Xiaomi traz celular com bateria que dura dois dias ao Brasil

O novo Redmi 9 é um smartphone Android que tem câmera traseira tripla e uma das maiores capacidades de bateria do mercado na atualidade

Por Lucas Agrela (EXAME.com)| Publicado em: 29/07/2020 às 19h38 | Alterado em: 29/07/2020 às 19h54

Xiaomi: Redmi 9 tem bateria de mais de 5.000 mAh (Xiaomi/Divulgação)

A Xiaomi traz ao Brasil nesta semana o novo Redmi 9, um smartphone intermediário com bateria de 5.020 mAh, uma das maiores capacidades do mercado na atualidade. A fabricante promete duração de bateria para dois dias de uso com uma única recarga.

O celular tem sistema operacional Android, tela de 6,2 polegadas com resolução Full HD+, processador octa-core MediaTek Helio G80, 64 GB de armazenamento e 4 GB de RAM.

A câmera traseira do Redmi 9 é tripla, sendo uma delas comum (com ângulo de captura de 80 graus e 13 megapixels), uma ultra-grande angular (com 120 graus de captura e 8 megapixels) e uma macro, de 2 megapixels, para tirar fotos a 3 cm de distância.

O novo smartphone da Xiaomi compete com o Galaxy A51, da Samsung, que também conta com câmera traseira tripla e bateria com capacidade de 4.000 mAh. O preço sugerido do Redmi 9 é de 1.899 reais.

Xiaomi além do celular

A chinesa Xiaomi está no país desde 2019 e conta hoje com 22 modelos de smartphones diferentes e um total de 372 produtos, entre eles balança inteligente, patinete elétrica e pulseira para exercícios físicos.

Fonte: EXAME.com

TikTok: Anonymous pede que usuários deletem o app; entenda

Aplicativo é acusado de integrar uma ação massiva de espionagem operada pelo governo chinês; aplicativo teria acesso ao hardware e informações de rede do telefone

De acordo com o Anonymous, o TikTok estaria ligado ao governo chinês; aplicativo nega. Imagem: Pixabay

Se, por um lado, o TikTok sobe nos rankings de aplicativos mais populares de 2020, por outro, sua reputação sofre ataques constantes. Nos últimos meses, repercutiram denúncias de que o app compartilharia informações dos usuários com o governo chinês. Isso inclusive levou o governo dos Estados Unidos a anunciar que avalia bani-lo de seu território. Agora, a famosa rede de hackers Anonymous endossa a lista de entidades que desaconselham seu uso.

No dia 1º de julho, o grupo publicou em sua conta no Twitter: "deletem o TikTok agora; se você conhece alguém que o utilize, explique que é essencialmente um malware operado pelo governo chinês que está conduzindo uma ação massiva de espionagem".

O tuíte foi feito em resposta a outra publicação na rede social, que expunha o que um usuário do fórum Reddit supostamente havia descoberto ao revirar o código do aplicativo. De acordo com o autor do post, essas são as informações às quais o TikTok teria acesso:

  • Hardware do telefone (tipo de CPU, dimensões e resolução da tela, uso de memória, espaço de disco, entre outros)
  • Outros aplicativos instalados no celular, incluindo aqueles que foram recentemente deletados
  • Informações de rede, como Wi-Fi e IP do roteador
  • A presença de root ou jailbreak no dispositivo
  • Localização em tempo real atualizada a cada 30 segundos

O autor do post diz ainda que o app dificulta a análise do código com um algoritmo que muda a cada atualização, "para que ninguém saiba as informações que eles estão obtendo".

"Já fiz o mesmo procedimento com os aplicativos do Twitter, Reddit, Instagram e Facebook. A quantidade de dados coletados por eles não chega nem perto do que é feito pelo TikTok, e eles com certeza não tentam esconder o que estão fazendo. É como comparar um copo d'água ao oceano", completa ele.

De acordo com o Anonymous, o TikTok estaria ligado ao governo chinês; aplicativo nega. Imagem: Pixabay

Em declaração a um jornal espanhol, o aplicativo afirmou que "leva a sério as acusações feitas", e que fechou parceria com empresas de segurança de nível mundial para avaliar e corrigir os possíveis problemas relacionados à privacidade dos usuários.

Sobre a associação ao governo chinês, o TikTok alegou que é liderado por um CEO americano e possui centenas de funcionários — inclusive do setor de segurança — nos Estados Unidos.

Via Fayer Wayer

Fonte: Olhar Digital

Três tendências de Tecnologia para o mundo pós-pandemia

O coronavírus mudou completamente a nossa vida e após três meses de rotina alterada, a pandemia já trouxe alguns ensinamentos para empresas e a sociedade como todo.

Por Daniel Peralles, diretor de engenharia de produto da ao³

Mas aqui falando do nosso universo de tecnologia, o que aprendemos? Um meme que circula nas redes sociais e aplicativos de conversa exemplifica o momento atual. Ele diz que não foi o CEO, CIO e/ou CDO que acelerou a tão falada transformação digital, e sim, a Covid-19. Para o mercado corporativo, a possibilidade de ganho mais visível, até agora, é o home office, por outro lado, o isolamento também abriu espaço para outras tendências de Tecnologia, e aqui listo três:

1. DevOpSec

No momento atual, quem se adaptou mais rápido, conseguiu minimizar os impactos da crise. Com isso, daqui para frente, um movimento que deve ganhar força é adoção da DevOpSec. Quando falamos do ciclo de desenvolvimento de software, a interação humana deixa espaço para falhas – por isso, o feedback rápido e seguro é a chave para adaptação exigida. Com DevOpSec, a união das práticas de Desenvolvimento, Operação e Segurança com automatização, as validações são contínuas a cada alteração. O código é compilado, os requisitos de segurança são checados e as regras funcionais validadas. Uma vez que está tudo conferido, a produção é atualizada com uma nova versão e no final do processo o cliente é avisado que uma atualização está disponível para ele utilizar.

A metodologia é uma alternativa para dar a velocidade que o mundo digital pede, sem abrir mão das credenciais de segurança e qualidade. E por que esse conceito tende a ganhar mais espaço no pós-pandemia? Simples. Ter processos rápidos permite encontrar soluções rápidas e aumentar a velocidade do ciclo de feedback.

2. Dados e algoritmos

O mercado fala de inteligência de dados há um bom tempo, mas a análise efetiva de grandes volumes de informações só passou a ser possível “recentemente”, com a criação de tecnologias mais modernas e uma internet mais rápida. Fazendo uma analogia simples, comparar fotos de gato com cachorro está mais simples, descobrir a raça de cada um está começando a ser mais fácil, mas identificar os padrões de comportamento deles ainda é um desafio.

Daqui para frente veremos crescer o uso de algoritmos, inclusive para soluções de problemas gerados pela Covid-19. Por exemplo, com o isolamento, contratar virou uma tarefa desafiadora para profissionais de RH, que precisam digitalizar os processos de admissão. Todo mundo sabe que no Brasil, sem a documentação correta, simplesmente não é possível contratar um novo colaborador. Como atestar que o comprovante de residência é valido se o País tem uma base com mais de 300 milhões de endereços? Se em cada região ele tem um padrão diferente? Algoritmos!

3. Colaboração

O conceito de comunidade também crescerá após a crise. Já é um consenso que tecnologia não se faz sozinho e que trabalhar em rede é uma maneira eficaz de acelerar a inovação. E neste contexto, abrir mão da propriedade intelectual em prol da comunidade desenvolvedora, o chamado software open source ou código aberto, deve despontar.

Permitir que qualquer desenvolvedor teste evolua o seu software ainda é uma barreira a ser vencida por muitas empresas, mas um movimento forte avança e tem entre os adeptos gigantes como Netflix e Facebook.

O “novo normal” já está entre nós e a tecnologia terá um papel fundamental no mundo que estamos criando a partir desta crise. Sairemos desse momento mais digitais do que nunca e isso exigirá dos profissionais e empresas de TI pensar em soluções rápidas – seja usando DevOpSecs na criação de novos processos, investindo em algoritmos para análises inteligentes ou colaborando com o ecossistema de inovação e desenvolvimento.

Fonte: administradores.com.br

3 celulares chineses com super bateria

Os smartphones evoluíram de forma extraordinária, mas muitas dessas características contribuem para um aumento no consumo de energia.

Postado em 08/07/2020 às 17:00 por TecMundo | 1 min de leitura

Imagem: https://www.slashgear.com/oppo-find-x2-pro-hands-on-power-and-comfort-in-a-single-package-06612349/

Nos últimos anos, os smartphones evoluíram de forma extraordinária, mas muitas dessas características – que incluem processadores ultrarrápidos, telas de altíssima resolução, altas taxas de atualização, recursos de IA, e conectividade 5G – contribuem para um aumento no consumo de energia.

Listamos aqui três smartphones chineses que possuem uma incrível capacidade energética, aliando baterias de alto desempenho a velocidades de carregamento, às vezes, bem acima da média.

Honor X10 Max (5.000 mAh)

Fonte: Honor/Divulgação
Fonte: Honor/Divulgação Fonte:  Honor

O Honor X10 Max é um “monstro” com tela de 7,09”, conectividade 5G, tecnologia RGBW (que oferece altíssimo nível de brilho e ainda economia bateria), suporta gama de cores de 100% DCI-P3 e tem as certificações HDR10 e Rhine TUV (recurso de proteção para os olhos).

Na questão energética, o Honor X10 Max tem uma bateria de 5.000 mAh e suporta ao carregamento rápido de 22,5 W.

O aparelho é disponibilizado em três versões: 6 GB + 64 GB, 6 GB + 128 GB e 8 GB + 128 GB. Elas custam, respectivamente, US$ 269 (R$ 1.447), US$ 297 (R$ 1.598) e US$ 354 (R$ 1.905).

Oppo Find X2 e X2 Pro (65 W)

Fonte: Gizmochina/Reprodução
Fonte: Gizmochina/Reprodução Fonte:  Gizchina

Os Oppo Find X2 e X2 Pro foram lançados em março e ainda figuram entre os smartphones mais rápidos do mundo, segundo o AnTuTu. Contando com o poderoso Snapdragon 865 (com 5G de até 7,5 Gbps de download), eles ainda trazem um dispositivo de armazenamento de altíssimo desempenho, principalmente quando precisam transferir arquivos muito grandes.

No quesito bateria, a do modelo Pro tem 4.260 mAh, enquanto o carregamento rápido chega a incríveis 65 W.

Outras especificações incluem uma tela QHD+ de 120 Hz, HDR10+, brilho de 1200 nits e um bilhão de cores.

Vivo X50 e X50 Pro (4.315 mAh e 33 W)

Fonte: Vivo/Divulgação
Fonte: Vivo/Divulgação Fonte:  Vivo

O Vivo X50 tem uma boa bateria de 4.315 mAh e carregamento rápido de 33 W (4.350 mAh e 44 W no Pro). Mas, além da decente capacidade energética, o aparelho se sobressai mesmo é no departamento câmera: ele tem estabilização de imagem com tecnologia 5-axis, superzoom de 60x, entre outros recursos.

Fonte: TecMundo

Com nova TV inteligente, Xiaomi mira o reinado da Samsung

Fabricante chinesa detém apenas 6% do mercado global de televisores. Samsung lidera o segmento desde 2006

NOVA TV DA XIAOMI: a tela de OLED ocupa 98,8% do display frontal do aparelho (Divulgação/Divulgação)

Das telinhas para as telonas, a Xiaomi está pronta para chacoalhar o mercado de televisores inteligentes. A companhia chinesa conhecida pela fabricação de smartphones e de outros eletrônicos apresentou nesta quinta-feira (2) a sua nova smart TV topo de linha: a Mi TV Master Series. O lançamento pressiona as marcas tradicionais do setor, como Samsung, LG, TCL e Sony.

Com processador A73 de quatro núcleos fornecido pela MediaTek e sistema operacional Android, o modelo lançado nesta quinta-feira é descrito pela fabricante como uma televisão voltada para quem tem “olhos e ouvidos mais críticos”, o modelo Mi TV Master Series de 65 polegadas traz algumas novidades em relação à imagem e ao som reproduzidos, além de novidades em aspectos de usabilidade e transmissão de dados.

A tela de OLED ocupa 98,8% do display frontal do aparelho, o que significa que o televisor tem bordas finas. A tela ainda conta com função Dolby Vision, que aumenta a nitidez das imagens reproduzidas em resolução 4K com taxa de atualização de 120 Hz. O sistema sonoro, por sua vez, utiliza tecnologia Dolby Atmos e tem nove alto-falantes totalizando 65W de potência.

Além de entradas USB, de cabos AV e de antenas, a fabricante chinesa colocou três entradas HDMI. Uma delas vem no padrão 2.1, que poderá transmitir dados de aparelhos como videogames e blu-rays em 48 Gbps. Segundo a empresa, isso garantirá uma experiência melhor no uso dos videogames da nova geração, como o PlayStation 5 e o Xbox Series X. Na questão de usabilidade há ainda controle por voz e função Always On.

Dados da consultoria IHS Markit apontam que das cerca de 215 milhões de televisões vendidas em 2019, uma fatia de 5,8% foi comercializada pela Xiaomi. Enquanto isso, a Samsung é a líder absoluta do mercado desde 2006. No ano passado, a companhia sul-coreana foi responsável por 19,8% do comércio global de aparelhos. A também sul-coreana LG ficou em segundo lugar com 12,2% e superou as chinesas TCL (9,2%) e Hisense (7,8%).

A Xiaomi não tem medido esforços para aumentar sua participação no mercado de TVs. Em abril, a companhia expandiu seu portfólio de produtos com os aparelhos Mi TV 4A 60 e Mi TV Pro 75. Os televisores fazem parte da linha premium do setor. O modelo de 75 polegadas, inclusive, conta com tecnologia quer permite reproduzir conteúdo com resolução 8K por meio de uma técnica chamada de upscalling, uma simulação da resolução maior.

Com a nova televisão, a Xiaomi mira ainda mais os clientes de suas rivais asiáticas.

Principalmente porque o aparelho será comercializado inicialmente somente na China. O preço de lançamento ficou 12.999 yuan, algo em torno de 9.800 reais em conversão direta para o real.

Com a popularização dos serviços de streaming e a facilidade de transmitir conteúdo de dispositivos móveis e computadores para as telas, o mercado de TVs vivia em bom momento de crescimento antes da crise do novo coronavírus.

Um levantamento feito pela consultoria Statista ainda no ano passado apontava crescimento de 35% nas vendas dos modelos de alta definição – ou utra high definition (UHD) –, prevendo faturamento de 71,5 bilhões de dólares. A consultoria Grand View Research, por sua vez, tinha projeções ainda mais otimistas: previa que os televisores com resolução 4K iriam movimentar 380,9 bilhões de dólares até 2025.

Os estudos, obviamente, não avaliavam os impactos de uma possível pandemia no meio do caminho. Segundo um relatório da Counterpoint Research, o mercado global de aparelhos de TV deve encolher 8% neste ano para 211,9 bilhões de dólares. Para 2020, a previsão é de crescimento de 7%, totalizando 226,7 bilhões de dólares. É uma boa recuperação, mas a cifra ainda fica abaixo da registrada em 2018: 231,1 bilhões de dólares.

Há queda entre as fabricantes. A própria Xiaomi, por exemplo, registrou uma retração de 20% no comércio de aparelhos em março deste ano, quando a pandemia atingia seu pico na China. Outra chinesa, a TCL, que vendeu 32 milhões de aparelhos em 2019, espera queda de 10% nas vendas. Vale destacar que muitas companhias tinham fábricas na região de Wuhan, a mais afetada pelo novo vírus.

Fonte: EXAME.com

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