deposita na internet todos os dias. Eles parecem inofensivos, mas são o principal material da internet do futuro, a tal da rede 5G.

A promessa revolucionária do 5G é a velocidade.

A tecnologia pode ser até 20 vezes mais rápida do que as redes atuais, além de ter uma cobertura mais ampla e conexões mais estáveis. Tudo o que todo mundo quer. Mas como isso funciona? Imagina uma grande avenida, com várias pistas, mas algumas estão bloqueadas. As pistas já ocupadas seriam as redes que já existem, e as pistas bloqueadas seriam o 5G. A comparação não é tão fora assim porque essas pistas representam as ondas eletromagnéticas, ou ondas de rádio, que é por onde o sinal de internet passa da antena da operadora até o seu celular.

As vantagens da tecnologia 5G em comparação à 4G são duas: maior velocidade e capacidade para conectar mais dispositivos. De uma forma simples, funciona assim, as ondas do 5G são mais largas do que as do 4G, mas são mais curtas. Então ela suporta mais dispositivos conectados ao mesmo tempo, mas não alcançam grandes distâncias.

Usando 5G é possível transmitir volumes massivos de dados pelo celular.

As empresas de todos os setores terão mais conhecimento dos hábitos dos clientes, poderão atender o consumidor de maneira mais rápida e personalizada. Ou seja, você vai ser ainda mais bombardeado por anúncios sobre exatamente o que você quer comprar.

O ensino à distância também vai se enriquecer muito e a telemedicina será mais acessível. E isso é só parte da mudança, a parte que nós podemos ver. Da mesma maneira que surgiram Uber, Waze, WhatsApp e Spotify quando o 3G e o 4G foram desenvolvidos, novos aplicativos vão surgir para aproveitar totalmente essa tecnologia.

O 5G ainda é um ponto chave em uma guerra tecnológica entre os Estados Unidos e a China. Uma empresa chinesa de tecnologia, a Huawei, tem investido muito no desenvolvimento de um chip com a tecnologia 5G e por isso ela saiu na frente das empresas de outros países. Nesse contexto, os Estados Unidos acusaram a Huawei de fazer espionagem industrial e de roubar tecnologias de outras nações. Já os chineses negam tudo.

Como uma forma de retardar o avanço da chinesa no desenvolvimento do 5G, os americanos proibiram que empresas dos Estados Unidos fizessem qualquer comércio com a rival. Mas qual o problema disso? É simples, a Huawei introduziu a tecnologia 5G nos chips, mas a base de construção de um chip se mantém a mesma, e precisa de peças produzidas por empresas americanas. Essa guerra tecnológica entre os dois países também é uma pequena parte da chamada guerra comercial.

E como o 5G está no Brasil?

Por aqui, a maior questão é a regularização. A tecnologia nós vamos comprar dessas empresas que estão desenvolvendo lá fora, mas e as regras de uso? O primeiro passo é fazer um leilão das frequências pelas quais são distribuídas a internet. Lembra do exemplo das pistas bloqueadas? Então, esse leilão é para vender, para quem oferecer mais dinheiro, essas pistas bloqueadas. Essa operação pode render de 20 a 25 bilhões de reais ao governo federal. O setor espera que aconteça até o final deste ano, mas a falta de acordo sobre as condições do leilão pode atrasar a transação.

Mas no fim, o que todo mundo quer saber é: vou ter que trocar meu celular para ter o 5G? Provavelmente sim. As empresas precisarão fazer novos aparelhos que suportem essa tecnologia. A rede 5G é uma das grandes evoluções tecnológicas do século 21. Ela vai possibilitar a geração de novos modelos de negócio e vai mudar totalmente a relação com a vida em sociedade.

Mas a parte disso tudo, não podemos esquecer que a internet está longe de chegar a todas as pessoas. Aqui no Brasil, uma em cada quatro pessoas não tem acesso à internet, o que ficou mais difícil durante a pandemia. Crianças de áreas remotas têm dificuldades para acessar aulas e conteúdos de ensino, assim como funcionários não conseguem um acesso à rede suficiente pra trabalhar. O que mostra que além das grandes invenções de novas tecnologias, o acesso e a distribuição igualitária da internet na sociedade também é um grande desafio a ser solucionado pelas empresas.

Fonte: EXAME.com

Google pode ser obrigado a vender o Chrome

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos pode forçar o Google a vender o navegador Chrome.

Acsa Gomes, editado por Elias Silva 13/10/2020 20h12 (Olhar Digital)

A decisão pode ocorrer depois que o relatório antitruste do Congresso dos Estados Unidos sobre grandes empresas de tecnologia veio a público.

Além disso, a entidade tem como alvo os negócios de publicidade do Google. A intenção é reduzir o domínio da gigante sobre o mercado global de publicidade digital, que já rendeu mais de 162,3 bilhões de dólares.

A proposta é apenas uma de várias que o órgão deve apresentar contra a empresa nas próximas semanas. Se a situação se confirmar, esse pode ser o primeiro caso em décadas de que uma companhia será obrigada a se desmembrar.

Fonte: Olhar Digital

LGPD: uma nova perspectiva para empresas e consumidores

A LGPD chega para tranquilizar e, ao mesmo tempo, esclarecer sobre a importância de se realizar investimentos em segurança.

Por Virginia Vaamonde*

LGPD: uma nova perspectiva para empresas e consumidores

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) já é realidade no Brasil antes mesmo de entrar em vigência. Afinal, é possível observar movimentações de empresas no país para se adequar à nova regra e garantir privacidade e proteção dos dados pessoais de cada cliente, algo tão importante em um mundo cada vez mais conectado e dinâmico.

Antes de falar sobre as mudanças e sobre como estamos agindo, precisamos sempre lembrar que a LGPD vem para regular algo de extrema importância para todos os cidadãos e passar mais credibilidade para todas as companhias que necessitem de dados pessoais dos clientes para um determinado momento da operação.

O medo de ter dados vazados cresce a cada ano.

Segundo o levantamento global de Índice de Segurança, feito pela Unisys, a preocupação das organizações com a segurança teve um aumento de 50% em dez anos. Acredito que grande parte dos brasileiros já desistiu de algum processo ou compra simplesmente por desconfiar de como seriam usados os dados após a inserção no sistema. Outro detalhe que também preocupava era o risco de tais informações não estarem armazenadas em locais seguros e, de alguma maneira, serem roubadas por hackers.

A LGPD chega para tranquilizar e, ao mesmo tempo, esclarecer sobre a importância de se realizar investimentos em segurança. E, principalmente, mostrar às empresas a necessidade de se reinventar para entender o que é ou não necessário - e se, após o rompimento de um contrato ou a finalização de uma compra, por exemplo, haverá a necessidade de manter aquelas informações no sistema.

Aqui na GS1 Brasil esse assunto já está em debate há algum tempo. Além de estarmos acompanhando todos os movimentos desde a implementação da GDPR (General Data Protection Regulation) na Europa, temos a obrigação de cuidar bem das informações pessoais de cada um dos nossos parceiros em todos os detalhes.

Uma das nossas primeiras iniciativas foi criar um grupo com outros executivos da associação para entendermos melhor cada detalhe, realizamos treinamentos e, assim, estarmos preparados para o momento em que a LGPD passar a ser obrigatória no Brasil. Também contamos com um time de governança de dados, criado neste ano e que mapeou todas as áreas da nossa organização, para entendermos melhor quais operações lidam com dados pessoais e com quem compartilhamos tais informações. Ainda refizemos nossos processos de filiação e, agora, só mantemos os dados necessários, seja um novo parceiro ou, até mesmo, um aluno de um curso.

A informação é tratada como o novo petróleo.

E, como todo bem precioso, deve ser utilizado com responsabilidade. Como associação e parte ativa da sociedade, a GS1 Brasil tem se preparado, de forma consistente, para a vigência da LGPD no Brasil.

*Virginia Vaamonde é CEO GS1 Brasil - Associação Brasileira de Automação.

Fonte: Administradores.com

Golpes com PIX vão de emails e sites falsos a anexos com malware

Com o início do cadastro das chaves do PIX, o novo sistema brasileiro de transferências bancárias e pagamentos, chegaram também os primeiros golpes virtuais envolvendo o tema.

Imagem: Freepik

O laboratório de segurança digital Kaspersky já detectou 30 domínios fraudulentos usando o termo PIX em apenas 24 horas, em variações como "pagarpix.com", "pixbrasill.tech", "pixempresas.com" e "suportepix.online", entre outros. Todos eles possuem um único objetivo: fazer com que você insira seus dados pessoais e bancários ao pensar que está acessando o serviço de verdade.

Além dos domínios falsos, que configuram um golpe clássico de phishing, outro golpe detectado envolve emails enviados por endereços que se dizem de bancos. O criminoso inclui um anexo em formato .ZIP que é, na verdade, uma ferramenta de acesso remoto que garante acesso e controle do aparelho a um terceiro.

Um exemplo de email fraudulento sobre o tema.
Um exemplo de email fraudulento sobre o tema. Fonte:  Kaspersky 

Por fim, mensagens SMS também atribuídas a instituições bancárias tentam conseguir acesso ao seu Internet Banking ou até obter dados para realizar compras futuras usando o PIX, sem precisar da autorização da vítima. Até o dia 16 de novembro, quando a modalidade começa a operar, devem ser detectadas novas fraudes. No primeiro dia de cadastro, mais de 3,5 milhões de chaves foram registradas com sucesso.

Como se prevenir

O CEO da empresa especializada em cripografia e segurança cibernética Kryptus, Roberto Gallo, listou cinco recomendações para quem está com medo de cair em golpes envolvendo o PIX.

  1. Alterar suas configurações de privacidade para serem mais restritivas;
  2. Não acessar aplicações que necessitem de autenticação em rede pública;
  3. Manter o browser atualizado;
  4. Não esquecer de utilizar a autenticação de dois fatores nas redes sociais e no aplicativo de acesso ao seu cartão de crédito;
  5. Emails que despertam curiosidade ou pedem informações pessoais, como dados do cartão de crédito, devem ser bloqueados e excluídos.

Fonte: TecMundo

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