Alunos da Dinamarca devem ceder histórico de internet ou serem expulsos

 

Estudantes dinamarqueses correm risco de ter sua privacidade drasticamente invadida por seus próprios professores em um futuro não muito distante.

Tecnologia X Privacidade

De acordo com o jornal dinamarquês DR, uma nova lei proposta pelo Ministro da Educação Merete Riisager quer “encorajar” os alunos a permitirem que sua escola tenha acesso aos seus computadores pessoais. A ideia, com isso, é evitar que os alunos trapaceiem nas provas; no entanto, isso também quer dizer que eles terão acesso completo aos dados de histórico de internet e até mesmo sua atividade nas mídias sociais, além de outros dados pessoais.

Por livre e espontânea pressão

Mas e se você não for a favor disso? Certamente, essa lei não obriga o estudante a fazê-lo, nem dá permissão para que as escolas façam isso “à força”. No entanto, os alunos terão obrigatoriamente que permitir o acesso e a inspeção de seus dispositivos para poderem fazer uma prova ou uma apresentação, por exemplo.

 Há também punições envolvidas àqueles que se recusarem, vale notar. Isso inclui desde ter seus computadores confiscados por um dia inteiro até serem expulsos da escola. Ou seja: eles devem escolher entre arruinar sua carreira acadêmica ou abrir mão de sua privacidade – uma situação que, obviamente, gerou respostas bastante negativas de várias figuras importantes no ramo político e educacional.

Atualmente, o projeto já foi encaminhado para maiores análises.

Fonte: TecMundo

Como usar o menu secreto que faz a Netflix travar menos em conexões lentas

Usuários que estão enfrentando problemas com o Netflix podem contar algumas opções escondidas para fazer o vídeo parar de travar.

Netflix
(Foto: reprodução)

Além de alterar a resolução, é possível mudar a taxa de bits por segundo do áudio e imagem para acelerar o carregamento do streaming. Para fazer isso, basta apenas digitar um comando com o teclado no seu computador.

O recurso mostrado a seguir pode ser feito em qualquer navegador de PC facilmente e promete melhorar o desempenho do site em conexões lentas. Confira neste tutorial do Olhar Digital como abaixar o bitrate do Netflix.

1. Abra um vídeo no Netflix normalmente e aperte as seguintes combinações: Ctrl+Alt+Shift+S no Windows e Control+Alt+Shift+Sno Mac;

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2. Uma janela aparecerá no meio da tela. Na primeira coluna, altere a taxa de bits por segundo do áudio. Quanto menor, mais rápido o vídeo carregará, mas a qualidade do som será reduzida;

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3. Na coluna do meio, altere a taxa de bits do vídeo. A lógica é a mesma do áudio;

Dica. É possível selecionar várias de uma vez para que o Netflix altere automaticamente de acordo com a velocidade da sua conexão;

4. Quando terminar, clique em “Override” para alterar as taxas;

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Observação. Caso não goste do resultado, abra o menu novamente e clique em reset;

Pronto! Agora você sabe como diminuir a taxa de bits por segundo do Netflix para facilitar o carregamento em conexões lentas.

Fonte: Olhar Digital

Brasil é o 4º país em número de usuários de internet

Com 120 milhões de pessoas conectadas, o Brasil fica atrás apenas dos Estados Unidos (242 milhões), Índia (333 milhões) e China (705 milhões)

Por Agência Brasil - 3 out 2017, 22h14

Acesso à internet no Brasil
Internet: o crescimento médio do acesso à internet no país no período foi de 3,5%, (Ridofranz/Thinkstock)

Um relatório sobre economia digital divulgado hoje (3) pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD, na sigla em inglês) colocou o Brasil em quarto lugar no ranking mundial de usuários de internet.

Com 120 milhões de pessoas conectadas, o Brasil fica atrás apenas dos Estados Unidos (242 milhões), Índia (333 milhões) e China (705 milhões).

Depois do Brasil, aparecem Japão (118 milhões), Rússia (104 milhões), Nigéria (87 milhões), Alemanha (72 milhões), México (72 milhões) e Reino Unido (59 milhões).

No entanto, apesar do grande número de brasileiros conectados, se for considerado o total de usuários em relação à população, o desempenho do Brasil é inferior.

Segundo dados da União Internacional de Telecomunicações (UIT), o país tem 59% de usuários conectados, percentual inferior ao do Reino Unido (94%), Japão (92%), Alemanha (90%), Estados Unidos (76%) e Rússia (76%).

O México possui o mesmo índice do Brasil. China e Índia, países com mais de 1 bilhão de habitantes, ficam atrás juntamente com a Nigéria.

O relatório da UNCTAD avaliou também o ritmo de crescimento do acesso à internet nos últimos anos, considerando o período de 2012 a 2015. Segundo o estudo, o crescimento médio do país no período foi de 3,5%, atrás de Índia (4,5%), Japão (4,6%), Nigéria (4,9%) e México (5,9%).

Países mais ricos – como Estados Unidos, China, Alemanha e Reino Unidos – apresentaram um ritmo ainda mais lento do que o Brasil. Contudo, essas nações já possuem taxas de penetração maiores, segundo apontam os dados da União Internacional de Telecomunicações.

Desigualdade

Mesmo com um grande contingente de brasileiros conectados, dados da pesquisa TIC Domicílios, do Núcleo de Informação e Comunicação do Comitê Gestor da Internet (CGI-Br), apontam que ainda há desigualdade no acesso à internet. De acordo com o levantamento, divulgado em setembro, o percentual de lares conectados é de 59% nos centros urbanos, contra 26% nas áreas rurais. No recorte regional, o índice é de 40% no Nordeste, contra 64% no Sudeste.

A disparidade também aparece quando observada a situação econômica. De acordo com a pesquisa do CGI-Br, a internet está em 29% das casas com famílias com renda de até um salário mínimo, contra um índice de 97% naquelas que ganham até 10 salários mínimos. Enquanto na classe A a penetração é de 98%, nas classes D e E ela fica em 23%.

Qualidade

Na avaliação da advogada Flávia Lefévre, representante do Instituto Proteste e integrante do Comitê Gestor da Internet, embora o Brasil tenha muitas pessoas conectadas, a velocidade ainda é ruim e o acesso muito baseado em telefones celulares, com planos pré-pagos e franquias baixas, que muitas vezes não duram até o fim do mês.

“A gente tem muitas pessoas conectadas, mas a qualidade do acesso ainda é ruim. A velocidade de provimento é menor do que a média mundial. Muitas pessoas ainda dependem de franquias ou de usar o [rede] wi-fi. Apesar de sermos a nona economia do mundo, temos no geral uma internet de baixa qualidade, especialmente para os mais pobres”, destaca.

A Agência Brasil entrou em contato com o Ministério das Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações para comentar o resultado das pesquisa, no entando não obteve retorno até a publicação desta matéria.

Fonte: EXAME.com

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