Aplicativo alerta sobre aglomeração de pessoas e preços abusivos

O alerta de “Aglomeração de Pessoas” foi criado para ajudar a evitar pontos de aglomeração na cidade, principalmente em áreas públicas.

O Be On é um app gratuito de segurança colaborativa que foi lançado em 2018. Disponível para Android e iOS, o app já contava com funcionalidades de alertas sobre desastres naturais, roubos e furtos, atividades suspeitas, além de irregularidades urbanas. Agora, a plataforma do Be On está incluindo recursos que ajudam no enfrentamento à covid-19, como as ferramentas de alerta sobre “Aglomeração de Pessoas” e “Preços Abusivos”.

O alerta de “Aglomeração de Pessoas” foi criado para ajudar a evitar pontos de aglomeração na cidade, principalmente em áreas públicas. O distanciamento social físico é uma das medidas mais importantes para conter o avanço do contágio do novo coronavírus, mas também é um dos maiores desafios enfrentados por órgãos de saúde e segurança.

Alerta de "Aglomeração de Pessoas". (Fonte: Be On/B9/Reprodução)
Alerta de "Aglomeração de Pessoas". (Fonte: Be On/B9/Reprodução)Fonte: Be On/B9

O alerta de “Preços Abusivos” é útil para denunciar estabelecimentos comerciais que estão praticando preços acima do normal. A ferramenta foi lançada porque houve um aumento significativo desse tipo de reclamação nas últimas semanas.

Alerta de "Preços Abusivos". (Fonte: Be On/B9/Reprodução)
Alerta de "Preços Abusivos". (Fonte: Be On/B9/Reprodução)Fonte:  Be On/B9 

No Be On, as ferramentas de alertas utilizam a geolocalização para registrar as ocorrências, criando um mapa que pode ser acompanhado por outros usuários. Esses alertas são enviados para todos aqueles que se encontram próximos à ocorrência, dentro de um raio de um quilômetro. Adicionalmente, o app compartilha as ocorrências com os órgãos responsáveis, a fim de que as medidas cabíveis sejam tomadas com eficácia e agilidade.

Para criar um alerta, o usuário precisa identificar o local, escolher a categoria e descrever o caso. Tudo é feito de forma anônima, para proteger a privacidade dos usuários.

Fonte: Tecmundo

Medidas de segurança em meio à necessidade do trabalho remoto

Como empresas de tecnologia podem se preparar para a implementação do home office durante a pandemia de coronavírus

A evolução da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) gerou uma série de mudanças e readaptações. No setor corporativo não foi diferente. Em uma pesquisa feita no ano passado, li que apenas 31,9% das empresas brasileiras permitiam o trabalho remoto. Já em uma outra pesquisa, feita em março deste ano pela Robert Half, 41% dos entrevistados afirmou que o regime de home office só ocorreu após a determinação da quarentena.

E o que isso prova?

Basicamente que, com um novo modelo de trabalho, a implementação do home office se tornou uma necessidade e uma tentativa de manter a produtividade durante o período de isolamento social - recomendado pela Organização Mundial Saúde (OMS) para evitar a disseminação da doença. 

Ainda que trabalhar no conforto de casa pareça bastante convidativo, é importante que tanto empresas quanto os próprios profissionais estejam atentos às ameaças cibernéticas que têm crescido junto ao número de casos de infectados pela doença ao redor do mundo. Isso porque um ambiente de trabalho digital ideal vai muito além do simples acesso a e-mails e ferramentas colaborativas. É preciso um bom planejamento corporativo, capaz de garantir o suporte do grupo de funcionários da empresa e, também, uma série de medidas de segurança para evitar ciberataques.

Considero que, além da instalação de um bom antivírus, uma outra sugestão é a conexão dos funcionários à rede corporativa, por meio das VPNs (Virtual Private Networks). Porém, vale salientar que elas podem não estar preparadas para lidar com a tensão causada por milhares de colaboradores trabalhando remotamente, por exemplo. Por isso, considerar a atualização no servidor ou firewall que está fornecendo as soluções VPN é essencial. 

Além disso, é de suma importância verificar se o acesso remoto não apresenta mais riscos tanto aos dados pessoais do funcionário quanto da própria corporação. A necessidade de se disponibilizar acesso remoto deve estar acompanhada da prevenção, ou seja, as empresas devem confirmar se o firewall está configurado para responder apenas a determinados endereços IP que poderão ser acessados remotamente pela equipe de TI.

Uma outra forma de prevenir ciberataques é utilizar o duplo fator de autenticação em todos os dispositivos da empresa.

Isso faz com que o nível de segurança seja maior e garante mais uma camada de proteção na luta contra cibercriminosos que se aproveitam de possíveis vulnerabilidades para fazer vítimas. Por falar nisso, recomendo que alertas sobre golpes dos mais diferentes tipos sejam sempre assunto de relevância e conscientização dentro das empresas. Especialmente no atual momento em que vivemos, estar ciente das ameaças que estão ocorrendo faz uma grande diferença na prevenção de riscos. 

E embora o acesso a dispositivos e sistemas corporativos seja imprescindível durante o período de trabalho remoto, acredito ser fundamental que os funcionários contem, também, com políticas de segurança que incluam respostas a perguntas como: quais sistemas podem ser acessados remotamente, quais podem ser acessados por meio de dispositivos móveis, etc. Para além de mecanismos de segurança, a comunicação efetiva é uma aliada na manutenção de serviços e tecnologias.

Fonte: Olhar Digital

Intel lança processador mais poderoso do mundo para notebooks

Nesta quinta-feira (02), a Intel anunciou seis novos processadores Core de 10ª geração para dispositivos móveis.

Além de ser os primeiros chips do mundo, para notebooks, a quebrar a barreira dos 5 GHz, eles trazem várias tecnologias que otimizam seu desempenho e consumo. Um deles, inclusive, é o mais poderoso do mundo nessa categoria, segundo a empresa.

Processadores móveis Intel Core 10ª geração Série H

Fonte: Intel/Divulgação

Processadores para notebooks sempre são apresentados como chips que entregam desempenho otimizado, mantendo o foco na economia de energia. Afinal, para quem precisa se locomover, não adianta ter uma super máquina que precisa ficar ligada na tomada o tempo todo.

Dessa vez, os novos chips móveis da Intel têm um apelo maior no desempenho. Isso não significa que eles não são econômicos, mas o fato é que a empresa parece ter focado na alta performance, inclusive, incluindo recursos para overclocking.

Especificações dos chips

São seis novos chips desta linha H, onde todos eles suportam memória DDR4 de 2933 MHz em dual channel. Os modelos Core i9 e i7 são compatíveis com a tecnologia Intel Thermal Velocity Boost, que aumenta a frequência turbo além do especificado (até 200 MHz), caso haja margem térmica (CPU com 65º ou menos) para o Intel TVB atuar.

Fonte: Intel/DivulgaçãoFonte: Intel/DivulgaçãoFonte:  Intel 

O chip mais poderoso é o Core i9-10980HK, que tem 8 núcleos, 16 threads e clock turbo que chega a incríveis 5,3 GHz. Vale lembrar que essa frequência não é atingida em todos os núcleos ao mesmo tempo. A marca diz que esse chip é o mais poderoso que se pode colocar em um notebook no momento.

Esse processador também é desbloqueado para overclocking e suporta o recurso Intel Speed Optimizer, que pode elevar as frequências base de forma automática com apenas um clique, segundo a companhia.

Intel Adaptix Dynamic Tuning

Outra característica que ajuda a nova plataforma da Intel a ter desempenho otimizado, sem desperdiçar energia, é o Intel Adaptix Dynamic Tuning, uma ferramenta utilizada pelas fabricantes de dispositivos para extrair a máxima performance de um chip, por meio do monitoramento de variáveis como temperatura, rotação da ventoinha, modo de uso, estado atual do processador, etc., e ajustando o poder de processamento dinamicamente, de acordo com o design térmico do equipamento.

Disponibilidade

Nas próximas semanas, os parceiros da Intel devem começar a disponibilizar seus equipamentos baseados nos novos chips Intel Core 10ª geração Série H, que terão características como: modelos gamer com menos de 2 cm de espessura, modelos híbridos (com duas telas), e modelos com painéis que poderão ter 17” com bordas finas, além de HDR 1000 e taxa de atualização de até 300 Mhz.

Todos eles serão compatíveis com as tecnologias Thunderbolt 3 e o Intel Wi-Fi 6 (Gig+).

Fonte: Tecmundo

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