Existe um motivo para o USB ser tão difícil de plugar, explica criador

Se você tentou conectar qualquer dispositivo a um computador nos últimos 20 anos provavelmente ficou frustrado ao errar o lado da porta USB diversas vezes antes de conseguir acertar.

Pois saiba que até mesmo o criador do padrão reconhece o problema e tem uma justificativa para a escolha desse design.

 

Em uma entrevista para a NPR, Ajay Bhatt, o responsável por liderar a equipe da Intel que criou o USB, explicou que a decisão pode deixar alguns usuários frustrados, mas ela era necessária nos anos 1990, quando o padrão foi projetado.

De acordo com Bhatt, até seria possível criar um plugue que pode ser conectado independentemente do lado em que ele é encaixado. No entanto, isso exigiria o dobro da quantidade de cabos e circuitos que acabaram por ser utilizados no USB. Na prática, isso resultaria em um produto com quase duas vezes o preço original, o que poderia inviabilizar a adoção pela indústria.

Bhatt e sua equipe acabaram decidindo por deixar o USB um pouco inconveniente, mas bem mais barato, facilitando a aceitação por outras empresas. A solução para esse problema surgiu apenas nessa década, com a chegada do USB-C, que pode ser conectado de qualquer lado. Pode demorar até que o USB antigo seja substituído, mas a tendência é que a frustração com o padrão fique no passado.

Fonte: NPR

Libra, criptomoeda do Facebook, ganha apoio de Visa, MasterCard e Uber

O Facebook conquistou o apoio de diversas empresas grandes para o lançamento da Libra, criptomoeda da rede social que será utilizada para recompensar usuários.

De acordo com o jornal Wall Street Journal, companhias como Visa, MasterCard, PayPal, Uber, Stripe e Booking.com fazem parte da iniciativa.

Segundo a publicação, cada uma das empresas investirá cerca de US$ 10 milhões para financiar o desenvolvimento da Libra. Essa aplicação garante também a participação delas na Libra Association, um consórcio que atuará de maneira independente para gerir a criptomoeda. Foi a maneira encontrada pelo Facebook para evitar problemas com órgãos reguladores do governo.

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A princípio, a Libra será utilizada para transações dentro do ecossistema do Facebook, como realização de pagamentos via Messenger e WhatsApp. No entanto, a companhia também espera que ela possa ser utilizada pelos usuários para adquirir serviços ou comprar produtos fora da rede social, posição que ganha força com as novas parcerias.

A criptomoeda será anunciada em um evento marcado para o dia 18 de junho e deve começar a funcionar apenas em 2020.

Fonte: TecMundo

USB de aeroportos

Especialista recomenda não carregar o celular em USB de aeroportos

Hoje em dia, a grande maioria dos aeroportos oferece estações de carregamento de bateria por USB. E, apesar de serem muito utéis, às vezes, podem cobrar um preço alto: a segurança.

USB de aeroportos

"Conectar-se a uma porta USB pública é como encontrar uma escova de dentes na beira da estrada e colocá-la na boca. Você não tem ideia de onde ela esteve", afirma Caleb Barlow, da IBM

Hoje em dia, a grande maioria dos aeroportos oferece estações de carregamento de bateria por USB. E, apesar de serem muito utéis, às vezes, podem cobrar um preço alto: a segurança. Isso porque cibercriminosos podem modificar as conexões USB para instalar malware nos telefones que forem conectados a elas ou fazer download de dados sem o conhecimento do dono do aparelho.

Caleb Barlow, vice-presidente da X-Force Threat Intelligence, da IBM Security nos EUA, disse à Forbes que se "conectar a uma porta USB pública é como encontrar uma escova de dentes na beira da estrada e decidir colocá-la na boca. Você não tem ideia de onde ela esteve".

Ele ainda indica que é mais seguro levar um carregador comum e conectá-lo a uma tomada de parede ou, alternativamente, levar um power bank para recarregar o telefone quando ele estiver com pouca carga. "E lembre-se: a porta USB permite a transferência de dados", afirma.

Para quem quiser insistir em usar portas USB públicas, Barlow recomenda investir US$ 10 no Juice-Jack Defender. "É um pequeno dispositivo para ser colocado no cabo de carga, que, basicamente, bloqueia a passagem de dados. Ele só deixa passar a voltagem", diz.

Um número crescente de hackers dos EUA já mira seus golpes nos viajantes, de acordo com uma pesquisa recente da IBM Security. O "Índice de Inteligência de Ameaças IBM X-Force", de 2019, revela que o setor de transporte se tornou alvo prioritário dos cibercriminosos como o segundo mais atacado — em 2017, ele estava em décimo lugar. Desde janeiro de 2018, 566 milhões de registros da indústria de viagens e transporte foram compartilhados ou comprometidos em violações relatadas publicamente.

Barlow aconselha os usuários, ainda, a evitar o uso de acessórios técnicos aleatórios deixados por outros viajantes. "Dentro desses cabos pode haver um chip extra que permita a implantação de um malware."

Via: Forbes 

Fonte: Olhar Digital

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