Entenda o que é bitcoin

Criada há mais de nove anos, a bitcoin atrai a atenção de investidores e já é aceita como meio de pagamento em alguns países.

Por Rita Azevedo 6 dez 2017, 10h50 – Publicado em 13 jun 2017, 15h47 (Fonte: EXAME.com)

Bitcoin
(Chris Ratcliffe/Bloomberg)

 

A bitcoin é uma moeda, assim como o real ou o dólar, mas bem diferente dos exemplos citados. O primeiro motivo é que não é possível mexer no bolso da calça e encontrar uma delas esquecida. Ela não existe fisicamente, é totalmente virtual.

O outro motivo é que sua emissão não é controlada por um Banco Central. Ela é produzida de forma descentralizada por milhares de computadores, mantidos por pessoas que “emprestam” a capacidade de suas máquinas para criar bitcoins e registrar todas as transações feitas.

No processo de nascimento de uma bitcoin, chamado de “mineração”, os computadores conectados à rede competem entre si na resolução de problemas matemáticos. Quem ganha, recebe um bloco da moeda.

O nível de dificuldade dos desafios é ajustado pela rede, para que a moeda cresça dentro de uma faixa limitada, que é de até 21 milhões de unidades até o ano de 2140.

Esse limite foi estabelecido pelo criador da moeda, um desenvolvedor misterioso chamado Satoshi Nakamoto — que, até hoje, nunca teve a identidade comprovada.

De tempos em tempos, o valor da recompensa dos “mineiros” também é reduzido. Quando a moeda foi criada, em 2009, qualquer pessoa com o software poderia “minerar”, desde que estivesse disposta a deixar o computador ligado por dias e noites.

Com o aumento do número de interessados, a tarefa de fabricar bitcoins ficou apenas com quem tinha super máquinas. A disputa aumentou tanto que surgiram até computadores com hardware dedicado à tarefa, como o Avalon ASIC.

Além da mineração, é possível possuir bitcoins comprando unidades em casas de câmbio específicas ou aceitando a criptmoeda ao vender coisas.

As moedas virtuais são guardadas em uma espécie de carteira, criada quando o usuário se cadastra no software.

Depois do cadastro, a pessoa recebe um código com letras e números, chamado de “endereço”, utilizado nas transações. Quando ela quiser comprar um jogo, por exemplo, deve fornecer ao vendedor o tal endereço. As identidades do comprador e do vendedor são mantidas no anonimato, mas a transação fica registrada no sistema de forma pública. A compra não pode ser desfeita.

Com bitcoins, é possível contratar serviços ou adquirir coisas no mundo todo. O número de empresas que a aceitam ainda é pequeno, mas vários países, como a Rússia se movimentam no sentido de “regular” a moeda. Em abril deste ano, o Japão começou a aceitar bitcoins como meio legal de pagamento. O esperado é que até 300 mil estabelecimentos no Japão aceitem, até o final do ano, este tipo de dinheiro.

Por outro lado, países como a China tentam fechar o cerco das criptomoedas, ordenando o fechamento de várias plataformas de câmbio e proibindo a prática conhecida como ICO (initial coin offerings), uma espécie de abertura de capital na bolsa, mas feita com criptomoedas (entenda melhor).

O valor da bitcoin segue as regras de mercado, ou seja, quanto maior a demanda, maior a cotação. Historicamente, a moeda virtual apresenta alta volatilidade. Em 2014, sofreu uma forte desvalorização, mas retomou sua popularidade nos anos seguintes.

Neste ano, o interesse pela bitcoin explodiu. No dia 1° de janeiro, a moeda era negociada a pouco mais de mil dólares. No início de dezembro, já valia mais de 10 mil dólares. Leia mais: Bitcoin – A maior febre da história do dinheiro

Os entusiastas da moeda dizem que o movimento de alta deve continuar com o interesse de novos adeptos e a maior aceitação. Críticos afirmam que a moeda vive uma bolha — semelhante à Bolha das Tulipas, do século XVII — que estaria prestes a estourar.

Como escolher o notebook ideal?

A resposta, pessoal e intransferível, vai depender de uma série de fatores. Mas, com este passo a passo, vai ficar mais fácil comprar um notebook que se adeque melhor às suas necessidades.

Notebook ideal
Notebook ideal

Novidades não param de chegar ao mercado, onde o segmento dos laptops é um dos mais movimentados. Em 2017, os modelos de notebook 2 em 1 são que há de melhor e mais inovador, seja em termos de tecnologia, seja em aspectos como versatilidade, mobilidade e desempenho. Representam um ótimo custo beneficio, reunindo o melhor de um notebook e um tablet numa mesma máquina, sejam eles destacáveis ou conversíveis. Diante desse cenário, qual modelo escolher, afinal? A resposta vai depender de fatores de ordem pessoal ou profissional, de forma que cada um terá uma solução própria para o seu “enigma” particular. Basicamente, a questão que deve ser colocada é: “De que forma vou usar esse equipamento?”. Isso servirá como ponto de partida na sua pesquisa. Para ajudar você a decidir pela melhor escolha, elaboramos um passo a passo com os principais pontos a serem considerados na hora de escolher o melhor notebook: processador, bateria, tamanho da tela, memória RAM, disco rígido, placa de vídeo e conectividade.

Conheça um pouco sobre cada elemento a ser considerado e não erre na hora de decidir sobre seu laptop.

Processador: o coração da máquina

O poder de um notebook está diretamente associado à sua capacidade e velocidade de processar dados como, também, tarefas inerentes ao sistema. Não depende só do qualidade da internet, mas do processador, carregar uma página no navegador. Da mesma forma, o tempo que demora para executar um programa está ligado ao chip da máquina, entre outros fatores.

Processadores Intel® são os mais indicados para consumidores que buscam versatilidade, adequando-se às suas necessidades de uso. Com os mais recentes processadores Intel®, você terá a performance necessária para realizar todas as suas atividades. Não se trata apenas de uma questão de marca, mas de tecnologia e qualidade.

De tempos em tempos, são lançados novos tipos de processador, capazes de oferecer mais performance. Assim, um notebook equipado com Intel® Core™ i7 vai ser mais rápido que um com i3. Mas é preciso considerar também as gerações existentes em cada tipo de processador, que podem influenciar em aspectos como duração de bateria. Daí que uma geração mais recente de Intel® Core™ i5, por exemplo, pode se adequar perfeitamente a quem busca uma máquina com bom desempenho e duração de bateria, em um ponto intermediário entre o uso doméstico e o profissional.

E para quem vai realizar tarefas mais simples, como escrever textos e usar o notebook de forma corriqueira, sem carregar programas pesados, como aplicativos de design, um processador Intel® Core™ i3 poderá ser a escolha certa — mas preste atenção na geração do processador. Dê preferência para as gerações mais recentes (a mais atual é a 7ª geração dos processadores Intel® Core™). O investimento em um bom processador vale a pena, até porque você não precisará trocar o equipamento por um bom tempo.

Bateria: a melhor é aquela que não deixa o usuário na mão

Se o seu objetivo for mobilidade, a escolha deve recair sobre um aparelho que tenha boa capacidade e consuma pouca energia. Por outro lado, se você passa a maior parte do tempo em ambientes onde é fácil recarregar a máquina, nada impede que você compre um notebook 2 em 1 que peça mais energia.

Ainda assim, a duração da bateria é um ponto superimportante. Por isso, prefira sempre um modelo com mais autonomia, por exemplo, acima de 4 horas (segundo as especificações do fabricante). Porque não faz sentido ter mobilidade e versatilidade – características que um laptop 2 em 1 oferece – se você não puder aproveitá-las em sua plenitude.

A autonomia vai depender do uso da máquina, do número de programas rodando e até de aspectos como a quantidade de brilho que você determina para a tela. Um ponto importante é o número de células da bateria. Uma que tenha 6 células, por exemplo, tende a ter uma ótima duração. Outro ponto é a especificação mAh, sigla para miliampère-hora: quanto maior esse número, maior será a autonomia. Outra dica é comprar modelos cujas baterias sejam vendidas separadamente. Assim, você poderá ter uma de reserva.

E tenha sempre em mente que notebooks equipados com processadores de última geração vão consumir menos energia, permitindo, com isso, uma maior duração da bateria. Porque a cada nova geração os processadores ficam mais eficientes, e um dos benefícios é justamente esse.

Tela: tamanho é documento?

Depende. Displays maiores (de 15 ou 17 polegadas) costumam ser indicados tanto para quem possui dificuldade de visão quanto para quem trabalha com imagem (designers, arquitetos, fotógrafos…) e precisa de uma boa área de visualização, enquanto telas de resolução alta (as HD têm, no mínimo, 1.280 x 720 pixels e as Full HD, 1.920 x 1.080 pixels, mas já existem as Ultra HD 4K, de 3.840 x 2.160 pixels), com tecnologia LED, são voltadas para quem vai jogar ou assistir a vídeos, usando o gadget como um aparelho de TV – mas igualmente são essenciais para quem trabalha com imagem.

Se você quer ter uma experiência mais que satisfatória, é preciso levar em conta esses dois aspectos, lembrando que o tamanho da tela impacta na portabilidade da máquina e, ainda, no consumo de energia. Sem falar que, muitas vezes, o consumidor opta por um notebook com tela de 15 polegadas pelo fato de ele ter um teclado numérico à parte. É um recurso útil, principalmente para quem trabalha muito com planilhas e, portanto, digita números seguidamente.

Outra coisa que não pode ser esquecida é que o notebook 2 em 1 possui telas que giram em 360° ou quase isso, permitindo que elas sejam visualizadas em diferentes modos. Há modelos também cuja tela pode ser destacada do teclado, sem falar no recurso touchscreen. Isso tudo amplia as possibilidades de uso, de forma que uma tela de 13 (ou, vá lá, até 11) polegadas pode atender às suas necessidades. Até porque muitas delas são antirreflexo, o que torna a experiência de uso mais agradável e, aliada à tecnologia de alta resolução, garante a fidelidade das cores exibidas.

Memória RAM: quanto mais, melhor

A memória RAM é um item muito importante – muitos até a consideram o “cérebro” do notebook –, porque é ela que permite que o processador rode vários programas simultaneamente ou abra várias abas no navegador. Notebooks mais básicos tendem a ser equipados com memória de menor capacidade (2 GB), o que não será o ideal para quem costuma baixar filmes e séries da internet, por exemplo, mas sim para executar tarefas bem simples, como navegar na web.

Portanto, se você quiser mais desempenho e velocidade, prefira um equipamento que traga embutida memória RAM de 4 GB, no mínimo. Já um notebook com 8 GB de memória RAM (com 16 GB, nem se fala!) será o ideal para quem não quer nem saber de enfrentar problemas como lentidão ou travamentos ou, então, precisa trabalhar com softwares pesados.

HD, SSD e HD externo: o melhor é o que atende sua necessidade

Espaço em disco é outro ponto fundamental. Principalmente se você gosta de guardar tudo no computador: fotos, vídeos, músicas, trabalhos de escola, documentos… Nesse caso, o ideal é ter um HD a partir de 500 GB (se puder ser de 1 TB, melhor) ou um SSD. E aqui cabe explicar que HDs (discos rígidos) são mais apropriados para o armazenamento de arquivos, enquanto SSDs (drives de estado sólido) são melhores para carregar softwares (mesmo os mais pesados) de forma rápida.

Por conta do “nível profissional”, os SSDs são mais caros, embora tenham menor capacidade de armazenagem – e você poderá precisar de um HD externo. Daí a importância de ter sempre em mente: “De que forma vou usar este equipamento?”.

Mas a boa notícia é que hoje há diversas opções de armazenamento na nuvem. Então, você não precisa mais sacrificar a performance do seu equipamento guardando um “zilhão” de arquivos, ok? Sem falar que há, também, a alternativa de comprar um HD externo e transferir o máximo de coisas (menos os programas, claro) para ele.

Placa de vídeo pode ser integrada ou dedicada

Ela está por trás de tudo o que aparece na tela do notebook: de um simples aplicativo ao vídeo mais incrível que você já viu, cheio de detalhes e efeitos especiais. E pode ser de dois tipos: integrada (também chamada de placa onboard) ou dedicada (placa offboard).

A primeira já vem acoplada à placa-mãe, o que a torna mais barata, e utiliza memória RAM do equipamento, o que não é ruim, principalmente para quem não vai querer jogar jogos muito pesados nem trabalhar com edição de vídeo. Ela consome menos energia, permitindo maior duração de bateria e, também permitindo designs mais finos e leves de notebooks e notebooks 2 em 1.

Já uma placa de vídeo dedicada tem memória própria. Essa placa pode tanto vir com o equipamento quanto ser instalada à parte. É indicada para quem vai exigir muito desempenho do notebook, seja jogando jogos com processamento gráfico mais pesado ou fazendo muitas edições de vídeo. Porque, em casos como esses, o risco de travar é enorme se o sistema estiver se valendo de uma placa de vídeo integrada.

Placas de vídeo offboard permitem que os usuários montem sua própria configuração, definindo a quantidade de memória e ajustando de acordo com a sua necessidade. Assim, o processador do notebook fica livre para cuidar de outras tarefas e o desempenho da máquina, de forma geral, é bem melhor. E, claro, quanto mais memória tiver a placa, mais ela terá condições de dispor os elementos na tela.

Conectividade facilita o seu trabalho

Outra coisa que você vai notar nos modelos mais novos de notebooks é a ausência de leitor/gravador para CD, DVD ou Blue-Ray, devido ao avanço do streaming (possibilidade de ouvir música e assistir a vídeos em outras plataformas) e da facilidade para armazenar arquivos em pendrives e outros dispositivos, além da nuvem. Com isso, os notebooks ficaram mais leves e, também, consomem menos energia.

Por outro lado, atente para entradas USB (sempre mais de uma, principalmente se você não usar acessórios sem fio). São elas que vão permitir a conexão de dispositivos como mouse, pendrive e HD externo. Tanto melhor se uma das portas for 3.0, um padrão mais rápido, ou Thunderbolt™ 3 (USB-C), que é oito vezes mais rápido que o USB 3.0, possibilitando conectar diversas telas ou dispositivos em uma única porta (o que é ideal para desenvolvedores e para gamers que desejam ainda mais eficiência).

É cada vez mais importante, também, uma entrada HDMI 1.4, não só para conectar a máquina a uma TV mas a um monitor ou projetor para apresentações. Sistemas Wi-Fi e Bluetooth são praticamente obrigatórios nos produtos, mas vale conferir. Entrada para cartão Micro SD ajuda a descarregar fotos de uma câmera digital ou mesmo de um smartphone, enquanto entradas para cartões SIM, de acesso a redes 3G ou 4G, dispensam o uso do modem. E uma entrada para fone de ouvido vale ouro (e livra uma porta USB), principalmente para quem gosta de música.

Promoções de notebooks: nem tudo vale a pena!

Periodicamente, as lojas realizam promoções de vendas de laptops com descontos bem atraentes. Isso é ótimo para o consumidor, mas não vale a pena investir seu rico dinheirinho em um equipamento cuja tecnologia esteja ultrapassada, a não ser que você vá fazer um uso bem básico da máquina, como navegar na internet e ler e-mails. Mas, se você pretende rodar games pesados e ver filmes ou séries com frequência, esta não será a melhor escolha.

A dica é estabelecer um teto de gasto de acordo com o seu orçamento, porém sem forçar a barra. Porque o preço está diretamente associado à capacidade de entrega do equipamento.

O que mais deve-se levar em conta?

Webcam de boa resolução e microfone integrados rendem pontos, principalmente se você faz videoconferências. Teste o teclado na loja, bem como o touchpad. Opte por teclados com padrão ABNT, que atendem a quem precisa produzir textos com frequência e não vão deixar na mão mesmo quem só faça posts em redes sociais. Atributos extras, como retroiluminação LED, devem ser levados em conta, pois facilitam o uso do equipamento até no escuro, assim como a qualidade dos alto-falantes (tem alguns que são até surround!) e você não vai querer gastar com acessórios para incrementar a máquina.

O sistema operacional também é importante. Há vários sistemas disponíveis, mas nem sempre compatíveis com programas já consagrados no mercado, como alguns editores de textos e planilhas. O sistema operacional Windows® 10, que já vem instalado em produtos vendidos por diversas (e consagradas) marcas, trabalha melhor com os mais recentes processadores Intel® Core™, oferecendo novas maneiras de usar e de interagir com o notebook. Sem falar que essas marcas oferecem atualizações constantes, garantia e assistência técnica, além de suporte a distância (via telefone, e-mail ou chat online). Ou seja, você não fica na mão.

O peso do equipamento é outro ponto a considerar, principalmente se você vai levar o laptop numa mochila para diferentes locais. Porém, essa é outra característica marcante dos notebooks 2 em 1, que, em geral, pesam bem pouco (de 1 kg a 2,5 kg, em média). Após ler essas dicas, a ideia é que você faça a escolha de uma forma mais consciente a respeito do notebook que vai atender às suas necessidades. Pesquise e compare os modelos. Com certeza, você vai fazer um bom investimento sem se arrepender depois.

Conteúdo de responsabilidade do anunciante: Intel

Fonte: Techtudo

27 coisas que podem deixar de existir nos próximos anos

Até então, tudo não passa de especulação.

A tecnologia evolui e alguns objetos do dia a dia deixam de ser usados como antes, até que são substituídos por objetos totalmente novos.

Quem aí lembra do disquete? Os computadores atuais não têm mais entrada para esse dispositivo.

Mas será que em 10 ou 20 anos, os jornais impressos, revistas e o telefone público não existirão mais?

Estamos sempre ouvindo esse tipo de coisa e eu, particularmente, não acredito que os livros, jornais e revistas impressos vão acabar.

Confira a lista de 27 coisas lançadas à promessa da inexistência:

1. Revista impressa

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Crédito: Britta Jackson

A Teen Vogue e a Nylon descontinuaram suas edições impressas para publicar exclusivamente online.

2. Jornal impresso

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Crédito: brotiN biswaS

Será que os jornais vão pelo mesmo caminho das revistas?

3. Câmeras digitais

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Crédito: Lisa Fotios

Com smartphones cada vez mais inteligentes, você se imaginaria usando um celular e não uma câmera daqui uns 10, 20 anos?

4. Dispositivos de armazenamento e pen drive

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Crédito: Pixabay

A nuvem chegou para ficar e os dispositivos de armazenamento se tornaram substituíveis? E o que falar dos pendrives, tão importantes na rotina…

5. Mapas de papel

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Map Location Direction Location Remote Relax Concept

Crédito: Rawpixel.com

Com o uso do Google maps e outros aplicativos de localização, os papeis vão ficar cada vez mais de lado.

6. Notas de compras

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Crédito: Flickr/Stacy Spensely

Nada mais prático do que receber as suas notas e comprovantes de compras pelo celular ou email.

7. Agências de viagens

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Crédito: Getty Images

Não o serviço em si, mas as agências físicas. As coisas estão cada vez mais online.

8. Entregadores de encomendas

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Crédito: AP

Em 2016, a Casa Branca previu que cerca de 3.1 milhão de motoristas podem perder seus trabalhos para os serviços automatizados.

O drone da Amazon, por exemplo, entrega pacotes em 30 minutos ou menos.

9. Telefone público

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Crédito: Pixabay

Os telefones públicos estão cada vez mais escassos e em um futuro breve poderão não ser mais vistos nas ruas.

10. Fax

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Crédito: Karl Baron/Flickr

Você ainda usa isso no escritório?

11. Relógios analógicos

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Crédito: Marek Prygiel/Unsplash

12. Senhas digitadas

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Crédito: Apple

O futuro agora é o FaceID, senha que é apenas o reconhecimento facial. Apple apresentou o novo FaceID este ano, enquanto que o reconhecimento facial do Windows da Microsoft facial existe desde 2015.

Senhas biométricas e novos sistemas serão as normas.

13. Livros impressos

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Crédito: Pixabay

 

Uma das especulações mais polêmicas. Nunca diga que os livros deixarão de existir a um amante de livros!

14. Botões em telefones

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Crédito: Hollis Johnson/Business Insider

O iPhone X, lançado em 3 de novembro de 2017, foi o primeiro iPhone a dispensar o botão “home” e alguns modelos de Android já se livraram deles também.

15. Despertador

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Crédito: Pixabay

Muitos smartphones ocupam também o lugar do despertador ao ter essa funcionalidade.

16. Telefone fixo

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Crédito: Flickr / Daniel Oines

As pessoas estão começando a preferir manter apenas um número de celular do que um número de telefone fixo.

17. GPS

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Crédito: Mike

Mais uma vez, os smartphones possuem mais uma função que já tem substituído o aparelho GPS.

18. Material em papel

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Crédito: Pixabay

19. CD e DVD

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Crédito: 500photos.com

Quem aí já deixou de comprar CDs para ouvir música?

O mesmo vale para os filmes, nada como alugar um novo lançamento direto da sua smart TV.

20. Contas pelo correio

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Crédito: Pixabay

21. Calculadora

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Crédito: Pixabay

A menos que seja uma calculadora científica, você certamente usará o celular para isso também.

22. Cheque

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Crédito: Pixabay

Com a facilidade de pagamentos pelo Internet Banking, você já deve ter deixado de escrever em cheques há muito tempo.

Imagina daqui uns 10 anos?

23. Controle Remoto

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Crédito: Breakingpic

Comandos de voz e o uso dos próprios smartphones será o básico do futuro.

24. Carregamento por cabo

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Crédito: Pixabay

Carregamento wirelless entra em cena.

25. Chaves de carro

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Crédito: Kaboompics Karolina

A BMW já lançou um aplicativo que permite destrancar as portas sem uma chave e anunciou em setembro a possibilidade de substituir as chaves por apps para smartphone.

Uma das polêmicas mais comuns: vai acabar ou não vai? Há quem não goste de ler em tablets e dispositivos móveis

26. Parquímetro

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Crédito: Flickr / Steve Snodgrass

Muitos lugares já permitem pagar estacionamento por meio de apps.

27. Dicionário

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Crédito: Flickr/Greeblie

A Internet simplesmente ajuda e muito na pressa de procurar por significados, mas nada como uma fonte confiável como um dicionário, não é mesmo?

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Fonte: This is Insider

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